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Plataforma gratuita de treinamentos do Sindiveg impulsiona capacitação técnica no agronegócio brasileiro
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A qualificação profissional tem se tornado um dos principais pilares para o avanço da produtividade, da sustentabilidade e da segurança operacional no agronegócio brasileiro. Com o objetivo de ampliar o acesso ao conhecimento técnico, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg) disponibiliza uma plataforma gratuita de treinamentos on-line voltada aos profissionais que atuam no setor agrícola.
A iniciativa já reúne mais de 20 mil usuários cadastrados em todo o país e oferece cursos gratuitos com certificação digital, contribuindo para a formação contínua de produtores rurais, trabalhadores do campo, técnicos e demais integrantes da cadeia produtiva.
Capacitação fortalece eficiência e boas práticas no campo
O avanço das tecnologias agrícolas e a crescente demanda por sistemas produtivos mais sustentáveis têm ampliado a necessidade de capacitação técnica dos profissionais do agro.
Segundo o gerente de Assuntos Regulatórios do Sindiveg, Fábio Kagi, o acesso à informação qualificada é fundamental para fortalecer a competitividade do setor.
“A capacitação técnica tem papel estratégico para o desenvolvimento da agricultura. Em um cenário que exige cada vez mais eficiência, produtividade e adoção de boas práticas, ampliar o acesso ao conhecimento contribui diretamente para a evolução das atividades realizadas no campo”, destaca.
A plataforma foi desenvolvida para facilitar o acesso a conteúdos técnicos atualizados e aplicáveis à rotina das propriedades rurais.
Curso sobre uso correto e seguro de defensivos é destaque
Entre os treinamentos disponíveis, um dos mais procurados é o curso “Uso Correto e Seguro”, que aborda aspectos fundamentais relacionados à aplicação de defensivos agrícolas.
O conteúdo reúne módulos sobre:
- Tecnologia de aplicação;
- Segurança do trabalhador rural;
- Prevenção de acidentes e primeiros socorros;
- Aquisição, transporte e armazenamento de defensivos;
- Aviação agrícola;
- Combate aos defensivos agrícolas ilegais;
- Manejo fitossanitário;
- Controle biológico.
O objetivo é disseminar práticas que aumentem a eficiência das operações agrícolas, reduzam riscos e promovam o uso responsável dos insumos.
Colmeia Viva® promove integração entre agricultura e apicultura
A plataforma também oferece treinamentos relacionados ao programa Colmeia Viva®, iniciativa reconhecida por estimular a convivência harmoniosa entre a produção agrícola e a atividade apícola.
Os conteúdos abordam temas como:
- Técnicas agrícolas amigáveis às abelhas;
- Manejo adequado de apiários;
- Proteção das colmeias;
- Uso correto de defensivos agrícolas;
- Comunicação entre agricultores e apicultores.
A proposta é reduzir riscos de incidentes envolvendo polinizadores e fortalecer a cooperação entre diferentes atividades produtivas presentes no meio rural.
Programa Aplicador Legal qualifica operadores de pulverização
Outro destaque da plataforma é o Programa Aplicador Legal, voltado à capacitação de profissionais responsáveis pela aplicação de defensivos agrícolas.
Os treinamentos contemplam temas relacionados à segurança operacional, eficiência da pulverização, proteção ambiental e uso responsável dos produtos.
Além do conteúdo básico, o programa oferece módulos específicos sobre diferentes equipamentos utilizados no campo, incluindo:
- Pulverizador costal;
- Turbopulverizador;
- Pulverizador tratorizado com barras.
As aulas abordam regulagem, manutenção, funcionamento e procedimentos operacionais, contribuindo para aplicações mais precisas e eficientes.
Conhecimento acessível fortalece agricultura sustentável
Para a analista de Uso Correto e Seguro do Sindiveg, Isabela Rivato, ampliar o acesso à informação técnica é uma ferramenta importante para fortalecer a sustentabilidade e a profissionalização do agronegócio.
Segundo ela, a democratização do conhecimento contribui diretamente para a adoção de práticas mais seguras e eficientes em toda a cadeia produtiva.
“Quanto mais orientações técnicas estiverem disponíveis para os profissionais do setor, maiores serão as oportunidades de promover uma agricultura cada vez mais responsável, produtiva e alinhada às boas práticas de manejo”, ressalta.
Formação contínua ganha importância no agro moderno
Com a crescente exigência por eficiência produtiva, sustentabilidade ambiental e conformidade regulatória, programas de capacitação on-line têm se consolidado como ferramentas estratégicas para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro.
Ao oferecer acesso gratuito a conteúdos especializados, o Sindiveg contribui para a qualificação da mão de obra rural e para a disseminação de práticas que fortalecem a competitividade, a segurança e a sustentabilidade das atividades agrícolas em todo o país.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Valor Bruto da Produção Agropecuária é estimado em R$ 1,39 trilhão em julho
O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP), que mede o faturamento da produção agropecuária, é estimado em R$ 1,39 trilhão em julho, segundo dados da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
A maior parte do valor corresponde à lavoura, que soma R$ 893,3 bilhões, equivalente a 63,9% do total. A pecuária registra R$ 504,8 bilhões, correspondente a 36,1% do VBP.
Entre os produtos agrícolas, a soja apresenta o maior valor estimado, de R$ 336 bilhões, seguida pelo milho, com R$ 158,4 bilhões, pela cana-de-açúcar, com R$ 108,7 bilhões, e pelo café, com R$ 103,4 bilhões.
Na pecuária, a carne bovina apresenta projeção de faturamento de R$ 246,5 bilhões, equivalente a 17,6% do total, seguida pela carne de frango, com R$ 106,2 bilhões.
No recorte por unidades da Federação, Mato Grosso apresenta o maior valor estimado, com R$ 216 bilhões, equivalente a 15,5% do total. Em seguida, aparecem Minas Gerais, com R$ 166,2 bilhões (11,9%), e São Paulo, com R$ 156,2 bilhões (11,2%).
CÁLCULO
O VBP é calculado mensalmente pela Secretaria de Política Agrícola do Mapa com base nas estimativas de produção e na variação de preços de mercado recebidos pelos produtores rurais. Os valores de 2026 são preliminares e consideram as informações disponíveis até maio de 2026.
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