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Nutrição personalizada: bezerros, novilhas e vacas em lactação têm necessidades alimentares distintas
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Animais em diferentes estágios de vida demandam nutrientes distintos. Um bezerro em crescimento não precisa do mesmo aporte nutricional que uma vaca em lactação, por exemplo. Durante muito tempo, a pecuária brasileira aplicou um modelo de alimentação uniforme, prejudicando desempenho, produtividade e saúde dos rebanhos.
A tendência da nutrição personalizada vem mudando essa realidade, ajustando a dieta de acordo com a idade e etapa de vida do animal, garantindo maior eficiência produtiva.
Inteligência nutricional aplicada à pecuária
A Master Nutrição, do grupo SRX Holdings, lidera a introdução desse conceito no Brasil. José Loschi, fundador da SRX Holdings, destaca que “cada fase da vida do animal exige um aporte específico de nutrientes. Ao respeitar essas necessidades, conseguimos garantir ganho de peso saudável, melhor conversão alimentar, longevidade produtiva e um impacto positivo nos custos da fazenda.”
Tecnologia e acompanhamento técnico aumentam competitividade
Segundo Loschi, a combinação de tecnologia, acompanhamento técnico e fórmulas exclusivas permite maximizar o potencial do rebanho. “O diferencial está em unir ciência e gestão para que cada animal receba exatamente o que precisa em cada fase”, explica.
Redução de desperdícios e sustentabilidade
Além de melhorar a produtividade, a personalização da dieta reduz desperdícios e otimiza o uso de insumos, aspecto cada vez mais valorizado em um setor pressionado por custos e pela demanda por sustentabilidade.
“O produtor que entende que um bezerro, uma novilha em crescimento e um bovino em lactação têm necessidades completamente diferentes passa a investir de forma assertiva, deixando de gastar com o que não traz resultado”, conclui Loschi.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Aberturas de mercado para o Brasil no Canadá e no Chile
O governo brasileiro concluiu negociações que permitirão ao Brasil exportar novos produtos de origem animal para o Canadá e para o Chile.
No Canadá, as autoridades sanitárias aprovaram a exportação de pâncreas suíno destinado à indústria farmacêutica, o que contribuirá para agregar valor à cadeia suinícola brasileira. Em 2025, as exportações agropecuárias brasileiras para o Canadá somaram mais de US$ 1,3 bilhão, com destaque para produtos do complexo sucroalcooleiro, café e carnes.
No Chile, o Brasil obteve abertura de mercado para exportação de embriões ovinos e caprinos. Em 2025, o Brasil exportou mais de US$ 2,2 bilhões em produtos agropecuários para o Chile, com destaque para carnes, produtos florestais e soja.
Com estes anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 612 aberturas de mercado desde o início de 2023.
Tais resultados são fruto do trabalho conjunto entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).
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