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Parceria entre Coamo e instituições promove formação gratuita para auxiliares de panificação no Paraná

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Uma iniciativa de formação profissional está fazendo a diferença em Campo Mourão e em outras cidades do Paraná. O Curso de Auxiliar de Serviços de Panificação, oferecido gratuitamente, é voltado para pessoas em situação de vulnerabilidade social e tem o objetivo de abrir portas para o mercado de trabalho e o empreendedorismo no setor de panificação.

Mais de 15 anos de história e apoio de parceiros locais

Coordenado pelo Senai, o projeto conta com a colaboração de parceiros como a Coamo Agroindustrial Cooperativa, o Rotary Club e a Prefeitura de Campo Mourão. Desde que passou a integrar o programa, em 2015, a Coamo já contribuiu para a formação de cerca de 400 pessoas na cidade e aproximadamente 3 mil em todo o estado.

Nova turma celebra aprendizado e oportunidades

A mais recente turma formada em Campo Mourão reuniu alunos, familiares, instrutores e representantes das instituições parceiras na cerimônia de encerramento, momento de celebração pela conclusão do curso. Para muitos participantes, essa foi a primeira qualificação profissional, abrindo caminho para a independência financeira e o ingresso no mercado de trabalho.

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Empregabilidade e empreendedorismo como resultados

De acordo com o Senai, a maioria dos formados consegue se inserir no mercado ou até abrir o próprio negócio, evidenciando o impacto positivo do projeto. Esse resultado reforça a importância de manter e expandir a iniciativa, que une capacitação técnica e desenvolvimento pessoal.

Compromisso social da Coamo com o desenvolvimento local

Wagner Schneider, gerente comercial de alimentos da Coamo, destaca que o projeto está alinhado ao compromisso da cooperativa com as comunidades onde atua. “Sabemos que a profissionalização é fundamental para garantir oportunidades reais de trabalho e renda. Apoiar essa iniciativa é investir no futuro das pessoas. É gratificante ver os frutos que já foram colhidos pela sociedade”, afirma.

Parceria como modelo para transformação social

O curso de Auxiliar de Serviços de Panificação vai além da capacitação técnica. É um exemplo de como a união entre setor produtivo, instituições públicas e sociedade civil pode gerar oportunidades concretas, promovendo inclusão social e mudanças positivas nas comunidades.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Acordo Mercosul-União Europeia reduz tarifas e amplia mercado para o agro do Paraná

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A entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, a partir de 1º de maio, marca um novo cenário para o agronegócio brasileiro, com efeitos imediatos sobre a competitividade internacional. No Paraná, a expectativa é de ganhos relevantes, impulsionados pela redução e eliminação de tarifas para diversos produtos exportados ao bloco europeu.

O tratado estabelece a abertura de mercado para cerca de 451 milhões de consumidores, consolidando uma das maiores zonas de livre comércio do mundo e ampliando as oportunidades para produtos agropecuários brasileiros.

Abertura comercial e redução de tarifas

Com o início da vigência, milhares de produtos passam a contar com tarifa zero nas exportações para a União Europeia, incluindo café solúvel, óleos vegetais e frutas. Para outras cadeias relevantes, como carne bovina, frango e açúcar, o acordo prevê redução tarifária por meio de cotas anuais.

Esses volumes serão ampliados gradualmente ao longo de seis anos. No caso do frango, a cota chegará a 180 mil toneladas por ano, enquanto a carne bovina terá limite de 99 mil toneladas dentro do bloco.

Paraná ganha vantagem competitiva

Maior produtor e exportador de carne de frango do Brasil, o Paraná desponta como um dos principais beneficiados pelo novo acordo. Mesmo com as cotas sendo compartilhadas entre os países do Mercosul, o Estado reúne condições para capturar parcela relevante desses volumes.

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Além da força na avicultura, o Paraná também se posiciona de forma estratégica na carne bovina, apoiado por sua estrutura produtiva e logística, além do reconhecimento sanitário internacional.

Desde 2021, o Estado possui o status de área livre de febre aftosa sem vacinação, fator que reforça a confiança dos mercados importadores e amplia a competitividade dos produtos de origem animal.

Exportações em crescimento

Os números recentes já indicam a relevância da União Europeia para o agro paranaense. Em 2025, o Estado exportou 4,2 milhões de toneladas de produtos agropecuários ao bloco, gerando receita superior a US$ 2 bilhões.

Entre os principais itens embarcados estão carne de frango, carne bovina, café, soja, milho, carne suína, frutas e hortaliças, evidenciando a diversificação da pauta exportadora.

Novas exigências sanitárias e ambientais

Apesar das oportunidades, o acordo também impõe desafios ao setor produtivo. A União Europeia mantém rigorosos critérios sanitários e ambientais, exigindo padrões elevados de qualidade, rastreabilidade e sustentabilidade.

A adequação a essas exigências deve demandar investimentos por parte dos produtores, especialmente em certificações e sistemas de controle da produção.

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No curto prazo, esse movimento pode elevar os custos de produção, exigindo políticas de apoio, como linhas de crédito e programas de incentivo para facilitar a adaptação do setor.

Longa negociação e cenário político

O acordo entre Mercosul e União Europeia é resultado de mais de duas décadas de negociações, tendo sido formalizado em janeiro deste ano. A entrada em vigor ocorre de forma provisória, uma vez que o tratado ainda precisa ser ratificado pelos parlamentos dos 27 países europeus.

O texto também está sob análise jurídica na União Europeia, processo que pode levar até dois anos. Além disso, há resistências políticas em alguns países do bloco, como França, Hungria, Áustria e Irlanda.

Perspectivas para o agronegócio

A implementação do acordo representa um marco para o agronegócio brasileiro, com potencial de ampliar mercados, diversificar destinos de exportação e agregar valor à produção.

No caso do Paraná, a combinação de escala produtiva, qualidade sanitária e infraestrutura posiciona o Estado como protagonista nesse novo cenário, embora o sucesso dependa da capacidade de adaptação às exigências internacionais e da evolução das negociações políticas nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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