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Programação de embarques de açúcar nos portos brasileiros atinge 3,2 milhões de toneladas
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Número de navios à espera diminui
Segundo levantamento da agência marítima Williams Brasil, 72 navios aguardavam para embarque na última semana, contra 76 na semana anterior. O total de açúcar agendado para carregamento caiu para 2,916 milhões de toneladas, ante 3,317 milhões de toneladas na semana anterior.
Distribuição por portos
O Porto de Santos (SP) concentra a maior parte da carga, com 1.916.110 toneladas. Outros portos com programação relevante incluem:
- Paranaguá (PR): 703.510 toneladas
- São Sebastião (SP): 140.490 toneladas
- Imbituba (SC): 106.790 toneladas
- Itajaí (SC): 25.000 toneladas
- Suape (PE): 11.000 toneladas
- Maceió (AL): 8.000 toneladas
- Santana (AP): 6.000 toneladas
A carga prevista para exportação inclui VHP (2,578 milhões de toneladas), TBC (133,7 mil toneladas) e Cristal B150 (55 mil toneladas). O levantamento considera embarcações ancoradas, em largo aguardando atracação e as previstas até 2 de outubro.
Exportações brasileiras de açúcar em agosto
De acordo com dados parciais da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), as exportações brasileiras de açúcar e outros melaços geraram US$ 71,492 milhões por dia útil em agosto (21 dias úteis), com volume médio diário de 178,288 mil toneladas.
No mês, foram embarcadas 3,744 milhões de toneladas de açúcar, resultando em US$ 1,501 bilhão de receita, com preço médio de US$ 401 por tonelada.
Comparativo com agosto de 2024
Em relação a agosto de 2024:
- Receita diária média caiu 16% (de US$ 81,372 milhões para US$ 71,492 milhões)
- Volume médio diário caiu 4,5% (de 178,220 mil toneladas para 178,288 mil toneladas)
- Preço médio caiu 12,2% (de US$ 456,60 para US$ 401,00 por tonelada)
No acumulado, a exportação total de açúcar caiu 4,5% ante as 3,920 milhões de toneladas de agosto de 2024, enquanto a receita recuou 16%, frente aos US$ 1,79 bilhão obtidos no mesmo período do ano passado.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Ataques de javaporcos na safrinha do milho aumentam risco de perdas de até 40% nas lavouras brasileiras
Com o avanço da safrinha de milho no Brasil, produtores rurais têm enfrentado um desafio crescente nas lavouras: o aumento dos ataques de javaporcos, que representam risco significativo à produtividade e à rentabilidade das propriedades.
Segundo estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento, a segunda safra de milho deve atingir 109,3 milhões de toneladas, reforçando sua importância estratégica no abastecimento interno e nas exportações. No entanto, o cenário também exige atenção redobrada com perdas causadas por animais silvestres.
Milho é alvo preferencial de javaporcos durante fase produtiva
O milho se torna altamente atrativo para os javaporcos especialmente na fase de enchimento de grãos, quando as espigas estão formadas. Nessa etapa, os animais derrubam plantas e consomem diretamente a produção, causando danos expressivos às lavouras.
De acordo com o analista de mercado agro da Belgo Arames, Danilo Moreira, a presença desses animais já impacta diretamente a produtividade em diversas regiões do país.
Perdas podem chegar a 40% na produção de milho
Dados do Ministério da Agricultura e Pecuária indicam que os javaporcos podem provocar perdas de até 40% nas áreas cultivadas, afetando diretamente o resultado econômico da atividade agrícola.
Além do impacto produtivo, a espécie também representa risco à segurança rural, já que possui comportamento agressivo e pode atacar pessoas quando se sente ameaçada.
Cercamento é principal estratégia de proteção das lavouras
Entre as principais medidas de prevenção, o cercamento das áreas produtivas é apontado como a solução mais eficiente para evitar a entrada dos animais.
Soluções específicas têm sido desenvolvidas para enfrentar esse desafio no campo. A Belgo Arames, referência no mercado de arames no Brasil, desenvolveu a cerca Belgo Javaporco®, uma tela com 11 fios horizontais projetada para resistir ao impacto de animais de médio e grande porte.
Tecnologia e prevenção reduzem riscos na safrinha
Segundo especialistas, o uso de barreiras físicas adequadas reduz significativamente o risco de invasão e protege o investimento do produtor rural ao longo do ciclo produtivo.
O analista destaca que soluções desenvolvidas especificamente para esse tipo de problema aumentam a eficiência da proteção no campo e contribuem para a estabilidade da produção.
Safrinha de milho exige atenção redobrada no manejo
Com a safrinha em pleno desenvolvimento e projeção de safra recorde, o controle de fauna silvestre se torna parte essencial da gestão agrícola.
A combinação entre tecnologia, prevenção e monitoramento constante é apontada como fundamental para preservar a produtividade e evitar prejuízos que podem comprometer a rentabilidade do setor.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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