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Magistech leva soluções tecnológicas de alta performance para gestão de laticínios à Forlac 2025
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A Magistech Sistemas, especializada no desenvolvimento de tecnologias para o setor lácteo, participará como expositora da Forlac 2025, uma das principais feiras da indústria de laticínios no Brasil. Com mais de 20 anos de atuação, a empresa destacará soluções inéditas e atualizações do seu sistema ERP exclusivo, o MagisTI, voltadas para a automação, integração de processos e uso estratégico de dados.
De acordo com o gerente comercial da empresa, Samuel Mayrink Giardini, os lançamentos desta edição reafirmam o compromisso da Magistech com a eficiência e o crescimento sustentável da indústria. “Nosso foco está na qualidade contínua do nosso software, oferecendo funcionalidades que transformam o dia a dia da gestão dos laticínios. Queremos facilitar os processos para que os gestores possam expandir seus negócios e aumentar a rentabilidade”, afirma.
Soluções que estarão em destaque no estande da Magistech:
- Magis Coleta: aplicativo utilizado na captação de leite, com envio automático dos dados ao sistema assim que houver conexão com a internet, assegurando agilidade e precisão no controle de volumes e rotas.
- Magis Força de Vendas: ferramenta projetada para representantes e vendedores externos, que permite agilidade no registro de pedidos, além de acesso ao estoque e ao histórico do cliente, mesmo fora da empresa.
- Magis BI – Business Intelligence: solução de análise de dados que oferece visualização em tempo real de indicadores de desempenho, permitindo decisões mais rápidas e estratégicas.
- Magis Produtor: aplicativo que facilita a comunicação entre o laticínio e o produtor de leite, promovendo mais agilidade e transparência nas trocas de informação.
- Magis Vendas Web: plataforma B2B para vendas online, que aproxima a indústria de seus clientes e moderniza a gestão comercial.
Tecnologia acessível para laticínios de pequeno e médio porte
A Magistech desenvolve tecnologias capazes de atender desde pequenos laticínios até indústrias de médio porte, com foco na integração completa dos setores, redução de falhas operacionais, inteligência gerencial e aumento da lucratividade. Desde o recebimento do leite até a expedição do produto final, o ERP MagisTI conecta todas as etapas em uma única plataforma.
Durante a Forlac 2025, a empresa convida os visitantes a conhecerem seu estande e explorarem de perto como a tecnologia pode contribuir de forma decisiva para a modernização e o sucesso na gestão de laticínios.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Abelhas elevam produtividade da soja em até 18%
A presença de abelhas nas proximidades das lavouras pode aumentar, em média, 13% a produtividade da soja, segundo estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Em alguns experimentos, o ganho chegou a 18%, resultado obtido sem ampliação da área plantada.
Embora a soja seja considerada uma planta capaz de se autopolinizar, as visitas das abelhas às flores melhoram o processo de fecundação. Os efeitos podem aparecer no aumento do número de grãos por vagem, na redução de vagens vazias e, ao final do ciclo, na quantidade colhida por hectare.
Os percentuais não representam uma garantia automática para todas as propriedades. O resultado depende da cultivar, das condições climáticas, da população de polinizadores, da paisagem ao redor da lavoura e das práticas adotadas durante o florescimento. Ainda assim, as pesquisas mostram que a polinização deve ser considerada parte do sistema produtivo, e não apenas um benefício ambiental.
A contribuição econômica das abelhas vai muito além da produção de mel. Um estudo citado pela Embrapa estimou em aproximadamente R$ 43 bilhões o valor anual do serviço de polinização para a produção brasileira de alimentos, com base nos dados agrícolas de 2018.
Entre 141 espécies cultivadas no Brasil para alimentação humana, produção animal, fibras e biocombustíveis, cerca de 85 dependem, em algum grau, da polinização realizada por animais. As abelhas são os principais agentes desse processo. Café, laranja, maçã, melão, maracujá, castanha-do-brasil, canola e algodão estão entre as culturas beneficiadas.
A dimensão desse serviço também começou a ser mais bem compreendida nas áreas de soja. Pesquisa divulgada pela Embrapa em 2026 identificou 53 espécies de abelhas em lavouras e fragmentos de vegetação nativa no sudoeste de Goiás. Desse total, 27 eram novos registros de espécies associadas à cultura na região.
O levantamento mostra que a soja não recebe apenas a visita da abelha-africanizada, normalmente utilizada na produção comercial de mel. Diferentes espécies nativas também percorrem as flores e participam da polinização. Essa diversidade reduz a dependência de um único polinizador e aumenta a capacidade de o ambiente responder a mudanças de temperatura, umidade e disponibilidade de alimento.
A manutenção de vegetação nativa próxima às áreas produtivas tem papel importante nesse processo. Matas, reservas legais, áreas de preservação permanente, corredores de vegetação e faixas com plantas floridas oferecem abrigo e alimento às abelhas antes e depois da florada da cultura comercial.
Para o produtor, essas áreas podem funcionar como infraestrutura biológica da propriedade. A contribuição será maior quando houver conexão entre os ambientes naturais e a lavoura, permitindo que os insetos encontrem locais para nidificação, água e fontes de néctar e pólen durante diferentes períodos do ano.
A integração também pode abrir uma fonte complementar de renda. Dados da Embrapa indicam que apicultores com bom manejo e colmeias instaladas próximas às lavouras podem obter até 50 quilos de mel por colmeia durante a florada da soja. Ao mesmo tempo que as abelhas encontram alimento, o produtor de grãos recebe o serviço de polinização.
A convivência, entretanto, exige planejamento. A localização dos apiários precisa ser conhecida, e agricultores, responsáveis técnicos e apicultores devem manter comunicação sobre o calendário da lavoura e as aplicações de defensivos.
O manejo integrado de pragas ajuda a evitar pulverizações desnecessárias. Quando o controle químico for indispensável, devem ser respeitados o registro do produto, as orientações da bula, as condições meteorológicas e as técnicas destinadas a reduzir deriva. Sempre que tecnicamente possível, a aplicação deve considerar os horários de menor atividade das abelhas.
O vento, a temperatura e a umidade interferem diretamente na dispersão da calda. Uma pulverização feita em condições inadequadas pode atingir flores, vegetação próxima e fontes de água frequentadas pelos insetos, mesmo quando as colmeias estão fora da área cultivada. Por isso, regulagem do equipamento, escolha correta das pontas e acompanhamento das condições ambientais são medidas decisivas.
Também cabe ao apicultor manter as colmeias identificadas, bem manejadas e instaladas em locais adequados. A comunicação antecipada permite avaliar medidas de proteção sem comprometer as necessidades fitossanitárias da lavoura.
A preservação das abelhas não deve ser tratada como uma obrigação separada da produção. Os estudos mostram que esses insetos participam da formação da safra e podem melhorar o aproveitamento da área já cultivada. Para o produtor, proteger os polinizadores significa conservar um serviço natural capaz de elevar a produtividade, diversificar a renda e fortalecer a estabilidade do sistema agrícola.
Fonte: Pensar Agro



