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Projeto de Lei do Licenciamento Ambiental avança e mantém proteções do Código Florestal, afirma especialista

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PL do Licenciamento Ambiental é aprovado pela Câmara

A Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta quinta-feira (17/07), o Projeto de Lei (PL) 2.159/2021, que institui a Lei Geral do Licenciamento Ambiental. A proposta, que ainda gera controvérsias entre ambientalistas, é vista por especialistas como um avanço em termos de segurança jurídica para o setor produtivo e de infraestrutura.

Nova lei não altera proteções do Código Florestal

Apesar das críticas de entidades ligadas ao meio ambiente, o texto aprovado não altera as proteções ambientais previstas no Código Florestal. As atividades consideradas de baixo impacto, como as agropecuárias, por exemplo, continuarão sendo analisadas por órgãos estaduais competentes, o que trará mais previsibilidade em relação à tramitação e aos responsáveis pela análise dos pedidos.

Regras mais claras e prazos definidos para os processos

Segundo a advogada Ieda Queiroz, coordenadora do setor de agronegócios do escritório CSA Advogados, o projeto supre uma antiga demanda do setor produtivo por regras claras e objetivas no processo de licenciamento ambiental. Até agora, a falta de parâmetros dificultava a condução e a conclusão de projetos agropecuários, industriais e de infraestrutura.

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A nova legislação prevê prazos definidos para cada etapa do processo, o que, na avaliação da especialista, trará mais agilidade, segurança jurídica e transparência.

Prazo máximo de 12 meses para concessão de licença

A advogada destaca que o texto estabelece prazo de 90 dias para manifestação das autoridades envolvidas, prorrogáveis por mais 30 dias, e um limite de 12 meses para que o órgão ambiental conclua a análise do pedido de licença.

“Esses prazos garantem mais segurança e transparência, uma vez que trazem previsibilidade tanto para os empreendedores quanto para os órgãos responsáveis pela análise”, afirma Ieda Queiroz.

A aprovação do PL do Licenciamento Ambiental é vista como uma tentativa de equilibrar a celeridade nos processos de licenciamento com a manutenção das normas ambientais vigentes, assegurando que o desenvolvimento de atividades produtivas continue ocorrendo de forma sustentável e dentro dos limites legais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Semana do Pescado: Valores no atacado

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O valor comum (mais praticado) para venda de 1 kg de tilápia é R$ 12,29. Nesta mesma categoria, 1 kg de tambaqui custa R$ 13,77. Estes dados constam no boletim mais recente da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP), empresa pública federal vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). Até 15 de setembro, está sendo realizada a Semana do Pescado, que foi criada pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA). O objetivo é incentivar o consumo de peixes, crustáceos e moluscos em todo o Brasil.

“O pescado brasileiro precisa estar na nossa mesa. Que a nossa população possa consumir esse pescado de qualidade e altamente nutritivo”, ressaltou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo. 

Acesse aqui a cotação de preços do pescado no atacado da CEAGESP:

Ceagesp
Ceagesp

A CEAGESP abriga a maior feira atacadista de pescado da América do Sul. Os valores informados representam a média dos preços de venda no atacado da CEAGESP. São transações dos permissionários da CEAGESP com supermercados, feirantes, sacolões, restaurantes, bares e outros estabelecimentos. A Companhia avisa que essa média é calculada com base nas quantidades recebidas de mercadorias e os preços fornecidos pelos comerciantes que participaram da pesquisa no período especificado.

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Acesse aqui o site da Semana do Pescado.

Ana Célia Costa
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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