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Quadrilha é presa em MS por abate de gado furtado

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Na semana passada, a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul realizou uma operação policial, que teve como objetivo prender membros de uma quadrilha experiente em furto de gado em pequenas propriedades rurais.

O abate dos animais era efetuado de forma cruel, com golpes de machado e a carne era vendida de forma clandestina.

Foto: Polícia Civil de MS

A Polícia Civil localizou uma central de distribuição clandestina de carne em Corguinho (MS). No local, foram encontrados e detidos, dois membros da quadrilha.

Além do casal de suspeitos, foram apreendidos cerca de 700 kg de carne, um carro BMW, uma arma de fogo e uma camionete L200. Posterior a isso, também foram encontrados objetos que teriam sido furtados nas fazendas que depois serão entregues a seus respectivos donos.

Segundo Roberto Duarte, o responsável pela operação, a quadrilha abatia os animais com golpes de machado, que costumavam ser de produção leiteira ou até mesmo vacas prenhes.

Um dos casos foi efetuado no distrito do Pequi, onde os criminosos mataram duas vacas e um touro violentamente, vale ressaltar que uma das fêmeas estava prenhe.

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Após efetuar o abate dos animais, os criminosos carregaram os quartos, os traseiros e as costelas, deixando os restos jogados próximo à mangueira da propriedade. O proprietário desse sítio, em que o crime ocorreu, teve um prejuízo de quase R$40 mil.

Os autores responderão pelas acusações de abigeato, posse de arma de fogo por uso indevido e por praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos, nativos ou exóticos, casos que trazem o animal à morte.

Com exceção dos dois presos, o representante pela ação solicitou a prisão preventiva de outros três integrantes da quadrilha.

Fonte: AgroPlus

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Boi gordo fecha abril com preços firmes no Brasil, apesar de pressão na segunda quinzena

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O mercado físico do boi gordo encerra abril com preços variando de estáveis a mais altos no Brasil, ainda que abaixo dos picos registrados no início do mês. De acordo com análise da Safras & Mercado, o comportamento das cotações foi influenciado pela restrição de oferta na primeira metade do período e pela maior organização das escalas de abate na segunda quinzena.

Oferta enxuta sustentou máximas no início do mês

Segundo o analista Fernando Iglesias, o mercado atingiu novos patamares de preços no começo de abril, impulsionado pela menor disponibilidade de animais terminados para abate. Esse cenário favoreceu a valorização da arroba e aumentou o poder de barganha dos pecuaristas.

Escalas mais confortáveis pressionam cotações

Na segunda metade do mês, os frigoríficos conseguiram avançar nas escalas de abate, reduzindo a urgência por compras e exercendo maior pressão sobre os preços. Esse movimento contribuiu para desacelerar a alta observada anteriormente.

O mercado também foi impactado por incertezas relacionadas à demanda externa, especialmente diante das especulações sobre o esgotamento da cota de exportação para a China. Esse fator pode sinalizar menor ritmo de embarques no terceiro trimestre, período que também deve contar com maior oferta de animais confinados.

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Preços do boi gordo por praça

Na modalidade a prazo, os preços da arroba em 29 de abril apresentaram variações moderadas entre as principais regiões:

  • São Paulo (Capital): R$ 360,00/@ (estável)
  • Goiás (Goiânia): R$ 345,00/@ (+1,47%)
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 340,00/@ (-1,45%)
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 350,00/@ (estável)
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 360,00/@ (+1,41%)
  • Rondônia (Vilhena): R$ 330,00/@ (+3,30%)
Atacado registra altas históricas

No mercado atacadista, o mês foi marcado por valorização expressiva dos preços da carne bovina, impulsionada pelo forte ritmo de exportações, que reduziu a disponibilidade no mercado interno.

O quarto dianteiro foi cotado a R$ 23,50/kg, alta de 7,80% frente ao final de março. Já o traseiro bovino atingiu R$ 28,50/kg, avanço de 3,64% no mesmo comparativo.

Exportações de carne bovina seguem em alta

As exportações brasileiras de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada somaram US$ 1,340 bilhão em abril (até 16 dias úteis), conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior.

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O volume embarcado chegou a 216,266 mil toneladas, com média diária de 13,516 mil toneladas. O preço médio da tonelada foi de US$ 6.200,70.

Na comparação com abril de 2025, os embarques registraram forte desempenho:

  • +38% no valor médio diário exportado
  • +11,9% no volume médio diário
  • +23,2% no preço médio da tonelada
Perspectivas: mercado atento à oferta e exportações

Para os próximos meses, o mercado do boi gordo deve seguir sensível ao comportamento das exportações e à entrada de animais confinados. A possível redução da demanda chinesa e o aumento da oferta interna no terceiro trimestre podem trazer maior pressão sobre as cotações da arroba.

Ainda assim, o cenário de curto prazo permanece relativamente sustentado, especialmente se o ritmo de embarques continuar elevado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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