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MPA divulga Calendário da Pesca Esportiva 2025
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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) disponibiliza uma ferramenta com os principais campeonatos de pesca esportiva do país. Além de divulgar os torneios, o objetivo é promover a atividade como meio de desenvolvimento econômico, social e cultural do setor pesqueiro, ressaltando a importância da emissão das licenças de pesca amadora e esportiva e dos certificados para os organizadores.
O calendário com os campeonatos está disponível no site do Ministério e pode ser acessado por qualquer interessado. Os eventos são separados por data, município e estado, além da instituição organizadora e as etapas da competição.
Entre os destaques dos próximos meses, estão o Festival Internacional da Pesca Esportiva, o Campeonato Brasileiro de Pesca Subaquática, o Campeonato Estadual de Pesca Esportiva do Espírito Santo e o Circuito Goiano de Pesca Esportiva. A participação nos eventos depende de cada organização, porém, é necessário ter a Licença de Pesca Amadora e Esportiva emitida pelo MPA.
De acordo com a bióloga do Departamento de Pesca Industrial, Amadora e Esportiva, da Secretaria Nacional de Pesca Industrial, Amadora e Esportiva, Suelen Brasil, o MPA é o órgão responsável pela emissão dos certificados de registro de organizador de competição e de autorização para a competição de todos os eventos do setor. “Quando esses campeonatos são solicitados, eles passam pela avaliação técnica, na qual se confere a documentação da entidade solicitante e a avaliação técnica de ordenamento pesqueiro, como área de pesca, as espécies alvo, o tipo de pescaria entre outros requisitos, verificando o atendimento às legislações vigentes”, explicou.
Quem tem um evento marcado, precisa solicitar o Certificado de Autorização para Competição de Pesca Amadora e Esportiva no site do Governo Federal. Basta clicar neste link. A partir daí, estará automaticamente incluso no calendário do MPA.
Clique e confira o calendário completo com as competições da Pesca Esportiva!
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Preços do trigo sobem no Brasil com oferta restrita e ajuste no mercado em abril
O mercado brasileiro de trigo encerrou abril com valorização nas principais regiões produtoras, sustentado pela oferta restrita, firmeza dos vendedores e necessidade de recomposição de estoques por parte dos moinhos. O movimento reflete um ajuste no mercado interno, especialmente diante da menor disponibilidade no Sul e da crescente exigência por qualidade do grão.
Mercado interno: escassez e qualidade sustentam preços
A baixa oferta disponível nas regiões produtoras foi determinante para a sustentação das cotações ao longo do mês. A comercialização mais seletiva, com foco em lotes de melhor qualidade, também contribuiu para o cenário de valorização.
No Paraná, a média FOB interior avançou 3% em abril, alcançando R$ 1.407 por tonelada. Já no Rio Grande do Sul, o movimento foi mais expressivo, com alta de 8%, elevando a referência para R$ 1.295 por tonelada.
O comportamento reforça um mercado mais ajustado, com menor volume disponível e maior rigor na negociação, principalmente em relação ao padrão do produto.
Acumulado de 2026 mostra recuperação relevante
No primeiro quadrimestre de 2026, a alta acumulada dos preços é significativa, indicando uma mudança importante na dinâmica do mercado desde o início do ano:
- Paraná: +20%
- Rio Grande do Sul: +25%
Apesar da recuperação no curto prazo, na comparação anual as cotações ainda permanecem abaixo dos níveis registrados no mesmo período do ano anterior, com recuos de 9% no Paraná e 10% no Rio Grande do Sul.
Esse cenário evidencia que o mercado doméstico reage aos fundamentos internos, mas ainda enfrenta limitações impostas pelo ambiente externo.
Mercado externo: referência argentina e incertezas de qualidade
A Argentina segue como principal referência para a formação de preços do trigo no Brasil. Em abril, as indicações nominais para o produto com teor de proteína acima de 11,5% permaneceram estáveis, ao redor de US$ 240 por tonelada.
No entanto, o cenário internacional aponta para possíveis ajustes. O trigo hard norte-americano registrou valorização de 7,8% no mês e acumula alta de 27% em 2026, sinalizando pressão altista global.
Além disso, persistem incertezas quanto ao padrão de qualidade do trigo argentino disponível para exportação, o que pode influenciar diretamente a competitividade e os preços no mercado regional.
Câmbio limita repasse da alta internacional
Apesar do viés altista nos fundamentos domésticos e da pressão externa, o câmbio tem atuado como principal fator de contenção para os preços no Brasil.
A valorização do real frente ao dólar reduz a paridade de importação, limitando o repasse das altas internacionais para o mercado interno. Com isso, mesmo diante de um cenário global mais firme, os avanços nas cotações domésticas ocorrem de forma mais moderada.
Tendência: mercado segue sensível à oferta e ao câmbio
A perspectiva para o curto prazo é de manutenção de um mercado ajustado, com preços sustentados pela oferta restrita e pela demanda pontual dos moinhos.
No entanto, a evolução do câmbio e o comportamento das cotações internacionais seguirão sendo determinantes para a intensidade dos movimentos no Brasil, especialmente em um cenário de integração crescente com o mercado global.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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