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Plena Alimentos cria 50 novas vagas em Porangatu (GO) e inicia exportação internacional de carne
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A Plena Alimentos, uma das principais empresas de proteína bovina do Brasil e integrante do Grupo CDM, anunciou a abertura de 50 novas vagas de emprego em sua unidade de Porangatu, no norte de Goiás. As oportunidades contemplam moradores da cidade e de municípios vizinhos, como Mutunópolis, Novo Planalto e Formoso.
A iniciativa faz parte da segunda etapa de expansão da planta, que entrou em operação em 6 de outubro e já contabilizou mais de 200 contratações entre julho e outubro.
Início da desossa e primeiro embarque internacional
Com a inauguração da nova área de desossa de dianteiro, a unidade registrou também o envio do primeiro contêiner de carne bovina para a Líbia, marcando a entrada da marca em novos mercados internacionais.
Paulo Emílio Franco Prado, CEO da Plena Alimentos, destacou:
“Estamos muito satisfeitos com os resultados em Porangatu e com o impacto positivo na geração de empregos e renda para a região. Essa conquista é fruto do empenho das nossas equipes e do compromisso com o desenvolvimento local.”
Investimentos e capacidade de produção
Os investimentos na unidade superam R$ 100 milhões, permitindo que a planta realize todo o ciclo produtivo, incluindo abate, desossa e embalagem. Atualmente, a capacidade de abate é de 600 animais por dia, com previsão de expansão para 750 cabeças diárias até 2026.
O avanço da operação reforça o plano estratégico do Grupo CDM, composto por Plena, Grande Lago, Transquali e Petsko, que projeta um crescimento de 29% no faturamento até 2025, alcançando R$ 4,1 bilhões.
Perfil das vagas e benefícios
As 50 novas oportunidades incluem cargos como:
- Auxiliar de produção
- Auxiliar de serviços gerais
- Desossador
- Faqueiro
- Operador de máquinas e equipamentos
Os interessados podem enviar currículo pelo WhatsApp (62) 99656-4876 ou acompanhar atualizações pelo Instagram institucional @somosplenaoficial.
Entre os benefícios oferecidos estão:
- Alimentação na empresa
- Tíquete-alimentação
- Fretado ou estacionamento gratuito
- 5% de assiduidade sobre o salário
- Plano odontológico Odontoprev
- Parceria com drogaria local
- Seguro de vida
- Acesso ao Wellhub (gympass)
- Descontos em instituições de ensino e cursos de idiomas
Projeção de contratações futuras
Desde o início de 2025, a Plena Alimentos já realizou mais de 250 contratações e projeta 150 novas vagas até 2026, consolidando o crescimento sustentável e econômico de Porangatu e municípios vizinhos.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Soja brasileira caminha para safra recorde de 182 milhões de toneladas e reforça liderança global em 2026
A soja brasileira segue consolidando sua posição como principal protagonista do agronegócio mundial. De acordo com o relatório AgroInfo Junho 2026, divulgado pelo Rabobank, o Brasil deverá colher uma safra histórica de 182 milhões de toneladas na temporada 2025/26, volume que representa um acréscimo de 10 milhões de toneladas em comparação ao ciclo anterior.
O resultado reflete a combinação entre expansão moderada da área cultivada e condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, fortalecendo ainda mais a competitividade do país no mercado internacional.
Produção recorde fortalece oferta brasileira
Segundo a análise do RaboResearch Food & Agribusiness, o desempenho da safra brasileira confirma o elevado potencial produtivo do setor, mesmo em um ambiente global marcado por incertezas geopolíticas e oscilações nos preços das commodities.
Além do crescimento da produção, a demanda pela oleaginosa continua apresentando sinais robustos, sustentando perspectivas positivas para toda a cadeia produtiva.
Exportações seguem em ritmo acelerado
As exportações brasileiras de soja mantêm forte desempenho em 2026. Dados compilados pelo Rabobank mostram que os embarques entre janeiro e maio registraram crescimento de 8% em relação ao mesmo período do ano passado.
A expectativa é que o Brasil exporte aproximadamente 113 milhões de toneladas ao longo do ano, estabelecendo um novo recorde e ampliando em cerca de 5 milhões de toneladas o volume embarcado em comparação a 2025.
Mesmo diante da valorização do real frente ao dólar e do aumento dos custos logísticos internos, a soja brasileira continua altamente competitiva no mercado global, especialmente em relação aos principais concorrentes internacionais.
Mercado internacional influencia preços
Durante o primeiro semestre de 2026, os preços da soja foram fortemente impactados pelo cenário geopolítico internacional.
A expectativa de exportações expressivas dos Estados Unidos para a China ajudou a sustentar as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT), enquanto o conflito envolvendo Estados Unidos e Irã impulsionou os preços do petróleo e dos óleos vegetais, incluindo o óleo de soja.
Esse movimento levou os contratos da oleaginosa a alcançarem níveis próximos de US$ 12,20 por bushel em março. Entretanto, a valorização observada em Chicago não se refletiu integralmente nos preços recebidos pelos produtores brasileiros.
A combinação entre prêmios mais baixos nos portos e a valorização do real limitou os ganhos no mercado interno, mantendo as cotações em reais relativamente estáveis ao longo do período.
Esmagamento cresce com margens mais atrativas
Outro destaque do relatório é o fortalecimento da indústria de processamento.
Mesmo com o adiamento do aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel, as margens de esmagamento foram beneficiadas pela valorização do óleo de soja.
No primeiro trimestre de 2026, o volume processado atingiu 14,3 milhões de toneladas, crescimento de 10% em relação ao mesmo período de 2025.
A tendência é que a demanda por derivados continue sustentando o avanço do esmagamento ao longo do ano.
Clima nos Estados Unidos e El Niño entram no radar
Nas últimas semanas, os fundamentos de mercado voltaram a assumir protagonismo na formação dos preços globais.
O avanço do plantio e as boas condições das lavouras norte-americanas pressionaram as cotações da soja em Chicago, que registraram queda próxima de 5% durante junho.
Segundo o Rabobank, caso o clima continue favorável nos Estados Unidos, os preços poderão sofrer novas correções no curto prazo.
Por outro lado, após o início da colheita norte-americana, a atenção dos investidores deverá migrar para a América do Sul, especialmente para os possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a safra brasileira 2026/27.
Perspectivas para o produtor
Apesar da volatilidade dos mercados internacionais e das incertezas climáticas para a próxima temporada, o cenário para a soja brasileira permanece amplamente favorável.
A combinação entre safra recorde, crescimento das exportações, aumento do esmagamento e forte demanda global reforça o papel estratégico da cultura para o agronegócio nacional.
No entanto, produtores devem acompanhar atentamente fatores como o comportamento do clima, a evolução da demanda chinesa, os custos logísticos e os movimentos do câmbio, que continuarão exercendo influência direta sobre a rentabilidade do setor nos próximos meses.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio


