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Preços do feijão recuam na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea

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A colheita do feijão carioca está em ritmo acelerado nas principais regiões produtoras, trazendo ao mercado grãos de coloração mais clara. Com isso, os preços do produto registram queda na maior parte das praças monitoradas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Armazenamento e negociação influenciam o mercado

Segundo o Cepea, o armazenamento em câmeras frias permite que os produtores negociem os lotes conforme suas necessidades financeiras. Esses agentes têm se mantido atentos ao equilíbrio entre os custos de produção e os preços praticados no mercado spot nacional.

Produção da terceira safra 2024/25 deve cair

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que a produção da terceira safra 2024/25 de feijão cores — principal destaque da colheita atual — será de 604,2 mil toneladas, representando uma queda de 18,1% em relação ao ciclo anterior (2023/24). A redução é explicada principalmente pelo recuo de 19,2% na área cultivada.

Expectativa para a temporada 2024/25

A Conab projeta que a produção total de feijão na temporada 2024/25 alcance 3,09 milhões de toneladas, uma redução de 3,5% em comparação à safra anterior, refletindo o cenário de retração na área plantada e condições climáticas desafiadoras.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Algodão recua na Bolsa de Nova York após sequência de altas e mercado acompanha avanço da safra brasileira

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Após semanas consecutivas de valorização, os preços do algodão passaram a registrar recuo na Bolsa de Nova York. A movimentação foi destacada em análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária, que aponta mudanças no cenário climático e no mercado global de commodities como os principais fatores de pressão sobre as cotações da pluma.

Segundo o instituto, o contrato do algodão com vencimento em julho de 2026 chegou a atingir ¢US$ 87,77 por libra-peso no início de maio, acumulando valorização de 33,09% em relação aos níveis observados no começo de março.

No entanto, o movimento perdeu força nos últimos dias, e o contrato encerrou a semana cotado a ¢US$ 77,42 por libra-peso, refletindo uma correção do mercado após a forte alta recente.

Clima nos EUA e petróleo influenciam mercado da pluma

De acordo com o relatório, a valorização observada anteriormente foi impulsionada por fatores como o conflito entre Estados Unidos e Irã, que elevou os preços internacionais do petróleo, além das condições climáticas desfavoráveis durante a semeadura da safra 2026/27 nos Estados Unidos.

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Com a recuperação das condições climáticas nas regiões produtoras norte-americanas, o mercado passou a reavaliar os riscos relacionados à oferta global da fibra.

Outro fator que contribuiu para a retração das cotações foi a queda nos preços do petróleo. Esse movimento aumenta a competitividade das fibras sintéticas derivadas do petróleo em relação ao algodão, reduzindo parte da demanda pela fibra natural no mercado têxtil internacional.

Correções técnicas e safra brasileira ampliam pressão

Além dos fundamentos ligados ao clima e ao petróleo, o mercado também registrou movimentos de realização de lucros e correções técnicas após sucessivas sessões de valorização na Bolsa de Nova York.

O início da colheita da safra brasileira também passou a ocupar o radar dos investidores e agentes do setor.

O avanço da oferta de pluma no Brasil, um dos maiores exportadores mundiais de algodão, tende a ampliar a disponibilidade global da fibra nas próximas semanas, cenário que pode continuar pressionando os preços internacionais.

Mercado segue atento ao comportamento da demanda global

Mesmo com o recente recuo, analistas avaliam que o mercado do algodão ainda permanece sensível a fatores climáticos, geopolíticos e econômicos.

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A evolução da safra norte-americana, o ritmo das exportações brasileiras e o comportamento da demanda da indústria têxtil global continuarão sendo determinantes para a direção das cotações nos próximos meses.

Além disso, o setor acompanha de perto os movimentos do petróleo e das fibras sintéticas, que exercem influência direta sobre a competitividade do algodão no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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