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Mercosul e Canadá retomam negociações de Acordo de Livre Comércio após três anos de pausa

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As negociações para um Acordo de Livre Comércio entre o Mercosul e o Canadá serão retomadas após três anos de paralisação. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (25), em Brasília, após encontro entre o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, e o ministro de Comércio Internacional do Canadá, Maninder Sidhu.

Segundo Alckmin, a reunião representou um passo importante para reaproximar os dois países. “Podemos ampliar ainda mais essa parceria para fortalecer as relações bilaterais com o Canadá e aumentar nossas trocas comerciais”, afirmou o ministro.

Próximos passos para a retomada

Uma reunião entre os negociadores-chefe do Mercosul e do Canadá já está prevista para outubro, com o objetivo de definir um cronograma de rodadas formais de negociação. Neste semestre, o Brasil exerce a presidência temporária do bloco regional, o que deve acelerar a coordenação interna para avançar no processo.

Setores estratégicos na cooperação bilateral

Durante o encontro, os ministros também debateram oportunidades de cooperação em setores estratégicos, como mineração, agronegócio, fertilizantes, defesa, energia renovável e complexo industrial da saúde. A expectativa é que o setor privado dos dois países tenha papel ativo nesse processo de integração econômica.

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Potencial do acordo para o Brasil e o Mercosul

Na avaliação do governo brasileiro, o acordo com o Canadá poderá ampliar o acesso a mercados, reduzir barreiras comerciais e diversificar os destinos das exportações nacionais. Além disso, há expectativa de maior integração em cadeias produtivas, estímulo a investimentos sustentáveis e avanços em áreas como medidas sanitárias, fitossanitárias e inovação.

O Canadá ocupa atualmente a 7ª posição entre os principais destinos das exportações brasileiras. O Brasil, por sua vez, é o maior investidor latino-americano no Canadá, com destaque para projetos em infraestrutura, tecnologia, energia renovável e agronegócio.

Agenda internacional de Alckmin

Após a reunião, Alckmin seguiu para o México nesta terça-feira (26), onde cumpre agenda política e empresarial com o objetivo de ampliar mercados para produtos brasileiros e estreitar relações econômicas com parceiros da região.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pesca e aquicultura geram empregos em todo o país

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Em média, o brasileiro consome 12 quilos de pescado por ano. O número é ainda maior em alguns estados como Ceará, Pernambuco e Amazonas, onde o consumo pode passar de 40 quilos por pessoa ao ano. Esse consumo só é possível porque contamos com uma longa cadeia produtiva, que envolve pescadores industriais e artesanais, armadores de pesca, aquicultores e uma indústria robusta, responsável pelo beneficiamento.

Atualmente, são mais de 1 milhão de pescadores profissionais registrados, sendo que mais de 507 mil mulheres. Na aquicultura, apenas em Águas da União, são 1.422 contratos vigentes, que geral 4.126 empregos diretos e outros mais de 16 mil indiretos.

Esses trabalhadores são responsáveis por mais de 1.780 milhão de toneladas de pescado ao ano (águas continentais e marinhas). Na aquicultura, são mais de 3,1 milhões de toneladas ao ano. Entre os produtos mais procurados estão o camarão, a tilápia, o tambaqui e outras espécies de peixes.

Mas o setor ainda pode ser fortalecido e gerar ainda mais empregos por meio do aumento do consumo. Em entrevista recente ao programa “Bom Dia, Ministro”, do Canal Gov, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, ressaltou a importância de incentivar o consumo pescado pelos brasileiros. “Estamos trabalhando para que a população deixe de comer peixe apenas no Natal e na Semana Santa, datas em que o consumo é principalmente de espécies estrangeiras, como o bacalhau”.

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Ele também destacou a necessidade de políticas públicas para melhorar a rastreabilidade e a confiabilidade dos produtos de origem da pesca e aquicultura. “A gente precisa garantir que o pescado chegue com qualidade na mesa do nosso consumidor”.

Para o secretário Nacional da Pesca Artesanal, Cristiano Ramalho, a atuação do Ministério da Pesca e Aquicultura tem contribuído para o reconhecimento e a valorização dos trabalhadores do setor pesqueiro. “As nossas ações se conectam para ampliar a potencialidade do mundo do trabalho da pesca artesanal, que é associado ao modo de vida, à segurança alimentar e aos aspectos éticos e raciais nos territórios pesqueiros”, declarou.

A diretora do Departamento de Aquicultura em Águas da União, Juliana Lopes, exaltou o trabalho e a dedicação de todos que trabalham na pesca e aquicultura. “Neste Dia do Trabalhador, vamos celebrar quem faz das águas o seu sustento e a sua missão. Homens e mulheres que movimentam a economia, que alimentam o Brasil e que mantêm viva a tradição da pesca e da aquicultura. Por trás de cada produção, existe dedicação, resistência, resiliência e muito amor pelo que se faz”.

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Acesse nosso Boletim e Painel da Estatística Pesqueira e Aquícola e saiba mais sobre o perfil dos trabalhadores e trabalhadoras das águas do Brasil.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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