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Microverdes conquistam espaço em hortas caseiras e pratos saudáveis

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Os microverdes têm ganhado destaque nas hortas domésticas e na alimentação saudável. Pequenos em tamanho, mas ricos em nutrientes, esses vegetais se adaptam facilmente a espaços reduzidos e permitem mais autonomia alimentar para quem deseja cultivar alimentos frescos em casa.

O que são os microverdes e como cultivá-los

Os microverdes são plantas colhidas ainda em estágio inicial, geralmente entre 7 e 21 dias após o plantio, quando surgem as primeiras folhas verdadeiras. Diferenciam-se dos brotos, colhidos logo após a abertura da semente, e das folhas totalmente desenvolvidas, oferecendo um alimento fresco e concentrado em nutrientes.

O cultivo é simples: basta escolher sementes adequadas, utilizar um recipiente com substrato apropriado, garantir luz natural e realizar regas regulares. O ciclo curto e o manejo descomplicado tornam os microverdes ideais para iniciantes na jardinagem doméstica.

Versatilidade na culinária e benefícios nutricionais

Na cozinha, os microverdes podem ser utilizados em saladas, sanduíches, omeletes, sopas e sucos, além de adicionarem textura, frescor e decoração aos pratos. Estudos indicam que esses vegetais podem apresentar maiores concentrações de vitaminas, minerais e antioxidantes em comparação às folhas maduras das mesmas espécies, dependendo do tipo de planta e do método de cultivo.

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Novidades da Topseed Garden para cultivo doméstico

A Topseed Garden lançou recentemente envelopes de 5g da linha Blue Line, destinados ao cultivo doméstico de microverdes. Segundo o gerente comercial, Matheus Scarpat, o portfólio oferece 14 variedades, incluindo agrião da terra, alho-poró, beterraba, brócolis, coentro, couve-manteiga, mostarda, rabanete, repolho-roxo, rúcula, agrião-pimenta, cenoura, cebola e manjericão Genovese.

O plantio caseiro de microverdes representa uma alternativa prática, econômica e sustentável, capaz de enriquecer a alimentação, promover hábitos saudáveis e garantir o consumo de alimentos frescos diretamente do vaso para o prato.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Vacinação contra Salmonella reduz mortalidade de suínos em mais de 50% e gera ROI de até 796%

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Desafio sanitário cresce na suinocultura brasileira

A suinocultura nacional tem enfrentado um cenário de maior pressão sanitária com o avanço da Salmonella enterica sorovar Choleraesuis. Além dos impactos na produtividade e no bem-estar animal, a presença da bactéria também representa risco para a saúde pública e pode afetar a competitividade do Brasil no mercado exportador.

No campo produtivo, os prejuízos estão associados principalmente à redução do ganho de peso e ao aumento da mortalidade nas fases iniciais de criação.

Vacinação reduz mortalidade em mais de 54% na fase de creche

Um levantamento realizado pela MSD Saúde Animal em uma granja comercial em Minas Gerais apontou resultados expressivos com a adoção de estratégia vacinal preventiva.

A taxa de mortalidade na fase de creche caiu de 6,51% para 2,97%, o que representa uma redução de 54,38% nas perdas de animais.

O desempenho reforça o papel da imunização como ferramenta central no controle da enfermidade dentro dos sistemas produtivos.

Retorno econômico chega a quase R$ 8 para cada R$ 1 investido

Além dos ganhos sanitários, o estudo também evidenciou forte impacto financeiro positivo.

A redução da mortalidade foi associada a um incremento estimado de mais de R$ 163 mil por ano no resultado da granja analisada. O Retorno sobre o Investimento (ROI) atingiu 796%.

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Na prática, isso significa que cada R$ 1,00 aplicado na vacinação gerou aproximadamente R$ 7,96 de retorno líquido ao produtor.

Segundo Juliana Fernandes, coordenadora técnica de Suinocultura da MSD Saúde Animal, o resultado reforça o papel estratégico da prevenção sanitária dentro da atividade.

Tecnologia vacinal e eficiência operacional na granja

O estudo avaliou o uso da vacina viva atenuada Porcilis® Argus SC/ST, destacando não apenas sua eficácia, mas também a praticidade de aplicação no manejo diário.

Entre os diferenciais observados estão:

  • Aplicação via água de bebida, eliminando o uso de agulhas
  • Dose única, simplificando o protocolo sanitário
  • Redução de mão de obra e custos operacionais

O protocolo é direcionado a leitões desmamados entre 21 e 25 dias de idade, período considerado crítico para a proteção imunológica na fase de creche.

Alternativas de aplicação ampliam flexibilidade no manejo

A vacina também demonstrou viabilidade de aplicação oral direta com uso de dosador tipo pistola (pig doser), mantendo eficácia e segurança clínica e microbiológica.

Nesse modelo, a administração ocorre em dose única de 1 mL ou 2 mL em leitões desmamados.

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Segundo especialistas, a possibilidade de diferentes formas de aplicação contribui para adaptar o protocolo às rotinas de cada sistema produtivo, sem perda de desempenho sanitário.

Resistência antimicrobiana reforça papel da imunização

O avanço da resistência a antimicrobianos tem ampliado a preocupação do setor com estratégias preventivas.

Entre 2017 e 2022, a S. Choleraesuis foi o segundo sorovar mais identificado em suínos no Brasil, representando cerca de 33% dos casos, atrás apenas da S. Typhimurium, com 43%.

Esse cenário reforça a vacinação como uma das principais ferramentas para reduzir o uso de antibióticos, melhorar a sanidade dos rebanhos e garantir maior sustentabilidade econômica da produção.

Perspectiva para o setor

Os resultados observados indicam que programas de imunização bem estruturados podem gerar impacto direto na redução de perdas produtivas e na melhoria da rentabilidade das granjas.

A tendência é que estratégias preventivas ganhem ainda mais relevância diante do aumento dos desafios sanitários e da busca por sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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