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Manutenção preventiva de equipamentos de contenção eleva segurança e produtividade na pecuária brasileira

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Segurança e sustentabilidade no manejo de bovinos

Garantir a segurança de pessoas e animais durante o manejo de bovinos é um dos pilares da pecuária moderna. Para alcançar esse equilíbrio — sem comprometer o meio ambiente —, a manutenção preventiva dos equipamentos de contenção se torna essencial nas propriedades rurais.

De acordo com Raphael Moussalem, supervisor regional da Beckhauser, referência nacional na fabricação desses equipamentos, conhecidos como Becksafes, as inspeções regulares são fundamentais para manter o funcionamento adequado e evitar falhas que possam causar acidentes ou comprometer o bem-estar do rebanho.

“A manutenção é fundamental porque os equipamentos de contenção são instrumentos de proteção. Quando bem cuidados, reduzem o estresse dos animais, aumentam a segurança dos operadores e promovem um manejo mais eficiente e tranquilo”, explica Moussalem.

Revisões antecipam falhas e fortalecem boas práticas

A Beckhauser atua diretamente no campo para identificar irregularidades, realizar reparos e orientar pecuaristas sobre planos de manutenção preventiva. O objetivo é antecipar possíveis falhas estruturais e garantir que cada equipamento opere conforme os padrões técnicos e de segurança para os quais foi projetado.

“Nosso foco não é apenas corrigir problemas, mas preveni-los. Assim, aumentamos a vida útil dos equipamentos, mantemos o desempenho constante e reforçamos a responsabilidade ambiental das operações”, destaca o supervisor.

A empresa mantém uma rede certificada de suporte técnico e distribuição, com equipes treinadas para realizar inspeções, identificar falhas precoces e oferecer soluções personalizadas para cada propriedade.

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Benefícios econômicos e operacionais

Manter os equipamentos de contenção em boas condições traz ganhos diretos em produtividade e redução de custos. Estruturas bem conservadas evitam interrupções no manejo, reduzem o retrabalho e garantem um fluxo contínuo de atividades.

“Um Becksafe em perfeito funcionamento mantém a rotina operacional previsível, aumenta a eficiência da equipe e reduz perdas financeiras. No longo prazo, isso representa economia real e maior produtividade”, reforça Moussalem.

Cultura de segurança e bem-estar nas fazendas

Além dos benefícios técnicos, a manutenção preventiva contribui para criar uma cultura de atenção e cuidado dentro das propriedades. Segundo Moussalem, o uso correto dos equipamentos estimula os operadores a observarem riscos e agirem de forma preventiva, tornando a segurança um valor permanente na rotina do campo.

“Quando a manutenção é vista como parte da gestão, o produtor trabalha com planejamento, controle de riscos e estabilidade. A revisão deixa de ser um custo emergencial e se torna um investimento estratégico que protege pessoas, animais e o negócio como um todo”, conclui o especialista.

Conclusão

A manutenção preventiva dos equipamentos de contenção representa muito mais que uma simples ação técnica. Ela reforça a segurança no manejo, melhora o bem-estar animal, reduz custos e contribui para a sustentabilidade da pecuária brasileira — tornando-se um pilar fundamental na profissionalização das operações rurais.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

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Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

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O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

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Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

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