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Café arábica ultrapassa US$ 4,20/lp em Nova York e renova preocupações com oferta limitada
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Cotações em alta nesta terça-feira
Os contratos futuros do café arábica operavam em forte alta nas bolsas internacionais na manhã desta terça-feira (29). O vencimento de maio de 2025 registrava cotação de 427,80 cents por libra-peso (US$ 4,278/lp) na Bolsa de Nova York por volta das 8h50 (horário de Brasília), acumulando valorização de 625 pontos.
Oferta restrita sustenta os preços
Segundo o boletim divulgado pelo Escritório Carvalhaes, os fundamentos que sustentam o mercado permanecem inalterados: estoques globais baixos e adversidades climáticas continuam pressionando os preços. A aproximação do inverno no hemisfério sul tende a agravar esse cenário. O documento também destaca o contexto internacional de elevada instabilidade.
“O quadro da economia mundial continua sendo de enormes incertezas. Teremos de aguardar o desenvolvimento das negociações entre EUA e China, convivendo com muita volatilidade nos mercados mundiais, em meio às rápidas mudanças de opinião do presidente americano. É impossível prever o que acontecerá nas próximas semanas”, aponta o boletim.
Demanda firme x oferta limitada no Brasil
De acordo com o analista Jack Scoville, do The Price Futures Group, a demanda internacional continua aquecida, o que contrasta com a oferta restrita no Brasil, maior produtor mundial da commodity. Esse desequilíbrio mantém os preços sustentados.
Preocupações com a safra 2025/26
Produtores nas principais regiões de cultivo de café arábica, como Minas Gerais e São Paulo, demonstram apreensão com a formação dos grãos da safra 2025/26. Segundo o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), as chuvas ocorridas entre fevereiro e março foram mal distribuídas, concentrando-se em poucos dias e comprometendo a etapa final do enchimento dos grãos.
Demais vencimentos do arábica também sobem
Além do contrato de maio/25, outros vencimentos do arábica também apresentavam valorização na manhã desta terça-feira:
- Julho/25: 414,50 cents/lbp (+445 pontos)
- Setembro/25: 405,60 cents/lbp (+370 pontos)
- Dezembro/25: 394,80 cents/lbp (+255 pontos)
Robusta registra fortes ganhos em Londres
O café robusta também operava em alta na Bolsa de Londres. As cotações para os contratos futuros indicavam:
- Maio/25: US$ 5.510/tonelada (+US$ 148)
- Julho/25: US$ 5.507/tonelada (+US$ 94)
- Setembro/25: US$ 5.453/tonelada (+US$ 88)
- Novembro/25: US$ 5.385/tonelada (+US$ 85)
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Mapa e representantes da Câmara de Comércio dos Estados Unidos discutem temas comerciais do agronegócio
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) recebeu, nesta terça-feira (28), representantes da Câmara de Comércio dos Estados Unidos e do Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos para tratar de oportunidades comerciais entre os dois países. O encontro ocorreu na sede da Pasta, em Brasília (DF).
O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, e o secretário-executivo do Mapa, Cleber Soares, participaram da abertura da reunião.
Entre os temas abordados, estiveram os pontos de interesse agrícola entre os países, o fluxo comercial dos últimos meses e as oportunidades ligadas à ciência e tecnologia, biocombustíveis, entre outros.
O secretário-adjunto de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Augusto Billi, destacou o potencial de ampliação da pauta exportadora brasileira e as negociações em curso para abertura de ampliação do acesso ao mercado americano.
Os Estados Unidos se destacam como um dos principais destinos das exportações do agronegócio brasileiro. Em 2025, o Brasil exportou cerca de US$ 11,4 bilhões em produtos agropecuários para o mercado norte-americano, enquanto as importações somaram aproximadamente US$ 1,05 bilhão. Entre os principais itens exportados estão café, carnes, produtos do complexo sucroalcooleiro e cacau.
CÂMARA DE COMÉRCIO DOS EUA
A Câmara de Comércio dos Estados Unidos (US Chamber Of Commerce) é considerada a maior organização comercial do mundo, representando os interesses de empresas americanas. Atua como o principal braço de influência em Washington e globalmente, trabalhando para promover políticas públicas que estimulem o crescimento econômico, a livre iniciativa e o comércio internacional.
Já o Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos (Brazil-U.S. Business Council) faz parte da Câmara e é a principal organização empresarial dedicada exclusivamente a fortalecer a parceria econômica entre o Brasil e os EUA.
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