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Lançado o livro: Brasil e Mundo Árabe: Negócios, Marketing e Diplomacia

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A Câmara de Comércio Árabe-Brasileira o lançamento do livro “Brasil e Mundo Árabe: Negócios, Marketing e Diplomacia Econômica Ampliada”, de Rubens Hannun. O evento contou com a presença de aproximadamente 400 participantes, incluindo o ex-presidente Michel Temer, que escreveu o prefácio da obra.

Durante o evento, especialistas discutiram o futuro das relações comerciais e diplomáticas entre o Brasil e o Mundo Árabe. Participaram do debate: Guilherme Quintal: Partner e Head de Global Market da eB Capital, ex-VP e Operating Partner do fundo saudita PIF; Grazielle Parenti: Head de Global Value Chain da Syngenta; Walker Lahmann: Diretor-executivo da Eurofarma, responsável também pela área de Relações Institucionais e Novos Mercados e Virgilio Carvalho: Representante da Secretaria de Estado de Turismo e Viagens do Governo do Estado de São Paulo. A mediação do bate-papo foi conduzida pelo biógrafo Elias Awad.

O livro de Rubens Hannun, publicado pelo Grupo Novo Século, explora as oportunidades de negócios, marketing e diplomacia econômica entre o Brasil e os países árabes, oferecendo insights valiosos para empresários interessados em expandir suas operações na região. A obra também enfatiza a relevância da diplomacia econômica ampliada nesse contexto. Editado pelo Grupo Novo Século, “Brasil e Mundo Árabe: Negócios, Marketing e Diplomacia Econômica Ampliada” destaca a importância da relação comercial do Brasil com o bloco, as oportunidades de negócios na região, experiências reais de negociações, além de cases de empresas bem-sucedidas que souberam evitar equívocos e adequar produtos, serviços, processos de marketing e de comunicação à cultura local.

Isan Rezende, o Presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira Dr. William Adib Dib Junior e a editora da coluna Agro Arábia Maria Cristina Calil

Maria Cristina Calil, Osmar Chohfi, ex Embaixador e Presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira; Isan e Acimar Lisboa

COOPERAÇÃO – O presidente do Instituto do Agronegócio (IA) Isan Rezende, esteve presente no evento, reforçando a cooperação com os Emirados Árabes Unidos, visando fortalecer as relações culturais e comerciais entre o Brasil e os países árabes.

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Esta iniciativa busca estruturar estratégias comerciais e promover a divulgação de autoridades árabes no projeto Pensar Agro, especialmente na coluna Agro Arábia da revista, coordenada por Maria Cristina Calil e seu assistente editorial, Marco Calil.

Além de Isan Rezende, Maria Cristina Calil e Marco Calil, destacaram-se no evento Osmar Chohfi, ex-embaixador e presidente da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, e Acimar Lisboa, CEO da NU Tecnologia. A presença dessas personalidades reforça o compromisso mútuo em estreitar os laços entre o Brasil e o mundo árabe, promovendo intercâmbios culturais e oportunidades comerciais.

A cooperação estabelecida pelo Instituto do Agronegócio com os Emirados Árabes Unidos representa um passo significativo na ampliação das relações bilaterais, promovendo o desenvolvimento de projetos conjuntos e a troca de conhecimentos entre as nações.

Fonte: Pensar Agro

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Conama aprova nova resolução para licenciamento ambiental da aquicultura

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O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) aprovou, nesta quarta-feira (2), a nova resolução que estabelece regras para o licenciamento ambiental da atividade de aquicultura. A norma substituirá a Resolução Conama nº 413/2009 e atualiza os critérios de enquadramento dos empreendimentos, adequando o licenciamento às características atuais do setor.

Entre os principais avanços da nova resolução está a definição do porte dos empreendimentos com base na produção. A modalidade de licenciamento também passa a considerar o porte da atividade: empreendimentos de pequeno porte poderão ser enquadrados na Licença por Adesão e Compromisso (LAC); os de médio porte, na Licença Ambiental Única (LAU); e os de grande porte estarão sujeitos ao licenciamento ordinário, conforme o enquadramento.

A nova regra também estabelece que o cultivo de espécies exóticas não altera, por si só, a modalidade de licenciamento. Além disso, o monitoramento ambiental deverá ser adequado ao porte do empreendimento, permitindo maior proporcionalidade entre as exigências ambientais e a escala da atividade.

A resolução incorpora ainda conceitos relacionados à realidade atual da aquicultura, como boas práticas aquícolas, adensamento, escapes em massa, espécies ornamentais, sistemas de cultivo integrado ou consorciado e sistemas de produção fechados.

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Construção da nova resolução

A revisão da Resolução Conama nº 413/2009 foi conduzida por um Grupo de Trabalho coordenado pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) e contou com a participação de diferentes órgãos públicos, instituições de pesquisa, representantes do setor produtivo, entidades estaduais e municipais de meio ambiente, especialistas e sociedade civil.

O grupo realizou reuniões ordinárias e extraordinárias entre dezembro de 2024 e novembro de 2025, período em que foram discutidas e construídas as propostas de atualização da regulamentação.

Entre os temas analisados esteve a atualização dos conceitos utilizados na regulamentação, buscando incorporar a evolução dos sistemas e das práticas de produção aquícola. Também foi discutido um novo modelo de enquadramento dos empreendimentos, considerando porte e sistema de produção.

A proposta também retirou o chamado grau de severidade da espécie como critério. Para o cultivo de espécies exóticas, alóctones ou híbridas, permanecem previstas medidas específicas de prevenção e mitigação de potenciais impactos ambientais, incluindo ações para evitar escapes e mecanismos de biossegurança.

Com a aprovação da nova resolução pelo Conama, a Aquicultura ganha muito com critérios mais justos e respeito a cadeia.

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ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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