CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

AGRONEGOCIOS

Leão marinho aparece no Rio Grande do Sul com gripe aviária

Publicados

AGRONEGOCIOS

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou nesta quarta-feira (04.10) a identificação do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) em um leão-marinho-da-patagônia (Otaria flavescens), também conhecido como leão-marinho-do-sul, encontrado na praia do Cassino, localizada no município de Rio Grande, litoral do Rio Grande do Sul.

Este é o primeiro registro da doença em mamíferos marinhos no Brasil. Casos de IAAP em mamíferos desta mesma espécie já foram relatados no Peru, Chile, Argentina e Uruguai.

A investigação e a coleta de amostras foram realizadas em colaboração com o Centro de Recuperação de Animais Marinhos de Rio Grande. As amostras foram analisadas pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em Campinas (LFDA-SP), referência na América do Sul para o diagnóstico do vírus. O LFDA-SP confirmou que se trata do vírus H5N1, conhecido por causar a influenza aviária de alta patogenicidade, previamente detectada em diversas espécies de aves silvestres no país.

Embora as infecções humanas pelo vírus da influenza aviária sejam raras, o Mapa recomenda à população que evite se aproximar das áreas onde os focos foram registrados e que não entre em contato com animais doentes ou mortos, a fim de prevenir a disseminação da doença.

Leia Também:  Produção recorde não derruba preços e safra fecha com mercado firme no Brasil

O Mapa enfatiza que não há risco no consumo de carnes de aves e ovos inspecionados, ou seja, aqueles que possuem os selos de inspeção: SIF, SIE, SIM ou SISBI. O status do Brasil como livre da influenza aviária perante a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) permanece inalterado, uma vez que não há registros da doença na produção comercial de aves.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGOCIOS

Dólar sobe com inflação no radar e tensão externa pressiona mercados; Ibovespa inicia sessão em queda

Publicados

em

O mercado financeiro iniciou esta terça-feira (12) em clima de cautela, com o dólar operando em alta frente ao real e os investidores atentos aos indicadores de inflação no Brasil e nos Estados Unidos, além do aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio. A combinação desses fatores elevou a aversão ao risco nos mercados globais e trouxe maior volatilidade para ativos brasileiros.

Por volta das 9h10, o dólar à vista avançava 0,28%, cotado a R$ 4,9048 na venda. Já o contrato futuro da moeda norte-americana com vencimento em junho, negociado na B3, subia 0,31%, alcançando R$ 4,9270.

A valorização da moeda norte-americana ocorre após o fechamento da sessão anterior em leve queda. Na segunda-feira, o dólar encerrou o dia cotado a R$ 4,8911, com recuo de 0,10%.

No cenário doméstico, o mercado repercute os dados mais recentes do IPCA, índice oficial de inflação do Brasil, considerados fundamentais para calibrar as expectativas sobre os próximos passos da política monetária do Banco Central. O comportamento da inflação segue sendo acompanhado de perto por investidores, principalmente diante das discussões sobre juros, consumo e atividade econômica.

Leia Também:  Produção recorde não derruba preços e safra fecha com mercado firme no Brasil

Além disso, o Banco Central brasileiro realiza nesta manhã operações cambiais para rolagem de vencimentos. Às 10h30, a autoridade monetária promoveu dois leilões de linha, totalizando US$ 1 bilhão em venda de dólares com compromisso de recompra futura. Já às 11h30, ocorreu leilão de 50 mil contratos de swap cambial tradicional, também voltado à rolagem de vencimentos de junho.

Mercado internacional amplia cautela

No exterior, o dólar também ganha força frente a outras moedas, impulsionado pela busca global por ativos considerados mais seguros. Investidores monitoram os números da inflação norte-americana e avaliam possíveis impactos nas decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos.

A expectativa de juros elevados por mais tempo na economia norte-americana continua sustentando a valorização do dólar em âmbito global, pressionando moedas emergentes, incluindo o real.

As tensões geopolíticas envolvendo o Oriente Médio também seguem no radar dos agentes financeiros, aumentando a percepção de risco internacional e contribuindo para movimentos defensivos nos mercados.

Ibovespa opera pressionado

Na renda variável, o Ibovespa iniciou o pregão sob pressão após registrar forte queda na sessão anterior. O principal índice da bolsa brasileira fechou a segunda-feira aos 181.909 pontos, com recuo de 1,19%.

Leia Também:  Preço do arroz reage no RS, mas custos elevados e margens negativas travam mercado

Os investidores seguem adotando postura mais conservadora diante das incertezas fiscais, do ambiente externo mais desafiador e da expectativa pelos próximos indicadores econômicos globais.

Desempenho acumulado dos mercados

  • Dólar
    • Semana: -0,06%
    • Maio: -1,22%
    • 2026: -10,88%
  • Ibovespa
    • Semana: -1,19%
    • Maio: -2,89%
    • 2026: +12,90%

Analistas destacam que os próximos dias devem continuar marcados por volatilidade nos mercados financeiros, especialmente diante da agenda intensa de indicadores econômicos, das sinalizações dos bancos centrais e das incertezas no cenário geopolítico internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA