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Repelentes para Bovinos: Estratégia Eficaz no Controle de Moscas e Aumento da Produtividade
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O controle de moscas em rebanhos bovinos, por meio do uso de repelentes, tem se mostrado uma prática fundamental para os pecuaristas, pois, além de proteger os animais, contribui diretamente para o aumento da produtividade. As moscas-dos-estábulos e as moscas de chifre, parasitas comuns nas pastagens, são responsáveis por causar desconforto e estresse aos bovinos, prejudicando sua saúde e, consequentemente, o desempenho produtivo.
De acordo com a médica-veterinária Marcella Vilhena, gerente de marketing da Syntec, as moscas não só provocam irritação nos animais, mas também podem ser vetores de doenças. “Esses insetos afetam o bem-estar dos bovinos e, por consequência, a produção de carne e leite, comprometendo a qualidade do rebanho”, destaca.
A presença de moscas provoca agitação nos animais, que, devido ao estresse, consomem menos alimentos e não conseguem descansar adequadamente. Esse impacto também pode afetar a reprodução. “O estresse contínuo reduz o apetite dos bovinos, prejudicando o ganho de peso e, consequentemente, o potencial produtivo e o lucro do negócio. Além disso, algumas espécies de moscas podem ser responsáveis pela transmissão de doenças”, alerta Marcella.
O uso de repelentes específicos ajuda a minimizar esses efeitos adversos. “Com menos estresse e risco de doenças, os animais conseguem manter uma rotina mais tranquila, com alimentação equilibrada, maior ganho de peso e desempenho produtivo aprimorado”, explica a especialista da Syntec.
A aplicação regular de repelentes é eficaz no controle de moscas em toda a propriedade, prevenindo infestações em larga escala, especialmente em períodos de calor intenso, quando a proliferação dessas pragas se acelera. Marcella Vilhena ressalta que práticas de manejo eficientes não apenas aumentam a produtividade, mas também favorecem a sustentabilidade e o bem-estar dos rebanhos.
Para auxiliar os pecuaristas, a Syntec oferece o CIPERDuo, um ectoparasiticida de amplo espectro formulado com butóxido de piperonila e cipermetrina. Esse produto age de maneira eficaz sobre larvas, ninfas e moscas adultas, além de interferir na postura de ovos. Sua ação mosquicida é altamente eficiente, ajudando a proteger os bovinos contra as pragas que comprometem sua saúde e produtividade.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Produtor tem até 30 de setembro para entregar a DITR
O produtor rural tem até 30 de setembro para entregar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026 e não precisa adotar automaticamente o valor da terra divulgado pelo município ou por órgãos estaduais. As tabelas servem como referência, mas o valor informado deve refletir as características e o preço de mercado de cada imóvel.
O esclarecimento foi feito pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab). Segundo o órgão, os preços publicados representam médias regionais e não substituem uma avaliação individual da propriedade.
O Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) é autodeclaratório. Isso permite que o contribuinte utilize um valor diferente da tabela, desde que consiga demonstrar como chegou ao resultado. Diferenças sem justificativa podem levar a Receita Federal ou o município conveniado a revisar a declaração e cobrar imposto adicional, juros e multa.
O Valor da Terra Nua (VTN) deve corresponder ao preço de mercado do imóvel em 1º de janeiro de 2026. O cálculo precisa considerar fatores como localização, acesso, logística, relevo, qualidade do solo e aptidão agrícola.
Propriedades formadas por áreas com características diferentes não devem ter todos os hectares avaliados pelo mesmo preço. A orientação é separar os talhões entre lavoura de aptidão boa, regular ou restrita, pastagem, silvicultura e áreas de preservação. Depois, a área de cada parcela é multiplicada pelo valor correspondente à sua capacidade de uso.
Uma área próxima de rodovias, com solo fértil e condições adequadas para mecanização, por exemplo, tende a valer mais do que um talhão com acesso difícil, relevo acidentado ou limitações produtivas. Essas particularidades podem justificar um VTN diferente da média municipal.
Quando houver diferença relevante, especialmente se o valor declarado estiver abaixo da referência pública, o produtor deve manter um laudo de avaliação elaborado por profissional habilitado. O documento precisa identificar o imóvel, explicar a metodologia adotada e apresentar os elementos utilizados para determinar o preço.
Também é necessário separar o valor da terra nua dos investimentos existentes na propriedade. Construções, instalações e benfeitorias, como casas, galpões, currais, cercas e sistemas de irrigação, não entram no VTN. O mesmo vale para culturas, pastagens cultivadas ou melhoradas e florestas plantadas.
Matas nativas e pastagens naturais, entretanto, compõem o valor da terra nua. Áreas de preservação permanente, reserva legal e outras áreas ambientalmente protegidas podem ser excluídas da área tributável quando atendidos os requisitos legais, mas isso não significa que desapareçam do cálculo do valor total da terra.
A declaração pode ser entregue pelo serviço Minhas Declarações do ITR, disponível no Portal de Serviços da Receita Federal. O acesso exige conta gov.br Prata ou Ouro. Pessoas físicas com imóveis de até 100 hectares também podem utilizar o Programa ITR 2026.
A entrega fora do prazo gera multa de 1% ao mês ou fração sobre o imposto devido, respeitado o valor mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence em 30 de setembro.
A tabela pública oferece uma referência para o preenchimento, mas não substitui a avaliação da propriedade. O produtor que declarar um valor diferente deve estar preparado para demonstrar que o cálculo representa as condições reais do imóvel.
Fonte: Pensar Agro



