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Picanha brasileira se destaca em ranking internacional e reforça protagonismo da carne nacional

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A picanha, um dos cortes mais emblemáticos da carne bovina brasileira, foi incluída entre os melhores pratos do mundo no ranking 2025/2026 do TasteAtlas. O levantamento posicionou o produto na 15ª colocação, destacando sua relevância no cenário gastronômico global.

Corte brasileiro ganha reconhecimento fora do país

A valorização da picanha no exterior reflete a combinação de sabor marcante e preparo simples, características que têm impulsionado sua popularidade em diferentes mercados. O corte, tradicional nos churrascos brasileiros, vem conquistando consumidores internacionais e ampliando sua presença na gastronomia global.

Em países como os Estados Unidos, a picanha é comercializada com outras denominações, como top sirloin cap ou coulotte steak. Apesar disso, sua disponibilidade ainda pode variar, já que o corte nem sempre é mantido inteiro, sendo frequentemente dividido em partes menores. Especialistas recomendam solicitar o corte completo, com a camada de gordura preservada, para manter suas características originais.

Outros pratos brasileiros também aparecem na lista

Além da picanha, o ranking internacional incluiu outros representantes da culinária brasileira, reforçando a diversidade gastronômica do país:

  • Costela bovina: aparece na 35ª posição, evidenciando a qualidade da carne produzida no Brasil;
  • Moqueca baiana: ocupa a 98ª colocação, destacando a riqueza da culinária regional.
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Ranking reúne receitas tradicionais de várias regiões do mundo

A lista elaborada pelo TasteAtlas contempla pratos típicos de diferentes culturas e países. Entre os dez primeiros colocados, predominam receitas tradicionais com forte identidade regional:

  1. Vori-vori (Paraguai) – preparo à base de fubá e queijo
  2. Pizza Napoletana (Itália) – receita clássica originária de Nápoles
  3. Tajarin al tartufo bianco d’Alba (Itália) – massa com trufas brancas
  4. Sate kambing (Indonésia) – espetos de carne de cabra
  5. Oltu cağ kebabı (Turquia) – prato típico à base de cordeiro
  6. Kontosouvli (Grécia) – carne suína assada no espeto
  7. Arroz tapado (Peru) – combinação de arroz com recheio de carne
  8. Komplet lepinja (Sérvia) – pão recheado com creme e ovo
  9. Quesabirria (México) – tacos com carne e queijo
  10. Pappardelle al cinghiale (Itália) – massa acompanhada de carne de javali
Valorização internacional fortalece o agronegócio brasileiro

O reconhecimento de pratos à base de carne bovina em rankings internacionais contribui para fortalecer a imagem do Brasil como fornecedor de produtos de alta qualidade. Esse tipo de visibilidade amplia o potencial de valorização da cadeia pecuária e reforça a importância do agronegócio brasileiro no mercado global.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações brasileiras de grãos ganham ritmo em 2026, com recorde na soja e avanço logístico global

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O comércio exterior brasileiro de grãos iniciou 2026 com forte desempenho nas exportações de soja e sinais mistos para o milho, segundo o Informativo Mensal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). O relatório também destaca recordes de embarques, desafios logísticos globais e avanços na agenda de descarbonização do transporte marítimo.

Soja lidera exportações com recorde mensal em 2026

A soja manteve protagonismo no agronegócio brasileiro. Em abril de 2026, o país registrou embarque recorde de 16,1 milhões de toneladas, reforçando a posição do Brasil como principal exportador global da oleaginosa.

No acumulado do primeiro quadrimestre, as exportações somaram 43,2 milhões de toneladas, acima das 40,1 milhões de toneladas registradas no mesmo período de 2025. Para maio, o line-up aponta embarques de aproximadamente 14,1 milhões de toneladas.

A colheita da safra 2025/26 avançou até 94,7% da área, levemente abaixo do ritmo do ano anterior (97,7%), com conclusão já registrada em estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

Segundo a ANEC, o desempenho reforça a projeção de exportações totais próximas de 110 milhões de toneladas em 2026, consolidando o Brasil como referência global no fornecimento da oleaginosa.

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Milho tem ritmo sazonal mais lento, mas mantém projeção elevada de produção

No mercado de milho, o escoamento seguiu o padrão sazonal mais lento em abril, com embarques de 268 mil toneladas, enquanto o line-up de maio indica cerca de 188 mil toneladas.

Apesar do ritmo moderado nas exportações recentes, a produção da segunda safra segue robusta. A CONAB estima produção total de 139,6 milhões de toneladas, em área de 22,5 milhões de hectares, ligeiramente abaixo do ciclo anterior (141,2 milhões de toneladas), refletindo expectativa de produtividade menor após uma safra anterior excepcional.

Geopolítica no Oriente Médio pressiona custos logísticos globais

O relatório da ANEC também chama atenção para o impacto das tensões no Estreito de Ormuz sobre o comércio internacional. As restrições operacionais na região aumentam a incerteza no transporte marítimo global.

Entre os principais efeitos estão:

  • Alta expressiva nos fretes marítimos
  • Aumento dos prêmios de seguro
  • Elevação do custo da tonelada exportada
  • Impactos indiretos em rotas fora da região do estreito

O cenário reforça a volatilidade do comércio global e pressiona margens do setor exportador brasileiro.

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Etanol de milho ganha espaço no transporte marítimo e avança na agenda verde

Um dos destaques do relatório é o reconhecimento do etanol de milho como biocombustível compatível com o transporte marítimo, com metodologia de intensidade de carbono aprovada pela Organização Marítima Internacional (IMO).

A medida integra esforços globais de descarbonização de um setor responsável por cerca de 2% a 3% das emissões globais de gases de efeito estufa.

Segundo a ANEC, o avanço abre novas oportunidades para o Brasil no mercado internacional de energia, ampliando o papel do milho não apenas como commodity alimentar, mas também como vetor estratégico da transição energética global.

Exportações seguem fortes e consolidam papel do Brasil no agronegócio global

O balanço da ANEC reforça o desempenho consistente do Brasil no comércio internacional de grãos, especialmente da soja, e evidencia a crescente importância da logística e da geopolítica no desempenho do setor.

Ao mesmo tempo, o avanço de biocombustíveis e a ampliação da demanda global mantêm o país em posição estratégica na segurança alimentar e energética mundial.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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