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Preço do leite recua em junho: Conseleite/RS projeta valor de referência em R$ 2,4281 ao produtor
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O mercado brasileiro de leite segue apresentando um cenário de estabilidade, com pequenas oscilações nos preços pagos ao produtor. Para o mês de junho, o Conselho Paritário Produtores/Indústrias de Leite do Rio Grande do Sul (Conseleite/RS) projetou o valor de referência em R$ 2,4281 por litro, representando uma redução de 0,80% em comparação à projeção de maio, que havia sido de R$ 2,4478.
Apesar do recuo, o movimento é considerado moderado e reforça a tendência de equilíbrio observada nos últimos meses entre oferta e demanda no setor lácteo.
Valor consolidado de maio ficou abaixo da projeção
Além da estimativa para junho, o Conseleite/RS também apresentou o fechamento definitivo de maio. O valor consolidado foi de R$ 2,4302 por litro, resultado inferior à projeção inicialmente divulgada para o período, de R$ 2,4478.
A diferença entre a projeção e o valor efetivamente consolidado reflete as variações registradas no mercado ao longo do mês, especialmente no comportamento dos derivados lácteos comercializados pela indústria.
Como é calculado o preço de referência do leite
Os valores divulgados pelo Conseleite/RS são elaborados pela Universidade de Passo Fundo (UPF), utilizando informações fornecidas pelas indústrias de laticínios do Estado.
O cálculo considera a movimentação do mercado nos primeiros 20 dias de cada mês, analisando o desempenho dos principais produtos lácteos e sua participação no faturamento industrial. O índice serve como referência para negociações entre produtores e indústrias, embora não tenha caráter obrigatório.
Mercado segue atento ao comportamento da oferta e da demanda
A leve redução projetada para junho ocorre em um momento de maior equilíbrio no setor leiteiro brasileiro. O avanço da produção em algumas regiões, aliado ao comportamento mais cauteloso do consumo e da indústria, tem limitado movimentos mais expressivos de valorização dos preços.
Para os próximos meses, a evolução da oferta de leite, os custos de produção, as condições climáticas e o desempenho das vendas de derivados continuarão sendo fatores determinantes para a formação dos preços pagos ao produtor.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Milho, amendoim e mandioca impulsionam festas juninas e se destacam como alimentos nutritivos e estratégicos na agricultura brasileira
As festas juninas marcam o mês de junho no Brasil com uma combinação de cultura, tradição e gastronomia. Entre os principais ingredientes presentes nas receitas típicas estão milho, amendoim e mandioca — alimentos que vão além do sabor e desempenham papel importante na segurança alimentar e na agricultura nacional.
Presentes em preparações como canjica, paçoca, bolo de fubá, tapioca e mandioca cozida, esses produtos se destacam pela versatilidade culinária e pelo alto valor nutricional.
Alimentos tradicionais ganham destaque em alimentação equilibrada e saudável
Segundo especialistas em nutrição da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA), os alimentos típicos das festas juninas podem contribuir para uma dieta equilibrada quando consumidos de forma moderada e diversificada ao longo do ano.
A nutricionista da Diretoria de Segurança Alimentar da pasta, Katlly Evillim Sousa, destaca que milho, amendoim e mandioca são fontes importantes de energia, vitaminas, minerais e compostos bioativos essenciais para a saúde humana.
Produção agrícola reforça importância econômica dos alimentos juninos
Além da relevância cultural e nutricional, os três ingredientes têm forte peso na agricultura brasileira, especialmente no estado de São Paulo.
De acordo com dados do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), o milho está entre os principais cultivos do estado, com produção estimada em 3,6 milhões de toneladas na safra 2024/25.
O amendoim é outro destaque: São Paulo responde por cerca de 86% da produção nacional, com volume superior a 700 mil toneladas anuais. Já a mandioca mantém relevância no campo paulista, com produção próxima de 1,6 milhão de toneladas por ano.
Milho é fonte de energia, fibras e compostos antioxidantes
Base de diversas receitas tradicionais, o milho é um alimento rico em carboidratos, principal fonte de energia para o organismo.
O grão também contém proteínas, vitaminas do complexo B, como B1 e B5, além de minerais como ferro, fósforo, potássio, cálcio, magnésio e zinco.
Outro destaque está na presença de compostos antioxidantes e fitoquímicos, associados à proteção celular e à redução do risco de doenças crônicas, como diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.
Amendoim contribui para saúde cardiovascular e aumento da saciedade
O amendoim é um dos alimentos mais simbólicos das festas juninas e se destaca pelo alto valor nutricional.
Rico em proteínas, fibras, vitamina E, ácido fólico e minerais, o alimento também é fonte de gorduras insaturadas, como ômega 6 e ômega 9, associadas à saúde do coração.
Estudos indicam ainda a presença de compostos bioativos, como o resveratrol, relacionado à proteção cardiovascular. Apesar dos benefícios, especialistas recomendam consumo moderado devido ao alto valor calórico.
Mandioca se destaca pela versatilidade e valor energético
Amplamente consumida em todo o país, a mandioca é uma importante fonte de energia na dieta brasileira.
O alimento fornece carboidratos, fibras, vitamina C e minerais como potássio, magnésio, fósforo e cobre, essenciais para diversas funções do organismo.
Entre seus benefícios estão o apoio ao funcionamento intestinal, o equilíbrio metabólico e a contribuição para a saúde óssea e muscular.
Educação alimentar reforça importância dos alimentos típicos brasileiros
Para ampliar o acesso a informações sobre alimentação saudável, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo mantém a coleção Agro SP na Mesa, com conteúdos técnicos, culturais e nutricionais sobre alimentos produzidos no estado.
A iniciativa inclui publicações dedicadas ao milho, amendoim e mandioca, com informações sobre benefícios, formas de consumo, curiosidades e receitas.
Além desses materiais, a coleção reúne mais de 30 publicações voltadas à segurança alimentar, aproveitamento integral dos alimentos e redução do desperdício, contribuindo para a educação nutricional da população.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio


