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Manejo estratégico com soluções integradas impulsiona recordes no GETAP 2024/2025

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A combinação de inovação, técnica apurada e planejamento inteligente foi o segredo dos campeões regionais e nacional do GETAP – Grupo Tático para Aumento da Produtividade – na safra verão 2024/2025. Os produtores Ernest Milla, Cláudio Isamu Okada, Jamil João Samara e Alexandre Avelar Vallim, mesmo atuando em realidades distintas, mostraram que alta produtividade é consequência direta de um manejo eficiente aliado a tecnologias avançadas.

Campeão Nacional e Região Sul: Ernest Milla – 330,9 sacas por hectare (sequeiro)

Ernest Milla conquistou o título com uma impressionante produtividade de 330,9 sacas por hectare, destacando-se pelo uso integrado de tecnologias agrícolas. No seu pacote nutricional, produtos da ICL foram essenciais:

  • Improver Max: aplicado no início do ciclo, estimula o enraizamento precoce e o desenvolvimento vegetativo uniforme, preparando a planta para maior produtividade.
  • Borosol K: fonte de boro e potássio que favorece a formação de novos tecidos, florescimento, maturação e melhora a qualidade dos grãos.

Esse manejo completo ainda inclui proteção fitossanitária, práticas sustentáveis e tecnologias de aplicação, comprovando que o sucesso resulta de decisões técnicas bem fundamentadas.

  • Campeão Região Centro: Cláudio Isamu Okada (Madre de Deus de Minas/MG) – 300,1 sc/ha (sequeiro)

Cláudio superou a marca de 300 sacas por hectare em sistema sequeiro, alcançando 300,1 sc/ha graças a um planejamento técnico rigoroso e escolhas nutricionais acertadas. Entre os produtos utilizados, destaca-se:

  • Profol MG: à base de magnésio, promove a ativação enzimática, formação de clorofila e maior eficiência fotossintética, potencializando a capacidade produtiva na fase de enchimento de grãos.
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Aliado a boas práticas agrícolas, uso equilibrado de defensivos e controle de plantas daninhas, o manejo garantiu estabilidade e alto rendimento.

  • Campeão Região Norte: Jamil João Samara (Pastos Bons/MA) – 272,7 sc/ha (sequeiro)

Em uma região marcada por desafios climáticos e solos complexos, Jamil João Samara obteve 272,7 sc/ha. O sucesso veio da combinação equilibrada de nutrição e proteção, com destaque para:

  • Kellus Manganês: essencial para ativação enzimática, fotossíntese e resistência ao estresse oxidativo, aumentando o vigor da planta.
  • Concorde: complexo nutricional que reforça a estrutura vegetativa e ajuda a superar estresses abióticos em fases críticas.

Essa estratégia técnica garantiu uma lavoura resiliente e produtiva mesmo sob condições adversas.

  • Campeão Região Centro (Irrigado): Alexandre Avelar Vallim (Três Corações/MG) – 264,1 sc/ha

Alexandre alcançou 264,1 sc/ha no sistema irrigado, ressaltando o papel da irrigação inteligente aliada a um manejo preciso. Os produtos ICL usados foram:

  • Helper Dessek: melhorou a eficiência da dessecação, otimizou o controle de plantas daninhas e reduziu a deriva nas aplicações.
  • Helper Neutrum: aplicado com fungicidas e inseticidas, aumentou a absorção e cobertura dos defensivos.
  • Concorde: reforçou o metabolismo e sustentação energética da planta em momentos de alta demanda.
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O manejo técnico integrado evidenciou que sucesso na agricultura irrigada depende da sinergia entre ferramentas, timing e precisão.

Parceria e resultados

João Pascoalino, gerente de Serviços Digitais da ICL e responsável pela parceria com o GETAP, destaca que quatro dos cinco campeões da safra utilizaram produtos ICL, comprovando a eficácia e a confiança nas soluções oferecidas. Ele ressalta que a Nutrologia Vegetal vai além da nutrição do solo, influenciando processos fisiológicos que definem o potencial produtivo real.

Gustavo Campanema, coordenador técnico do GETAP, reforça que “um manejo bem feito, aliado a condições climáticas favoráveis e trabalho em equipe, traz resultados excepcionais”, evidenciados pela safra cheia de recordes.

Nas lavouras campeãs, as soluções ICL foram peças-chave dentro de sistemas técnicos integrados, demonstrando que a produtividade sustentável nasce da inovação e da estratégia aplicada no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Câmbio favorece exportação e melhora competitividade do arroz brasileiro no mercado internacional

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A valorização do dólar frente ao real tem contribuído para melhorar a paridade de exportação do arroz brasileiro, aumentando a competitividade do produto no mercado internacional. Apesar disso, o mercado doméstico ainda opera com baixa liquidez e preços pressionados, em um cenário de negociações pontuais e seletivas.

Segundo análise da Safras & Mercado, o ambiente interno segue marcado por compradores atuando apenas para reposição imediata de estoques, enquanto vendedores mantêm postura cautelosa diante da volatilidade do mercado.

Liquidez reduzida limita recuperação mais forte dos preços

De acordo com o consultor Evandro Oliveira, o mercado doméstico de arroz continua apresentando baixa fluidez nas negociações, com pouca disposição dos agentes para volumes maiores.

No entanto, ele destaca que a menor necessidade de liquidação imediata de estoques por parte dos produtores reduziu a pressão vendedora, diminuindo a ocorrência de negócios em níveis mais depreciados, observados em meses anteriores.

Ao mesmo tempo, há sinais de leve aquecimento na demanda industrial, o que sugere um ambiente comercial um pouco mais ativo em comparação ao período entre abril e maio.

Câmbio volta a favorecer exportações do arroz

O comportamento do câmbio passou a ser um fator de sustentação para o setor. Após operar próximo de R$ 5,00, o dólar voltou a se valorizar e chegou a flertar com a faixa de R$ 5,20, melhorando a competitividade do arroz brasileiro no mercado externo.

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Esse movimento contribui diretamente para a paridade de exportação, ampliando o interesse de compradores internacionais e ajudando a equilibrar o cenário interno de preços.

Fundamentos globais indicam ajuste de oferta

No cenário internacional, os fundamentos do mercado de arroz seguem em processo de ajuste. O relatório mais recente do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontou redução nas estimativas de área plantada, produção e estoques globais.

Apesar disso, o consumo mundial permanece em níveis historicamente elevados, enquanto o comércio internacional se mantém próximo de recordes, o que sustenta o equilíbrio entre oferta e demanda no médio prazo.

Nos Estados Unidos, os cortes foram ainda mais significativos, com redução da área cultivada, da produção e dos estoques finais. Há ainda expectativas de novas revisões para baixo na área destinada ao arroz longo fino, o que pode restringir a oferta exportável norte-americana.

Preços do arroz seguem em queda no Rio Grande do Sul

No mercado físico brasileiro, a média da saca de arroz no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira cotada a R$ 58,63, queda de 0,27% em relação à semana anterior.

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Na comparação mensal, o recuo foi de 2,01%, enquanto no acumulado anual a desvalorização já chega a 10,55%, refletindo a pressão persistente sobre os preços internos.

Setor aguarda reação mais consistente do mercado

Apesar da melhora na paridade de exportação e dos sinais de ajuste na oferta global, o mercado de arroz ainda opera sem uma recuperação consistente nas cotações internas. A expectativa dos agentes é de que o câmbio e a dinâmica internacional possam contribuir para maior equilíbrio nas próximas semanas.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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