CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

AGRONEGOCIOS

Produção de açúcar nos EUA deve bater recorde em 2025/26, projeta USDA

Publicados

AGRONEGOCIOS

Os Estados Unidos devem registrar a maior produção de açúcar de sua história na safra 2025/26, que se inicia em outubro, segundo o último relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). A previsão aponta para 9,42 milhões de toneladas de açúcar fabricado no país, resultado superior às estimativas anteriores.

Aumento na produção de beterraba e cana-de-açúcar

O USDA elevou suas projeções específicas para os diferentes tipos de açúcar. A produção de açúcar de beterraba deve chegar a 5,26 milhões de toneladas, enquanto o açúcar de cana deve atingir 4,16 milhões de toneladas. Os números superam as estimativas anteriores de 5,09 milhões e 4,09 milhões de toneladas, respectivamente, refletindo condições favoráveis de cultivo e processamento.

Impacto nas importações e estoques

Com a maior oferta doméstica, a expectativa é de redução das importações de açúcar, que devem totalizar 2,45 milhões de toneladas nesta safra, abaixo das 3,2 milhões de toneladas registradas na temporada anterior.

O USDA também revisou a relação entre estoques e uso do açúcar para 17,8% em 2025/26, acima do nível considerado adequado pelo órgão, que é de 13,5%. O aumento desse indicador sinaliza maior disponibilidade do produto no mercado interno norte-americano.

Leia Também:  Alta nos preços de amônia e enxofre pressiona custos e competitividade do setor de fertilizantes

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGOCIOS

Cota de arrasto de praia da tainha é ampliada para 430 toneladas em Santa Catarina

Publicados

em

Foi publicado hoje (11), em edição extra do Diário Oficial da União, a portaria que amplia as cotas da tainha na modalidade de arrasto de praia em Santa Catarina para 430 toneladas. Essas cotas foram ampliadas após um processo de escuta da sociedade, por meio do Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Safra, e com base em dados científicos.

Após o relato dos pescadores do estado de que, apesar do peixe ter sido abundante em algumas regiões, em outras a tainha não havia chegado devido às condições oceanográficas, o MPA realizou uma análise comparando a produção de tainha, neste ano, com dados históricos de produção.

Nessa avaliação, observou-se que dos 25 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Ou seja, os dados mostraram o que a população de Santa Catarina trazia nos relatos: muitos pescadores não conseguiram pescar.

Neste contexto, o Litoral Norte do estado foi o mais prejudicado, sem qualquer registro de produção de pescado em 12 municípios, dos 14 da região neste ano.

Leia Também:  Programa “desenrola rural” vai ajudar produtores a voltar a ter acesso ao crédito

Por conta disso, a partir da média entre as diferenças de produção atuais e dos dados históricos e, além disso, considerando o Rendimento Máximo Sustentável estabelecido na avaliação de estoque, foi estipulado o valor de cota adicional de:

230 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Itapoá, Joinville, Navegantes, Penha, Porto Belo e São Francisco do Sul.

200 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.

Essa medida estabelece uma cota compartimentada para a região centro-norte e centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo que garantir uma distribuição justa do recurso, com cotas maiores para aqueles que não pescaram, além de cotas para aqueles que ainda não atingiram uma produção suficiente neste ano.

Leia Também:  Dia do Agricultor: celebramos a fé e a força que vem do campo

“Devido às condições climáticas, a tainha não chegou à mesa de muitos catarinenses. O Governo do presidente Lula tem compromisso com a participação social, com a escuta. Por isso, o governo tomou a decisão de ampliar as cotas. Vale reforçar que não se trata de uma medida politica. A nova cota foi baseada em informações técnicas.
Agora, para termos uma pesca sustentável, precisamos da colaboração de todos”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.

Este ano, a quantidade pescada em algumas regiões foi tão grande que o mercado sentiu os impactos: os preços caíram e houve relatos de desperdício.

Por conta disso é importante a sensibilização dos pescadores e pescadoras para que pesquem com responsabilidade e que aqueles que já capturaram permitam que a safra também seja farta para os outros profissionais.

O Ministério da Pesca e Aquicultura segue trabalhando para garantir a sustentabilidade da pescaria, a justiça social e o respeito a tradição da pesca da tainha no estado.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA