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Safra de soja 2025/2026 em Mato Grosso do Sul avança em 30,9% da área plantada com influência do La Niña
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O plantio da safra de soja 2025/2026 em Mato Grosso do Sul atingiu 30,9% da área total estimada, segundo o Projeto SIGA/MS, conduzido pela Aprosoja/MS. Até 17 de outubro, aproximadamente 1,4 milhão de hectares foram semeados no Estado.
Região sul lidera plantio
O sul do Mato Grosso do Sul concentra o maior ritmo de semeadura, com 40,3% da área plantada, seguido pela região centro (17,7%) e norte (13,3%). O avanço está ligeiramente abaixo do registrado no mesmo período da safra anterior, mas 10% acima da média dos últimos cinco anos, impulsionado pelo bom volume de chuvas na região sul, que abriga a maior parte da área cultivada.
“O comportamento climático nas próximas semanas será determinante, especialmente nas regiões centro e norte, onde a umidade do solo ainda é limitada. Produtores têm adotado o escalonamento do plantio para reduzir riscos diante das incertezas meteorológicas”, explica o assessor técnico da Aprosoja/MS, Flávio Faedo Aguena.
Expectativa de crescimento e produção
Para a safra 2025/2026, a projeção é de crescimento de 5,9% na área cultivada, totalizando 4,79 milhões de hectares. A produtividade média prevista é de 52,8 sacas por hectare, resultando em uma produção estimada de 15,2 milhões de toneladas.
Condições fitossanitárias favoráveis
O monitoramento técnico da Aprosoja/MS aponta baixa incidência de plantas daninhas e pragas nas lavouras acompanhadas. As áreas estão nos estádios fenológicos iniciais VE a V3, apresentando boas condições fitossanitárias, segundo Flávio Aguena.
Influência do La Niña na safra
A previsão climática indica uma distribuição irregular das chuvas nos próximos meses, possivelmente influenciada pelo fenômeno La Niña, ainda de intensidade fraca a moderada, o que exigirá atenção dos produtores para manter o ritmo de plantio e o desenvolvimento das lavouras.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Feijão 2ª safra no Rio Grande do Sul tem queda de 45% na área plantada, mas produtividade supera estimativa
A colheita do feijão da segunda safra foi concluída no Rio Grande do Sul com forte redução da área cultivada em relação ao ciclo anterior. De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, a área plantada foi reestimada em 9.818 hectares, representando uma queda de 45,7% na comparação com a safra passada.
Apesar da expressiva retração na área destinada à cultura, o desempenho das lavouras foi positivo. A produtividade média estadual alcançou 1.414 quilos por hectare, resultado ligeiramente superior à estimativa inicial de 1.401 kg/ha, demonstrando bom desempenho das áreas cultivadas ao longo do ciclo.
Geadas reduziram rendimento em parte das lavouras
Na região administrativa de Ijuí, uma das principais produtoras de feijão do Estado, a colheita também foi finalizada. O rendimento médio ficou em 1.604 quilos por hectare, abaixo das projeções iniciais.
Segundo a Emater/RS-Ascar, a redução da produtividade foi provocada pelos efeitos das geadas registradas durante os estágios vegetativo e reprodutivo da cultura, comprometendo o potencial produtivo em parte das áreas cultivadas.
Mesmo assim, os resultados foram considerados satisfatórios diante das condições climáticas enfrentadas durante o desenvolvimento da segunda safra.
Preço do feijão recua no mercado gaúcho
No mercado, a comercialização apresentou leve desvalorização na última semana.
O levantamento semanal da Emater/RS-Ascar aponta que a saca de 60 quilos de feijão foi negociada, em média, a R$ 179,73, registrando queda de 1,36% em relação aos R$ 182,20 observados na pesquisa anterior.
A redução acompanha o comportamento do mercado no encerramento da colheita, período em que a maior disponibilidade do produto tende a exercer pressão sobre as cotações.
Cenário da segunda safra
Embora o Rio Grande do Sul tenha registrado uma significativa redução da área destinada ao feijão de segunda safra, a manutenção da produtividade em níveis satisfatórios demonstra a eficiência das lavouras remanescentes. Para os produtores, o comportamento dos preços e as condições climáticas continuarão sendo fatores decisivos para o planejamento da próxima temporada.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio


