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RS decreta estado de emergência por chuvas: Setor agrícola mobiliza-se em solidariedade
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Os produtores rurais do Rio Grande do Sul enfrentam uma calamitosa, por conta das fortes chuvas que têm afetado a região desde o domingo (28.04). Segundo levantamentos da Defesa Civil, até o final da tarde de quarta-feira (01.05) foram registradas 11 mortes, 21 pessoas estão desaparecidas e mais de 3,4 mil desabrigadas. As áreas mais atingidas incluem a Região Metropolitana de Porto Alegre, dos Vales, Central, Serra e Sul.
Diante da gravidade da situação, o estado decretou estado de calamidade pública, reconhecendo os eventos climáticos como desastres de Nível III, caracterizados por danos e prejuízos elevados. O decreto destaca a necessidade de apoio às áreas afetadas e a mobilização de recursos para assistência à população.
O governador Eduardo Leite afirmou que esta é a maior tragédia já enfrentada pelo Rio Grande do Sul. Com dificuldades de acesso às áreas afetadas, as equipes de resgate têm enfrentado obstáculos para realizar operações de socorro.
Além das perdas humanas, as chuvas têm causado danos materiais significativos, afetando mais de 100 municípios gaúchos e colocando em risco milhares de pessoas. O governo anunciou a suspensão das aulas na rede pública estadual como medida de precaução.
No campo, ainda não há um levantamento que aponte as principais culturas afetadas, mas a estimativa é de que serão consideráveis, dada à extensão dos danos causados ao Estado de maneira geral.
Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA), expressou solidariedade aos agropecuaristas do Rio Grande do Sul diante das adversidades enfrentadas. “Nossos pensamentos estão com os agricultores e pecuaristas gaúchos neste momento difícil. É fundamental que o setor se una para superar os desafios causados pelas chuvas intensas e prestar apoio mútuo”, declarou Rezende.
A previsão do tempo alerta para a continuidade das chuvas nas próximas horas, aumentando o risco de alagamentos, deslizamentos de terra e outras ocorrências relacionadas ao clima adverso. O governador Leite enfatizou a importância de precaução e solidariedade neste momento desafiador.
Fonte: Pensar Agro
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Pesca esportiva em debate em Foz do Iguaçu
Representantes do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participaram, na última sexta-feira (4), em Foz do Iguaçu (PR), do Simpósio Internacional de Pesca Esportiva, no International Fish Congress & Fish Expo Brasil. Reunindo pescadores esportivos, guias de pesca, representantes do poder público e entidades do setor, o evento abordou as principais demandas e oportunidades relacionadas à atividade.
A coordenadora-geral de Desenvolvimento da Pesca Industrial, Amadora e Esportiva do MPA, Lariessa Soares, participou como painelista e moderadora das duas mesas de debate, que trataram da relação entre a pesca esportiva, o turismo e a economia das regiões onde a atividade é realizada. O primeiro painel, “Pesca Esportiva como Vetor de Desenvolvimento Regional”, abordou como a atividade pode movimentar o turismo e gerar oportunidades de trabalho e renda, especialmente por meio dos serviços oferecidos por guias de pesca, da realização de torneios e da presença de visitantes em municípios que recebem pescadores. Participaram da discussão o pescador esportivo Marlon Bambolim, o guia de pesca esportiva e consultor técnico Ricardo Sanches e o representante da Federação Paranaense de Pesca Esportiva, Márcio Freitag.
Na segunda mesa, “Políticas Públicas para a Pesca Amadora e Esportiva”, os participantes discutiram as necessidades do setor e a relação da pesca esportiva com áreas como turismo e esporte, além dos desafios para o desenvolvimento da atividade. Ao longo do encontro, os participantes destacaram a importância do diálogo entre órgãos públicos, pescadores, profissionais e entidades do setor para identificar as principais necessidades da pesca amadora e esportiva e discutir possíveis caminhos para a atividade.
O simpósio terminou com um debate aberto para reunir as principais contribuições apresentadas durante os painéis, que também serviram para identificar demandas prioritárias do setor. O IFC Brasil 2026 reúne, em Foz do Iguaçu, representantes de diferentes áreas da cadeia do pescado, com programação voltada à troca de experiências e à discussão de temas relacionados à pesca e à aquicultura.
Matheus Silveira
Ministério da Pesca e Aquicultura
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