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Raças de Búfalas Participarão de Julgamentos na Fenasul Expoleite 2025, Destacando a Genética Leiteira

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A Associação Gaúcha de Criadores de Búfalos (Ascribu) marcará presença pela terceira vez consecutiva, com a participação de sete búfalas nas competições de julgamento. As raças Murrah e Mediterrâneo serão as protagonistas, destacando-se pela sua genética leiteira. A seguir, saiba mais sobre o evento e a importância da presença da búfala na feira.

A Participação da Ascribu na Fenasul Expoleite 2025

A Ascribu, que representa os criadores de búfalos no estado, prepara-se para exibir, no evento deste ano, sete búfalas para os julgamentos: três da raça Murrah e quatro da raça Mediterrâneo. A presidente da associação, Desireé Möller, destaca que a participação da entidade na Fenasul Expoleite é uma excelente oportunidade para mostrar o valor da genética leiteira e a relevância da búfala no setor.

“Este evento volta a acontecer após um ano de interrupção devido às enchentes que afetaram o Rio Grande do Sul, em maio de 2024. A feira traz à tona a importância de toda a cadeia leiteira, incluindo a genética de bovinos e bubalinos, além de novos segmentos como ovinos e caprinos, e as inovações tecnológicas no setor”, explica Desireé Möller. A presidente também lembra dos subprodutos do leite bubalino, como queijos, requeijões e manteigas, que são fundamentais na diversificação da produção.

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A Búfala Como Animal de Dupla Aptidão

De acordo com Desireé, a búfala se destaca por sua versatilidade, sendo um animal de dupla aptidão, ou seja, serve tanto para a produção de carne quanto de leite. Ela enfatiza a importância da presença das búfalas nas feiras para inspirar os produtores rurais a diversificar suas fontes de renda, independentemente do porte de suas propriedades.

“A búfala oferece ao produtor uma nova alternativa de renda, complementando as atividades de outras espécies. E, além disso, é um animal resistente, que pode ser fundamental para aqueles que buscam uma produção mais sustentável e diversificada”, afirma a presidente da Ascribu.

Resistência ao Carrapato e Produção Sustentável

Outro aspecto relevante destacado por Desireé Möller é a resistência das búfalas ao carrapato, um problema crescente nas propriedades rurais, especialmente devido à resistência dos parasitas aos carrapaticidas tradicionais. Estudos recentes apontam que as búfalas apresentam uma resistência natural ao parasita, tornando-se uma opção eficaz para uma produção agropecuária mais orgânica e sustentável.

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“O carrapato se tornou um grande desafio para o manejo dos rebanhos, e a resistência das búfalas ao parasita coloca essa espécie como uma solução estratégica para produtores que buscam alternativas mais sustentáveis e eficientes”, conclui Desireé.

Julgamento das Búfalas e Expectativas para o Evento

O jurado responsável pelos julgamentos das búfalas será o Médico Veterinário Marcelo Fortes, proprietário da Fazenda do Cedro, localizada em Pantano Grande (RS). Ele terá a missão de avaliar os exemplares de Murrah e Mediterrâneo, que são reconhecidos por sua genética de alta qualidade e potencial para a produção de leite.

A Fenasul Expoleite 2025 promete ser um evento importante para o setor agropecuário, destacando inovações, tecnologias e alternativas sustentáveis para os produtores rurais. A participação da Ascribu com as raças Murrah e Mediterrâneo, além de ressaltar as qualidades da búfala como animal de dupla aptidão e sua resistência ao carrapato, reforça o papel estratégico dessa espécie na agropecuária do Rio Grande do Sul e do Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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