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Preço do tomate sobe com fim da safra de inverno e menor oferta nas centrais atacadistas

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Os preços do tomate longa vida 3A registraram forte alta na primeira semana de dezembro (de 1º a 5/12), impulsionados pela redução na oferta com o encerramento da safra de inverno, segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP).

No atacado de São Paulo, o produto foi comercializado a R$ 51,42 por caixa, aumento de 22% em relação à semana anterior. No Rio de Janeiro, o preço médio chegou a R$ 62,00 por caixa (+42%). Já em Belo Horizonte (MG), o valor médio foi de R$ 56,57 por caixa (+23%), enquanto em Campinas (SP) atingiu R$ 61,67 por caixa, alta de 11,4%.

Fim da colheita de inverno reduz oferta e pressiona preços

A valorização está diretamente ligada à finalização das últimas lavouras de inverno, que reduziram o volume disponível nos entrepostos. Em Paty do Alferes (RJ), região que está concluindo a safra, os tomates têm dado espaço para a produção de Nova Friburgo (RJ), que começa a ganhar presença no mercado carioca.

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Em Sumaré (SP), a colheita também está próxima do fim, e a Central de Abastecimento de São Paulo (Ceagesp) passa a receber maior volume proveniente de Itapeva (SP).

Regiões produtoras se reorganizam para início da safra de verão

Na região de Campinas (SP), a oferta tem vindo principalmente de Carmópolis de Minas (MG), enquanto o atacado mineiro mostra maior diversidade na origem dos tomates comercializados.

No Norte do Paraná (PR), a expectativa é de que a safra de inverno se estenda até o final de dezembro, com Sumaré (SP) já comercializando os tomates ponteiros — aqueles das últimas colheitas.

Com exceção das praças de Caçador e Urubici (SC), que ainda finalizam o ciclo atual, a maioria das regiões produtoras do país já iniciou a safra de verão, e a previsão é de intensificação da colheita nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pesca e aquicultura geram empregos em todo o país

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Em média, o brasileiro consome 12 quilos de pescado por ano. O número é ainda maior em alguns estados como Ceará, Pernambuco e Amazonas, onde o consumo pode passar de 40 quilos por pessoa ao ano. Esse consumo só é possível porque contamos com uma longa cadeia produtiva, que envolve pescadores industriais e artesanais, armadores de pesca, aquicultores e uma indústria robusta, responsável pelo beneficiamento.

Atualmente, são mais de 1 milhão de pescadores profissionais registrados, sendo que mais de 507 mil mulheres. Na aquicultura, apenas em Águas da União, são 1.422 contratos vigentes, que geral 4.126 empregos diretos e outros mais de 16 mil indiretos.

Esses trabalhadores são responsáveis por mais de 1.780 milhão de toneladas de pescado ao ano (águas continentais e marinhas). Na aquicultura, são mais de 3,1 milhões de toneladas ao ano. Entre os produtos mais procurados estão o camarão, a tilápia, o tambaqui e outras espécies de peixes.

Mas o setor ainda pode ser fortalecido e gerar ainda mais empregos por meio do aumento do consumo. Em entrevista recente ao programa “Bom Dia, Ministro”, do Canal Gov, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, ressaltou a importância de incentivar o consumo pescado pelos brasileiros. “Estamos trabalhando para que a população deixe de comer peixe apenas no Natal e na Semana Santa, datas em que o consumo é principalmente de espécies estrangeiras, como o bacalhau”.

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Ele também destacou a necessidade de políticas públicas para melhorar a rastreabilidade e a confiabilidade dos produtos de origem da pesca e aquicultura. “A gente precisa garantir que o pescado chegue com qualidade na mesa do nosso consumidor”.

Para o secretário Nacional da Pesca Artesanal, Cristiano Ramalho, a atuação do Ministério da Pesca e Aquicultura tem contribuído para o reconhecimento e a valorização dos trabalhadores do setor pesqueiro. “As nossas ações se conectam para ampliar a potencialidade do mundo do trabalho da pesca artesanal, que é associado ao modo de vida, à segurança alimentar e aos aspectos éticos e raciais nos territórios pesqueiros”, declarou.

A diretora do Departamento de Aquicultura em Águas da União, Juliana Lopes, exaltou o trabalho e a dedicação de todos que trabalham na pesca e aquicultura. “Neste Dia do Trabalhador, vamos celebrar quem faz das águas o seu sustento e a sua missão. Homens e mulheres que movimentam a economia, que alimentam o Brasil e que mantêm viva a tradição da pesca e da aquicultura. Por trás de cada produção, existe dedicação, resistência, resiliência e muito amor pelo que se faz”.

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Acesse nosso Boletim e Painel da Estatística Pesqueira e Aquícola e saiba mais sobre o perfil dos trabalhadores e trabalhadoras das águas do Brasil.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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