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Safra de cebola 2025/26 tem início no Sul e traz perspectivas de produção recorde
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A colheita das áreas precoces de cebola da temporada 2025/26 já começou no Paraná, enquanto em Santa Catarina e Rio Grande do Sul os cortes devem se intensificar nas próximas semanas. A expectativa é que o maior volume chegue ao mercado durante novembro, segundo colaboradores do Hortifrúti/Cepea.
Desenvolvimento dos bulbos e condições climáticas
De forma geral, os bulbos estão se desenvolvendo satisfatoriamente. Apenas algumas regiões, como a Serra Gaúcha, enfrentam desafios devido ao excesso de chuvas durante o plantio e crescimento das plantas.
Outro fator de destaque nesta safra foi a maior adoção da semeadura direta, especialmente em áreas onde a falta de mão de obra se tornou um problema. Essa técnica, além de reduzir a necessidade de trabalho manual, contribui para maior eficiência no cultivo.
Produção deve atingir níveis recordes em Santa Catarina
As perspectivas apontam para safra volumosa, com destaque para Santa Catarina, onde há relatos de que a produção pode bater recorde histórico. Embora seja uma notícia positiva para o volume produzido, produtores estão preocupados com o comportamento do mercado, já que o aumento da oferta tende a pressionar os preços ao longo do ciclo.
Cenário de mercado e desafios para a safra
Caso as condições de produção se mantenham favoráveis, os valores da cebola podem permanecer pressionados, exigindo atenção dos produtores em relação à comercialização. O aumento da oferta, aliado às condições climáticas e à adoção de novas práticas de cultivo, deve ser monitorado para equilibrar custos e preços durante a temporada.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Peixes ornamentais: Aeroporto de Guarulhos concentra 95,5% das licenças de exportação
O ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, participou de reuniões com representantes do setor da Aquariofilia nesta sexta-feira (14), em São Paulo. Entre as ações destacadas está o Projeto Aqua Brasil, que é uma iniciativa do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) com a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). “Criamos esse projeto direcionado para dar visibilidade à cadeia de ornamentais, olhando para o pequeno produtor que está na lida diária, cultivando e capturando esses peixes ornamentais. Também com um olhar especial para as exportações. O pescado para fins de ornamentação e aquariofilia tem alcançado outros países”, destacou. A meta de crescimento das exportações do setor com o projeto era de 6%. O crescimento alcançado em 2025 foi de 10,5%. Valor exportado em 2025: US$ 4,49 milhões.
São Paulo é o terceiro maior estado em número de empresas exportadoras. Concentra 12,1% das empresas brasileiras do segmento de organismos aquáticos ornamentais. Especificamente, o Aeroporto Internacional de Guarulhos concentra 95,5% das Licenças, Permissões, Certificados e Outros Documentos (LPCOs) de exportação emitidas pelo Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).
Dados do Projeto Aqua Brasil
Visa promover a excelência de empresas brasileiras do setor da Aquariofilia com foco na expansão e qualificação no comércio internacional de organismos aquáticos ornamentais.
- 60 empresas participantes;
- 28 empresas capacitadas para exportação;
- Aproximadamente 47% das empresas capacitadas;
- 19 palestras técnicas gravadas;
- Plataforma exclusiva de capacitação.
Como parte do projeto, em 2025, foi criado o primeiro painel setorial brasileiro de peixes ornamentais com integração de dados do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB), do MPA e do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Edipo Araujo também participou da feira Pet South America e de reuniões com representantes da Associação Brasileira de Lojas de Aquariofilia (ABLA). No sábado (15), também estão previstas as visitas ao evento Reef Day Brasil Aquarium Expo e participação na abertura da 2ª Assembleia do Instituto Nacional de Aquarismo (INA).
Ana Célia Costa
Matheus Silveira
Ministério da Pesca e Aquicultura



