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Produção de cevada cresce no RS impulsionada pela indústria cervejeira

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O cultivo de cevada no Rio Grande do Sul mantém boas perspectivas, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (28). As chuvas registradas nas principais áreas de produção, entre 20 e 40 milímetros, ajudaram a repor a umidade do solo e favorecem o final do desenvolvimento vegetativo das lavouras.

Situação das lavouras no estado

De acordo com o levantamento:

  • 92% das lavouras estão na fase vegetativa;
  • 8% em florescimento;
  • A sanidade e o vigor das plantas permanecem adequados, sem registros significativos de pragas ou doenças.

As perspectivas de produtividade seguem alinhadas com as expectativas iniciais para a safra, indicando um cenário positivo para os produtores gaúchos.

Destaque para a região de Erechim

Na região administrativa de Erechim, as lavouras de cevada apresentam desenvolvimento uniforme e são majoritariamente destinadas à indústria cervejeira, reforçando a ligação do setor agrícola com o mercado de bebidas.

Em Ijuí, os cultivos voltados para malteação estão na fase de alongamento do colmo, com boa condição fitossanitária. Já as áreas destinadas à alimentação animal iniciam a emissão de espigas, mantendo vigor vegetativo satisfatório.

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Preços praticados no mercado

O boletim também apontou os preços médios da cevada no estado:

  • Indústria de malte: R$ 85,00 por saca de 60 quilos na região de Erechim;
  • Alimentação animal: R$ 55,00 por saca.

O cenário mostra que a demanda industrial tem impacto direto na valorização da cultura, incentivando o cultivo e fortalecendo a cadeia produtiva no Rio Grande do Sul.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Seca no Paraná deve reduzir produtividade e qualidade da batata, aponta Cepea

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A safra de batata no Paraná enfrenta desafios climáticos que podem impactar diretamente a produtividade e a qualidade dos tubérculos. Segundo análise do Cepea, a baixa incidência de chuvas desde o início do cultivo tende a comprometer o desenvolvimento das lavouras, especialmente nas áreas sem irrigação.

Plantio da safra das secas segue cronograma na maior parte das regiões

Nas principais regiões produtoras do estado — Curitiba, Irati e Ponta Grossa — o plantio da safra das secas ocorreu dentro do cronograma previsto. As atividades tiveram início em janeiro, com maior intensidade em fevereiro e finalização em meados de março.

A exceção foi São Mateus do Sul, onde o plantio sofreu atraso em fevereiro devido às altas temperaturas. Como consequência, houve um aumento de cerca de 15% da área cultivada em março. A colheita está prevista para começar em maio.

Falta de chuva e má distribuição hídrica preocupam produtores

Desde o início do ciclo, o volume de chuvas tem se mantido abaixo da média histórica, além de apresentar má distribuição ao longo das regiões produtoras.

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Como grande parte das áreas não conta com sistemas de irrigação, a deficiência hídrica tende a afetar o desenvolvimento das plantas e a formação dos tubérculos, elevando o risco de perdas na produtividade e na qualidade da batata.

Incidência de pragas aumenta com condições climáticas adversas

Outro fator de preocupação é o aumento na incidência de pragas. A escassez de chuvas, combinada com as condições climáticas, favoreceu a presença de insetos como mosca-branca, minadora e vaquinha desde o início do ciclo.

Esse cenário foi agravado pela migração dessas pragas de culturas vizinhas, como soja e feijão, para as lavouras de batata. Ainda assim, em comparação ao ano anterior, a incidência de mosca-branca foi observada em menor intensidade.

Doenças também são registradas nas lavouras

Além das pragas, produtores relataram casos de alternaria nas plantações. A ocorrência da doença pode estar associada a falhas no manejo da irrigação, mesmo em um cenário de baixa disponibilidade hídrica.

Expectativa é de impacto na safra paranaense

Diante das condições climáticas adversas e dos desafios fitossanitários, a expectativa é de que a safra de batata no Paraná apresente queda na produtividade e possível comprometimento da qualidade dos tubérculos.

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O cenário reforça a importância de estratégias de manejo mais eficientes para mitigar os impactos do clima e das pragas ao longo do ciclo produtivo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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