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Nova TSV Sementes consolida reposicionamento com portfólio ampliado e foco em inovação
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A TSV Sementes anunciou o início de uma nova fase após sua fusão com a Superseed, em um movimento estratégico que une duas linhas de produtos e dá origem a uma marca única e fortalecida no setor de sementes de hortaliças. A iniciativa resulta de um estudo de branding que visa consolidar a empresa como referência nacional, com um portfólio mais completo, moderno e alinhado às demandas do campo.
Fusão estratégica amplia oferta e reforça presença no mercado
De acordo com o gerente de Marketing da TSV Sementes, Marcos Vieira, a união das marcas surgiu da análise de mercado que identificou sinergias entre os produtos das duas empresas e a oportunidade de fortalecer uma identidade única.
“A integração ampliou a oferta de cultivares da TSV, garantindo maior profundidade genética para diferentes perfis de produção. Nosso foco é estar cada vez mais próximo do produtor, oferecendo variedade, suporte técnico e confiança no que se planta”, destacou Vieira.
Novo conceito de marca: Tecnologia, Semente e Vida
A reformulação também trouxe uma nova identidade visual e conceitual. A sigla TSV ganhou um novo significado — Tecnologia, Semente e Vida —, refletindo o compromisso da empresa com a inovação genética, a qualidade das sementes e a valorização do produtor rural.
Segundo Vieira, o reposicionamento reforça os pilares que sustentam o crescimento da marca: excelência, modernidade e proximidade com o campo.
Atendimento nacional e suporte técnico especializado
O gerente Comercial da TSV Sementes, Douglas Machado, ressaltou que a unificação das operações torna o relacionamento com clientes e parceiros mais ágil e eficiente, consolidando a presença da empresa em todo o território nacional.
“Nosso objetivo é atender desde o pequeno até o grande produtor, além de apoiar os parceiros comerciais em todas as regiões do país. A nova TSV Sementes nasce mais forte, com um portfólio robusto, produtos reconhecidos e a missão de continuar levando tecnologia, genética e confiança ao campo”, afirmou.
Estrutura de pesquisa e inovação em diferentes regiões
A TSV Sementes conta com estações experimentais e de pesquisa em São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Rio Grande do Norte e Pernambuco, além de uma equipe de consultores técnicos distribuída em todo o Brasil.
De acordo com Machado, essa estrutura permite a validação genética e o desenvolvimento de cultivares adaptadas a diferentes realidades produtivas, considerando fatores como solo, clima e manejo.
“Essa infraestrutura nos permite lançar constantemente novos produtos com a mais alta tecnologia disponível no mundo, sempre acompanhando a evolução da agricultura e as necessidades do mercado”, concluiu.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Conheça a história de uma aquicultora que vive na região da pérola do Tapajós
Era apenas um passatempo em 2009, mas, aos poucos, ganhou espaço na rotina e se transformou em uma atividade que hoje envolve toda a família. Vilma Clea Oliveira da Silva, 64 anos, começou a criar peixes em uma barragem de grande porte sem pretensão comercial, para consumo próprio e para observar o desenvolvimento dos animais. Foi justamente a curiosidade do que acontecia dentro dos tanques que despertou o interesse pela aquicultura. Com o passar do tempo, a observação do dia a dia e o rendimento da criação fizeram com que ela percebesse que havia uma possibilidade de trabalho. A experiência que nasceu de maneira simples levou Vilma a buscar conhecimento e a investir cada vez mais na criação de peixes.
É olhando exatamente para as águas da Amazônia que a aquicultora enxerga uma das maiores possibilidades para o futuro. Seu sonho é que os rios da região possam ser mais bem aproveitados, sempre dentro das regras ambientais e de forma responsável. “Nós temos dois grandes rios, o Amazonas e o Tapajós”, destaca ao falar sobre o potencial que vê.
Esse olhar para o futuro também se estende à própria família. Os filhos seguem próximos da aquicultura e ajudam de maneiras diferentes. A filha, que está se formando em medicina, contribui principalmente na parte clínica e laboratorial, enquanto o filho participa das atividades práticas do dia a dia relacionadas ao cultivo nos tanques. Assim, aquilo que começou como uma experiência pessoal foi gradualmente se tornando também uma vivência compartilhada entre gerações.

- Vilma Clea Oliveira da Silva
Se a continuidade da atividade passa pela família, Vilma acredita que também depende de quem está chegando agora. Para os jovens que pensam em trabalhar com aquicultura, ela recomenda buscar conhecimento e qualificação. Há caminhos de formação ligados à área, como o curso de Engenharia de Pesca da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) e capacitações em Aquicultura oferecidas pelo Instituto Federal do Pará (IFPA). Investir em conhecimento significa também ampliar a capacidade de quem trabalha diretamente com a criação de peixes e de quem poderá ajudar outros produtores a enfrentarem os desafios da atividade.
Aquicultura é o cultivo de organismos aquáticos com alimentação controlada, monitoramento constante e boas práticas de produção. A atividade pode ser realizada em águas marinhas e continentais. Dentro de espaços como rios, lagos, reservatórios, utilizando água destes em viveiros escavados em terra ou em aquários. Há diversas formas de cultivo e diversas espécies.
ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
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