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Mercado de frango mantém estabilidade com suporte da demanda internacional
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O setor de frango brasileiro atravessa um período de relativa estabilidade, sustentado principalmente pela demanda internacional firme. Segundo o levantamento do Agroinfo do Rabobank, o bom desempenho das exportações tem sido fundamental para equilibrar o mercado e atenuar os efeitos dos altos custos de produção.
De acordo com o estudo, países como China, Japão, Emirados Árabes Unidos e União Europeia seguem como os principais destinos da carne de frango brasileira, contribuindo para manter o ritmo dos embarques. O Brasil, por sua vez, reforça sua posição como um dos maiores exportadores globais do setor, beneficiado por sua competitividade e pelo status sanitário favorável.
Apesar desse suporte externo, o cenário doméstico ainda impõe desafios. A demanda interna segue enfraquecida, reflexo da perda de poder de compra da população e do alto nível de endividamento das famílias. Além disso, o setor convive com custos elevados, especialmente com insumos como milho e farelo de soja, o que pressiona as margens das agroindústrias.
“O equilíbrio atual do setor avícola brasileiro está fortemente ancorado nas exportações. Qualquer desaceleração no mercado externo pode comprometer a estabilidade observada nos últimos meses”, destaca o Rabobank em seu relatório.
Para os próximos meses, o banco prevê continuidade da estabilidade, com leve viés de alta na demanda global, o que pode favorecer novos embarques e auxiliar na sustentação dos preços.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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FAO en Alter do Chão: Gobierno de Brasil participa en los debates sobre el sector de la acuicultura
El Ministerio de Pesca e Aquicultura (MPA) estuvo presente este lunes (10) en Alter do Chão, distrito de Santarém (PA), representado por el ministro Edipo Araujo. Él participó en el evento organizado por la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO), con el apoyo de INFOPESCA y la Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Esta es la primera vez que este evento se realiza en el municipio.
El ministro participó en el taller “Estado y perspectivas futuras de las principales especies de peces comerciales cultivadas en la cuenca amazónica”. La iniciativa busca intercambiar conocimientos técnicos actualizados, analizar desafíos comunes y explorar oportunidades de cooperación regional enfocadas en el desarrollo sostenible de la acuicultura de especies nativas. El enfoque abarca especies nativas de alto valor productivo y comercial, como el tambaqui (Colossoma macropomum), el pirarucú (Arapaima gigas), el pacú y el paco (Piaractus spp.), el matrinxã (Brycon spp.), el bagre amazónico (Pseudoplatystoma spp.), así como variedades híbridas.

- FAO
Foto: Cláudio Braga
En consecuencia, el taller contribuye a la elaboración de recomendaciones para el sector. “Actualmente, la acuicultura brasileña alcanza alrededor de 882,3 mil toneladas anuales, superando la producción de la pesca extractiva, que registra aproximadamente 485,7 mil toneladas por año. Estas cifras indican la creciente participación de la actividad acuícola en la oferta de pescado, en la conservación de los stocks pesqueros naturales, en la seguridad alimentaria y nutricional, en el desarrollo regional y en la generación de ingresos para las familias, especialmente para las mujeres, destacó Edipo.
Por la tarde, el ministro participó en una mesa redonda en la Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), donde se abordaron temas relacionados con las políticas públicas y las perspectivas para la pesca y la acuicultura. La agenda también incluyó una visita técnica al Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), campus de Santarém.
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Ana Célia Costa
Ministério da Pesca e Aquicultura



