CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

AGRONEGOCIOS

Novo modelo de crédito para o agronegócio ganha destaque e oferece condições facilitadas

Publicados

AGRONEGOCIOS

O crédito rural continua sendo um instrumento fundamental para o agronegócio brasileiro, utilizado em diversas fases da atividade, como aquisição de imóveis rurais, máquinas, equipamentos, expansão do negócio e custeio agrícola. Com a Selic atualmente em 14,75% ao ano, as taxas das linhas de investimento e custeio permanecem elevadas, gerando críticas de produtores e entidades de classe. Até o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, já destacou o impacto da taxa sobre o setor, afirmando que “a taxa Selic é desproporcional no Brasil”.

ConsulttAgro oferece alternativas fora do crédito governamental

Além do crédito rural tradicional, o produtor conta com opções do setor privado. A ConsulttAgro, liderada pelas consultoras financeiras Gabriela e Tainara, se especializa na captação de recursos para o agronegócio, oferecendo condições atrativas para aquisição de imóveis rurais, compra de maquinário e custeio, incluindo planos vinculados ao Plano Safra.

Com mais de 10 anos de experiência no mercado financeiro, a empresa já liberou mais de R$ 700 milhões em crédito para produtores rurais, trabalhando em parceria com mais de 20 instituições financeiras, administradoras de crédito privadas e fundos de investimento.

Leia Também:  Agrodefesa intensifica combate à brucelose bovina em Goiás com foco em vacinação e rastreabilidade do rebanho
Estratégia personalizada para cada produtor

Segundo Gabriela, o primeiro passo é entender o objetivo do produtor. “Identificamos a necessidade do cliente, garantias disponíveis, cadastro e faturamento. Nosso foco é buscar a melhor taxa, custo operacional e prazos adequados ao perfil do produtor”, explica.

Tainara reforça que garantias e prazos de pagamento são determinantes para conquistar condições vantajosas. “Algumas linhas utilizam o próprio imóvel como garantia, outras exigem garantias maiores, dependendo da operação. Por isso, informações claras e objetivas no primeiro contato são essenciais”, afirma a consultora.

Produtores destacam qualidade e suporte da ConsulttAgro

Produtores já relatam os benefícios do atendimento personalizado. Rogério Oliveira, do Grupo R.O, em Querência (MT), afirma:

“Precisava de uma consultoria de crédito diferenciada e encontrei a ConsulttAgro. A equipe é humana, acompanha todas as fases da contratação, orienta sobre o uso responsável do capital e apresenta soluções adequadas à minha realidade. É uma inovação no setor de crédito agrícola no Brasil.”

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Propaganda

AGRONEGOCIOS

Exportação recorde não impede queda do frango vivo no mercado interno

Publicados

em

O Brasil caminha para estabelecer um novo recorde nas exportações de carne de frango em 2026, mas o avanço das vendas externas ainda não foi suficiente para absorver o aumento da oferta. Com mais animais prontos para o abate, os preços do frango vivo recuaram em algumas das principais regiões produtoras, enquanto as cotações dos cortes permaneceram praticamente estáveis no atacado.

A pressão ocorre em uma cadeia que produziu 15,3 milhões de toneladas de carne de frango em 2025 e faturou cerca de R$ 50 bilhões somente com exportações, considerando a receita de R$ 9,8 bilhões convertida pelo câmbio de R$ 5,10. O Brasil ocupa a terceira posição entre os maiores produtores mundiais e lidera o comércio internacional da proteína.

No ano passado, o país exportou o volume recorde de 5,324 milhões de toneladas. Para 2026, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) projeta embarques de até 5,5 milhões de toneladas, além de uma produção próxima de 15,6 milhões de toneladas. A disponibilidade no mercado interno pode alcançar 10,1 milhões de toneladas.

O avanço da oferta já aparece nos abates. No primeiro trimestre deste ano, o peso das carcaças chegou a 3,73 milhões de toneladas, crescimento de 6,9% em relação ao mesmo período de 2025, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Paraná respondeu por 35% da produção, seguido por Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo.

A ampliação dos abates ajuda a explicar por que os preços não acompanham o desempenho das exportações. A demanda internacional segue aquecida, mas o mercado doméstico precisa absorver cerca de dois terços de toda a carne produzida no país. O consumo estimado para 2026 é de 47,3 quilos por habitante, um dos maiores do mundo, mas ainda insuficiente para provocar uma reação mais forte diante da oferta atual.

Leia Também:  Contratos internacionais se tornam ferramenta estratégica para o agronegócio brasileiro

Levantamento mostra que o frango vivo foi negociado a R$ 5,20 por quilo em São Paulo. No oeste do Paraná, a referência ficou em R$ 4,60. Goiás e Mato Grosso do Sul registraram queda de R$ 4,65 para R$ 4,55, enquanto Minas Gerais e Distrito Federal passaram de R$ 4,70 para R$ 4,60 por quilo.

No Sul, as referências ficaram em R$ 4,75 no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Os preços mais elevados continuam concentrados no Nordeste e no Norte, variando de R$ 6,80 no Ceará a R$ 7,20 no Pará. As diferenças refletem custos logísticos, disponibilidade regional de aves e características próprias de cada mercado.

No atacado paulista, o peito congelado permaneceu em R$ 8,50 por quilo, a coxa em R$ 6,90 e a asa em R$ 11. Os cortes resfriados foram negociados por R$ 8,60, R$ 7 e R$ 11,10, respectivamente. A estabilidade, porém, não representa recuperação, porque as indústrias encontram dificuldade para elevar os preços diante da quantidade de carne disponível.

O principal instrumento para ajustar o mercado é o controle dos alojamentos. O termo corresponde ao número de pintinhos de um dia colocados nas granjas para engorda. Como as aves chegam ao peso de abate em aproximadamente 40 a 45 dias, um alojamento elevado hoje se transforma em maior oferta de carne poucas semanas depois.

A redução dos lotes permite diminuir gradualmente a quantidade de animais disponíveis e recuperar o equilíbrio entre produção, consumo e exportações. O ajuste precisa ser planejado porque uma redução excessiva também pode provocar falta de produto e aumento repentino dos preços no futuro.

A pressão não alcança todos os avicultores da mesma maneira. No sistema de integração, predominante nas principais regiões produtoras, a indústria normalmente fornece pintinhos, ração, medicamentos e assistência técnica. O produtor entra com as instalações, mão de obra, energia e manejo, recebendo conforme o desempenho do lote e as condições estabelecidas em contrato.

Leia Também:  Alagoas lidera produção de etanol no Nordeste e impulsiona transição energética com políticas sustentáveis

Por isso, a cotação do frango vivo não corresponde diretamente ao valor recebido por todos os integrados. Ainda assim, o excesso de oferta reduz a rentabilidade geral da cadeia e pode afetar o ritmo dos alojamentos, a remuneração dos contratos e a capacidade das empresas de repassar custos. O impacto é mais direto sobre produtores independentes, que compram os insumos e comercializam os animais por conta própria.

A disponibilidade de milho e farelo de soja ajuda a conter parte da pressão. Os dois produtos formam a base da ração e representam a maior parcela do custo de produção. Com oferta elevada de grãos, a alimentação das aves está menos onerosa do que em períodos de escassez, evitando uma deterioração maior das margens.

No comércio exterior, os embarques continuam funcionando como principal sustentação do setor. Nos primeiros 13 dias úteis de julho, o Brasil exportou 299,2 mil toneladas de carne de aves e miudezas, com receita equivalente a R$ 2,73 bilhões. A média diária cresceu 41% em relação a julho de 2025, embora o preço médio tenha recuado 1,3%.

O cenário indica que a avicultura brasileira permanece competitiva e deve ampliar sua presença internacional. No curto prazo, porém, o recorde das exportações terá de ser acompanhado por um controle mais preciso dos alojamentos. Sem esse ajuste, a expansão da produção continuará chegando ao mercado antes que a demanda consiga absorvê-la, mantendo os preços do frango vivo sob pressão.

Fonte: Pensar Agro

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA