AGRONEGOCIOS
MPA participa da COP15 sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres
AGRONEGOCIOS
O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participará da 15ª Conferência das Partes (COP15) da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS), um dos principais fóruns internacionais voltados à proteção da biodiversidade. O evento será realizado entre os dias 23 e 29 de março, em Campo Grande (MS).
O MPA será representado pelo secretário-executivo, Edipo Araujo, e por uma equipe técnica de servidores. A programação contará com painéis voltados às diversas áreas de atuação do Ministério, com foco na sustentabilidade da pesca, na conservação das espécies migratórias aquáticas e no fortalecimento da cooperação internacional.
Programação do MPA
- Segunda-feira, 23 de março, das 13h45 às 14h30, Sala 2
Automonitoramento na pesca artesanal: uma ferramenta escalável para a conservação de espécies migratórias e a implementação da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS)
Painel em português, com legendas em inglês
Organizado por: Secretaria Nacional de Pesca Artesanal (SNPA) do Ministério da Pesca e Aquicultura do Brasil
- Segunda-feira, 23 de março, das 14h45 às 15h35, Espaço Brasil
Respostas regionais a vulnerabilidades climáticas da dourada (Brachyplatystoma rousseauxii) e da piramutaba (Brachyplatystoma vaillantii), com lançamento dashboard sobre rotas migratórias e habitat da piraíba (Brachyplatystoma filamentosum)
Painel em português, com legendas em inglês
Organizado por: Secretaria Nacional de Registro, Monitoramento e Pesquisa da Pesca e Aquicultura (SERMOP), Secretaria Nacional de Pesca Industrial, Amadora e Esportiva (SNPI) e Assessoria Especial Internacional (ASIN) do Ministério da Pesca e Aquicultura do Brasil, em suporte ao Plano de Aceleração de Sistemas Alimentares Aquáticos como Soluções Climáticas da Agenda de Ação da COP30 da UNFCCC, com contribuições da iniciativa Transformação Azul da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), da Coalizão dos Alimentos Azuis Aquáticos da Cúpula das Nações Unidas dos Sistemas Alimentares e do Centro Internacional para a Gestão de Recursos Aquáticos Vivos (WorldFish).
- Quarta-feira, 25 de março, das 13h45 às 14h30, Sala 2
Grandes bagres amazônicos: dados pesqueiros, rotas migratórias e desafios ambientais na Bacia Amazônica
Painel em português e espanhol, com legendas em inglês
Organizado por: Secretaria Nacional de Registro, Monitoramento e Pesquisa da Pesca e Aquicultura (SERMOP) do Ministério da Pesca e Aquicultura do Brasil e WCS Brasil
- Quinta-feira, 26 de março, das 12h45 às 13h30, Sala 2
Pesca e conectividade: um Plano de Ação regional para os bagres migratórios da Amazônia
Painel em inglês, com interpretação simultânea ao português
Organizado por: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima do Brasil (MMA), Ministério da Pesca e Aquicultura do Brasil (MPA), Aliança pelas Águas Amazônicas e Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA)
- Sexta-feira, 27 de março, das 12h45 às 13h30, Sala 5
Mitigação da captura incidental de pequenos cetáceos: fortalecendo a cooperação na Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (ZOPACAS)
Painel em inglês, com legendas para português
Organizado por: Assessoria Especial Internacional (ASIN) do Ministério da Pesca e Aquicultura do Brasil, em colaboração com a Comissão Internacional da Baleia (CBI) e a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) dos Estados Unidos da América
Serviço
15ª Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS)
Data: 23 a 29 de março de 2026
Local: Bosque Expo, Shopping Bosque dos Ipês, Av. Cônsul Assaf Trad 4796, Parque dos Novos Estados, Campo Grande/MS, CEP: 79035-900
Contato
[email protected]
(61) 3276-5193 / (61) 8141-7229
Erika Meneses – Coordenadora da Assessoria de Comunicação do MPA
www.gov.br/mpa
@minpescaeaquicultura
AGRONEGOCIOS
Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos
Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.
Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.
No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.
Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.
O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.
No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.
Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.
Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.
Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.
A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.
O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.
Fonte: Pensar Agro
-
AGRONEGOCIOS3 anos atrás
Agrônomo mineiro recebe a Comenda do Mérito Agronômico, a mais alta distinção da categoria
-
MATO GROSSO3 anos atrás
A Palavra Aberta
-
MATO GROSSO3 anos atrás
Mar… ia
-
MATO GROSSO3 anos atrás
A solidão humana
-
Gourmet2 anos atrás
Molho Bolonhesa
-
Gourmet2 anos atrás
Brigadeiro
-
Gourmet2 anos atrás
Picolé detox
-
Gourmet2 anos atrás
Molho rosé

