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Mercado do boi gordo mantém estabilidade e ritmo lento nas negociações pelo país
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Preços do boi gordo permanecem estáveis em São Paulo
O mercado físico do boi gordo apresentou estabilidade nesta quinta-feira (27), de acordo com o informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria. Em São Paulo, os preços permaneceram inalterados em todas as categorias, refletindo um cenário de oferta restrita e negociações em ritmo lento.
As escalas de abate seguem em média de seis dias, indicando que os frigoríficos estão conseguindo repor a produção apenas de forma pontual, sem grandes pressões sobre os preços.
Minas Gerais mantém cotações firmes e pouca oferta
Em Minas Gerais, o levantamento também apontou mercado firme e com pouca oferta de animais terminados. Segundo a Scot Consultoria, não houve variação nas cotações em relação ao dia anterior, e o volume de negócios segue limitado, o que ajuda a sustentar os preços no estado.
A escassez de oferta, aliada ao consumo ainda moderado no mercado interno, tem mantido as negociações em compasso de espera, com frigoríficos operando de forma seletiva.
Tocantins tem leve recuo no Norte e estabilidade no Sul
No Tocantins, o comportamento do mercado foi misto. Após a alta registrada na véspera na região Sul do estado, a quinta-feira foi marcada por estabilidade nas cotações. Já na região Norte, o boi gordo recuou R$ 2,00 por arroba, enquanto as demais categorias permaneceram sem alterações.
De acordo com a análise da Scot Consultoria, a oferta enxuta tem sido suficiente para atender à demanda, sem gerar excedentes. Frigoríficos com parcerias de fornecimento operam com escalas mais longas, enquanto aqueles dependentes do mercado spot continuam com escalas curtas.
Cenário nacional segue com pouca pressão de baixa
O mercado do boi gordo no Brasil segue equilibrado, sustentado pela redução na oferta de animais prontos para o abate e pela demanda interna regular. A expectativa é de que as cotações se mantenham firmes nos próximos dias, com variações pontuais de acordo com a região e o nível de oferta local.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Tucunaré: o guardião dos filhotes nas águas brasileiras
Encontrado em rios, lagos e áreas alagadas de diferentes regiões do Brasil, o tucunaré é um dos peixes de água doce mais conhecidos do país. Além da coloração marcante, que varia entre tons de amarelo, verde, azul e vermelho, a espécie também se destaca por um comportamento pouco comum no mundo dos peixes: o cuidado com os filhotes.
Após a reprodução, o casal constrói ninhos e permanece próximo aos ovos e aos alevinos, protegendo a prole contra possíveis predadores. Esse cuidado parental aumenta as chances de sobrevivência dos filhotes e faz do tucunaré uma exceção entre muitas espécies de peixes de água doce.
Existem 16 espécies de tucunaré identificadas, sendo 14 delas encontradas no Brasil. Cada uma apresenta padrões diferentes de cores e manchas, mas todas compartilham uma característica marcante: uma mancha arredondada próxima à cauda, conhecida como ocelo, que ajuda na identificação da espécie.
Com hábitos diurnos, o tucunaré vive principalmente em lagos, lagoas e áreas de remanso dos rios, onde caça peixes menores e camarões. Sua combinação de cores vibrantes, comportamento protetor e diversidade faz do tucunaré um dos grandes símbolos da biodiversidade dos rios brasileiros.
O Tucunaré está na lista das espécies-alvo da pesca amadora e esportiva de acordo com o banco de dados da União Internacional para Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (UICN).
ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
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