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Ourofino Agrociência apresenta inovações no controle de daninhas e doenças foliares durante a Tecnoshow Comigo 2025

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A Ourofino Agrociência marcará presença na 22ª edição da Tecnoshow Comigo, que ocorre entre os dias 7 e 11 de abril, no Centro Tecnológico Comigo, em Rio Verde (GO) – um dos principais polos do agronegócio brasileiro. A feira, que em 2024 movimentou R$ 9,34 bilhões em negócios, atraiu aproximadamente 135 mil visitantes e 690 expositores, segue como uma das mais relevantes vitrines de tecnologia e inovação para o campo.

Neste ambiente estratégico, a Ourofino apresenta um portfólio robusto e direcionado às demandas reais do produtor rural brasileiro, com destaque para soluções desenvolvidas especificamente para as condições climáticas, de solo e desafios fitossanitários do país.

Entre os produtos em evidência estão o Dotte®, fungicida premium com ação eficaz contra doenças como crestamento foliar e manchas na cultura da soja; e o Terrad’or®, herbicida inovador indicado para o manejo pré-plantio de soja e milho, com alto desempenho no controle de gramíneas e folhas largas, inclusive espécies resistentes e de difícil controle.

Outras soluções que estarão em exibição incluem:

  • Brucia®: herbicida seletivo pós-emergente para o manejo de daninhas no milho;
  • Inédito®: inseticida com maior tolerância à chuva após aplicação e rápida ação de controle;
  • Sensus®: fungicida com alta seletividade para aplicação em pré-emergência na cultura da soja;
  • Off Road®: herbicida recomendado para plantas daninhas em fase de crescimento ativo.
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Todos os produtos da Ourofino são desenvolvidos com tecnologia exclusiva, pensando nas particularidades do campo brasileiro, visando otimizar o desempenho e garantir produtividade.

Além do estande com demonstrações técnicas e práticas, a Tecnoshow Comigo 2025 contará com mais de 30 palestras distribuídas em três auditórios. Os temas abordam desde plantio inteligente até geopolítica agropecuária e sucessão familiar, oferecendo um ambiente de aprendizado e troca de experiências entre especialistas e produtores.

“Estar presente na Tecnoshow Comigo, um evento realizado em uma cidade que simboliza o vigor do agronegócio brasileiro, é uma oportunidade estratégica para estreitar laços com os produtores, ouvir suas demandas e apresentar soluções desenvolvidas sob medida para o clima, o solo e os desafios do país”, afirma Lenisson Carvalho, gerente de marketing da Ourofino Agrociência.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Batata: safra de inverno amplia oferta e coloca preços em alerta

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A oferta de batata deve ganhar força entre agosto e setembro com o avanço da colheita de inverno em Vargem Grande do Sul, no interior de São Paulo. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), somente em agosto deverá ser retirado do campo o equivalente a 35% da safra regional, elevando o acumulado colhido para 50% até o fim do mês.

O aumento sazonal da disponibilidade pode manter as cotações pressionadas no curto prazo, especialmente se a colheita avançar simultaneamente em outros polos produtores. Para o agricultor, o cenário reforça a necessidade de acompanhar o ritmo de entrada do produto no mercado, a qualidade dos lotes e os custos de classificação, armazenamento e transporte.

Em julho, a produtividade média das lavouras de Vargem Grande do Sul ficou próxima de 30 toneladas por hectare, abaixo do potencial da região. Colaboradores consultados pelo Cepea atribuíram o resultado ao excesso de chuva registrado em maio e junho e à elevada frequência de dias nublados, que reduziu a luminosidade e prejudicou a fotossíntese das plantas.

Para agosto, a expectativa é de recuperação do rendimento para aproximadamente 40 toneladas por hectare, patamar próximo ao observado nos últimos anos. A melhora, combinada com a concentração da colheita, deverá ampliar o volume ofertado ao mercado.

O produtor, entretanto, ainda precisa manter atenção redobrada ao manejo fitossanitário. Houve registros de canela-preta depois de cerca de 60 dias da tuberização, favorecidos pela elevação das temperaturas, embora a doença tenha sido rapidamente controlada. A requeima, presente desde junho, intensificou-se em julho e também contribuiu para limitar a produtividade. Apesar dos problemas, a qualidade dos tubérculos colhidos é considerada satisfatória.

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O avanço regional da oferta ocorre em um ano de redução da produção brasileira. O levantamento de julho do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima a safra nacional de batata-inglesa de 2026 em 4,2 milhões de toneladas, queda de 8,3% em relação às 4,58 milhões de toneladas produzidas em 2025.

A retração é explicada principalmente pelas perdas de área. O país deverá colher 121,8 mil hectares, 9,4% menos que no ano passado. A produtividade média nacional, por outro lado, está estimada em 34,5 toneladas por hectare, crescimento de 1,2%.

A terceira safra, correspondente ao cultivo de inverno, deverá produzir 892,2 mil toneladas, recuo de 19,3% frente a 2025. A área destinada ao ciclo diminuiu 23,9%, para 22,1 mil hectares. O rendimento médio esperado, contudo, subiu 6,1% e alcança 40,3 toneladas por hectare.

Isso significa que o mercado pode enfrentar dois movimentos diferentes. No curto prazo, a concentração da colheita entre agosto e setembro amplia a oferta e pode pressionar as cotações recebidas pelo produtor. No conjunto do ano, porém, a disponibilidade nacional deverá ser menor que a registrada em 2025.

A queda de preços já apareceu no varejo. A batata-inglesa recuou 19,59% em julho no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A continuidade desse movimento dependerá do ritmo da colheita, do rendimento das lavouras e da qualidade comercial dos lotes que chegarem aos atacados.

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Apesar de produzir mais de 4 milhões de toneladas por ano, o Brasil não exerce papel central no mercado mundial. Dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) mostram que o planeta produziu 390,4 milhões de toneladas de batata em 2024. O Brasil respondeu por aproximadamente 1,1% desse volume e ocupou a 18ª posição entre os países produtores. China e Índia lideram com ampla vantagem.

A produção brasileira é direcionada principalmente ao mercado interno. No comércio exterior, o maior desequilíbrio está nos produtos processados. Em 2025, considerando a pauta formada por batata-doce e batatas preparadas ou conservadas, o país exportou 36,5 mil toneladas e importou 345,7 mil toneladas — um volume importado quase 9,5 vezes superior ao exportado.

As compras externas foram lideradas por batatas preparadas e conservadas, especialmente produtos congelados destinados ao varejo e ao setor de alimentação. Argentina, Bélgica, Países Baixos e Egito estiveram entre os principais fornecedores. O déficit não significa falta de batata fresca no país, mas revela a dependência brasileira de produtos com maior grau de processamento industrial.

Para o produtor, a entrada no pico da safra exige atenção à comercialização. Mesmo com uma produção nacional menor em 2026, a concentração temporária da oferta pode reduzir preços e margens. Qualidade, produtividade, escalonamento da colheita e negociação antecipada serão determinantes para atravessar o período de maior disponibilidade.

Fonte: Pensar Agro

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