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Ministério da Pesca e Aquicultura divulga Nota Metodológica das estimativas para o controle de produção da tainha no Estuário da Lagoa dos Patos (RS)

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) disponibilizou , nesta segunda-feira (12), a Nota Metodológica das Estimativas para o Controle de Produção da Tainha (Mugil liza), referente ao Estuário da Lagoa dos Patos, no Rio Grande do Sul. O documento detalha as fontes de dados utilizadas e os procedimentos adotados para estimar a produção da espécie na região, conforme previsto na Portaria Interministerial MPA/MMA nº 26, de 28 de fevereiro de 2025.

A nota técnica tem como objetivo garantir a transparência e a rastreabilidade do processo de estimativa, fundamental para o controle das cotas de captura da tainha na safra de 2025. As estimativas são construídas com base em informações do sistema SISTAINHA, do Projeto de Estatística da Pesca Estuarina e Marinha do Rio Grande do Sul (em parceria com a FURG), e em estudos técnicos da FAO.

A metodologia contempla modelos de expansão de dados, conforme previsto na Portaria Interministerial MPA/MMA nº 26, de 28 de fevereiro de 2025. e considera a dinâmica da atividade pesqueira artesanal na região, especialmente nos municípios de maior relevância para a safra, como São Lourenço do Sul, Rio Grande, Pelotas e São José do Norte.

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Clique aqui para acessar a Nota Metodológica completa

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Safra de caqui no Paraná ganha força, movimenta R$ 18,2 milhões e impulsiona exportações da fruta

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A temporada de caqui no Paraná entra no período de maior oferta entre março e junho, consolidando a fruta como destaque do outono tanto no mercado interno quanto nas exportações. Com produção anual próxima de 6 mil toneladas, o Estado reforça sua relevância no cenário nacional e amplia sua participação no comércio internacional.

Produção paranaense mantém relevância no cenário nacional

De acordo com dados do Departamento de Economia Rural do Paraná, o Paraná ocupa atualmente a quinta posição no ranking nacional de produção de caqui, considerando volume e Valor Bruto da Produção (VBP).

Em 2023, a cultura ocupou 470 hectares no Estado, resultando em:

  • Produção: 6,2 mil toneladas
  • VBP: R$ 18,2 milhões

Apesar de desafios fitossanitários, como a incidência de antracnose nos últimos anos, a cadeia produtiva segue consolidada em diversas regiões.

Regiões produtoras e municípios em destaque

A produção de caqui no Paraná é concentrada em polos regionais com condições climáticas favoráveis.

Os principais núcleos produtores são:

  • Curitiba: 29,1% da produção estadual
  • Ponta Grossa: 21,3%
  • Cornélio Procópio: 11,8%
  • Apucarana: 11,4%
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Entre os municípios, destaque para:

  • Arapoti: 13,6% da produção estadual
  • Bocaiúva do Sul: 7,9%
  • Porto Amazonas: 6,2%

As condições de clima ameno nessas regiões favorecem o desenvolvimento da cultura, que é sensível a variações no regime de chuvas.

Exportações brasileiras crescem e Paraná amplia participação

No cenário nacional, o Brasil produz cerca de 165,3 mil toneladas de caqui por ano. Em 2024, o país exportou 460 toneladas da fruta para 34 destinos internacionais.

Os principais mercados importadores incluem:

  • Países Baixos
  • Canadá
  • Estados Unidos

O Paraná também tem ampliado sua presença no comércio externo. Em 2025, as exportações estaduais somaram US$ 369 mil, crescimento de 248% em relação a 2024, quando o valor foi de US$ 106 mil.

Preços favorecem consumo e valorizam produto no atacado

A safra atual apresenta cenário positivo tanto para produtores quanto para consumidores.

No atacado, variedades como chocolate, fuyu e taubaté registraram valorização, com preços chegando a:

  • R$ 148,11 por caixa de 20 kg ao produtor

Já no varejo, houve redução de até 21% nos preços em relação ao mês anterior, ampliando o acesso do consumidor à fruta durante o pico da safra.

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Pico da safra garante qualidade e melhores preços

Segundo o engenheiro agrônomo Paulo Andrade, do Deral, a tendência é de manutenção da oferta elevada nos próximos meses.

“A expectativa é de continuidade da boa oferta, mesmo com possíveis variações climáticas. O ideal é aproveitar o período de safra, quando há melhor equilíbrio entre qualidade e preço nas Centrais de Abastecimento”, explica.

Com produção consolidada, preços competitivos e avanço nas exportações, o caqui paranaense ganha destaque no agronegócio nacional. O cenário atual reforça a importância da cultura para a diversificação da produção agrícola e para a geração de renda no campo, além de ampliar oportunidades no mercado externo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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