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44ª Exposição Nacional do Cavalo Árabe começa em Indaiatuba com competições internacionais e atrações culturais

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A cidade de Indaiatuba, interior de São Paulo, recebe a partir desta quarta-feira (9) a 44ª Exposição Nacional do Cavalo Árabe, o maior evento da raça na América Latina. Realizado no Helvetia Riding Center até 14 de julho, o evento reúne competições, cultura, negócios e experiências para criadores, investidores e visitantes. A entrada é gratuita.

Evento reúne principais nomes da raça e público internacional

Promovida pela Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Árabe (ABCCA), a exposição atrai competidores e entusiastas do Brasil e de outros países. Com o tema “Todas as Cores do Nosso Brasil”, a programação valoriza a diversidade cultural brasileira, criando um ambiente acolhedor para famílias e apaixonados pela raça.

Disputas em várias modalidades e jurados internacionais

Na pista, as competições englobam modalidades como Halter, Prova em Liberdade e estilos diversos de montaria de Performance. A avaliação é feita por um painel internacional de jurados formado por especialistas do Brasil, Bélgica, Estados Unidos e Argentina.

Além das competições: apresentações e convivência

Fora das provas, o público pode acompanhar o Patron’s Parade, apresentação exclusiva de animais de alta genética com foco comercial. O evento ainda oferece atrações culturais e espaços para interação entre criadores, investidores e visitantes.

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Etapa do campeonato mundial com premiação milionária

Nos dias 13 e 14 de julho, a exposição sediará a etapa brasileira do Circuito Américas do Global Champions Arabians Tour (GCAT), campeonato internacional com premiação total estimada em R$ 160 milhões. A etapa no Brasil distribuirá R$ 1,73 milhão aos vencedores da modalidade Halter, que avalia a conformação física dos cavalos.

Evento marca nova fase para o Cavalo Árabe no Brasil

Segundo Francisco Carrasco, presidente da ABCCA, a realização do GCAT no país é inédita e posiciona o Brasil como destaque no cenário internacional da raça. “O GCAT reforça o potencial da nossa criação e traz visibilidade mundial para o Brasil”, destaca.

A 44ª Exposição Nacional do Cavalo Árabe promete ser uma celebração que combina tradição, esporte e cultura, consolidando o Brasil como um dos principais polos da raça no mundo.

Mais informações

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mistura maior de biodiesel e etanol entra na pauta do CNPE

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O avanço dos biocombustíveis volta ao centro da política energética com a possibilidade de aumento da mistura obrigatória no diesel e na gasolina. A proposta de elevar o biodiesel para 17% (B17) e o etanol para 32% (E32) deve ser analisada na reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), marcada para a próximo próxima quinta-feira (07.05), e pode ampliar a demanda por matérias-primas do agro e reforçar a posição do País na transição energética.

A defesa do aumento foi formalizada por parlamentares ligados ao setor produtivo, em articulação da Coalizão dos Biocombustíveis. O grupo reúne lideranças da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e da Frente Parlamentar do Biodiesel, que veem na medida uma resposta à volatilidade dos preços internacionais de energia e uma oportunidade de expansão do mercado interno para combustíveis renováveis.

Na prática, a elevação das misturas tem efeito direto sobre cadeias como soja e milho — bases para a produção de biodiesel e etanol, ao ampliar o consumo doméstico e estimular novos investimentos industriais. Além disso, reduz a dependência de combustíveis fósseis importados, especialmente em momentos de alta do petróleo no mercado internacional.

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O Ministério de Minas e Energia (MME) já sinalizou apoio à ampliação da mistura de etanol. Segundo a pasta, testes técnicos validaram a viabilidade de avanço do atual patamar para o E32, dentro de uma estratégia que também busca levar o País à autossuficiência em gasolina.

Hoje, os percentuais obrigatórios estão em 30% de etanol na gasolina (E30) e 15% de biodiesel no diesel (B15), definidos pelo próprio CNPE. Qualquer alteração depende de deliberação do colegiado, que assessora a Presidência da República na formulação de diretrizes para o setor energético.

Além do impacto econômico, o argumento central do setor está na segurança energética. Com maior participação de biocombustíveis, o Brasil reduz a exposição a choques externos, como oscilações no preço do petróleo, que recentemente voltou a subir no mercado internacional e ganha previsibilidade no abastecimento.

O tema também tem peso ambiental. A ampliação das misturas contribui para a redução de emissões de gases de efeito estufa e reforça compromissos assumidos pelo País em acordos internacionais, ao mesmo tempo em que consolida a vantagem competitiva brasileira na produção de energia de base renovável.

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Por outro lado, a decisão envolve equilíbrio entre oferta, demanda e impactos sobre preços. O governo avalia o momento adequado para avançar, considerando o cenário de combustíveis, a capacidade produtiva do setor e os reflexos sobre inflação e abastecimento.

Se aprovado, o aumento das misturas tende a fortalecer a integração entre energia e agronegócio, ampliando o papel do campo não apenas como produtor de alimentos, mas também como fornecedor estratégico de energia no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

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