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Sistema FAEP lança cartilha para orientar produtores rurais sobre a Reforma Tributária de 2026
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Com a entrada em vigor da Reforma Tributária em janeiro de 2026, o setor agropecuário brasileiro enfrenta novas regras na arrecadação de impostos. Para apoiar agricultores e pecuaristas do Paraná nesse período de adaptação, o Sistema FAEP disponibilizou a cartilha “A Reforma Tributária para o Produtor Rural”, que reúne informações práticas sobre o novo cenário fiscal.
O material pode ser acessado gratuitamente no site do Sistema FAEP e também está disponível em versão impressa nos sindicatos rurais, garantindo ampla distribuição e acesso a todos os produtores do Estado.
Mudanças nos tributos e princípios da nova tributação
A cartilha detalha de forma objetiva a substituição de tributos tradicionais, como ICMS, PIS e Cofins, pelos novos impostos:
- Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
- Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS)
- Imposto Seletivo (IS)
O conteúdo explica ainda os princípios da Reforma Tributária, incluindo:
- Não cumulatividade
- Tributação no destino
- Desoneração das exportações
Esses pontos são estratégicos para aumentar a competitividade do agronegócio brasileiro.
Segundo o presidente do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette:
“O produtor rural precisa entender o que muda, o que permanece e, principalmente, como se preparar. Essa cartilha transforma um tema complexo em informação prática, acessível e útil para o dia a dia no campo.”
Comparativo antes e depois da Reforma Tributária
Um dos destaques da cartilha é a comparação entre o modelo antigo e o novo sistema tributário, permitindo que o produtor visualize claramente as mudanças. Além disso, o material orienta sobre:
Regimes de tributação conforme faturamento anual:
- Produtores com receita até R$ 3,6 milhões seguem regime diferenciado
- Produtores acima desse limite ou que optarem pelo novo sistema adotam o regime geral
Obrigações a partir de 2026:
- Nota Fiscal de Produtor Eletrônica (NFP-e) obrigatória
- Início da fase de transição com a “calibragem das alíquotas”
- Preparação prática: organização fiscal, emissão de documentos e adequação dos sistemas
Apoio estratégico aos produtores paranaenses
A cartilha combina informações técnicas, exemplos práticos e linguagem acessível, reforçando o papel do Sistema FAEP e dos sindicatos rurais como suporte fundamental para o produtor:
“Nosso objetivo é oferecer orientação para que os agricultores enfrentem a Reforma Tributária com mais segurança, planejamento e eficiência no campo”, destaca Meneguette.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas no line-up e mantêm forte ritmo de embarques nos portos do Brasil
O line-up de navios nos portos brasileiros aponta que o país deve exportar 1,606 milhão de toneladas de açúcar na semana encerrada em 17 de junho, mantendo o Brasil como um dos principais fornecedores globais da commodity.
O volume, apesar de expressivo, representa redução em relação à semana anterior, quando estavam programadas 1,860 milhão de toneladas para embarque. O levantamento considera embarcações já atracadas, em fila de espera ou com previsão de chegada até 13 de julho.
Porto de Santos concentra maior parte dos embarques
O Porto de Santos (SP) segue como principal hub exportador de açúcar do país, concentrando 1.325.530 toneladas programadas no período.
Na sequência aparecem o Porto de Paranaguá (PR), com 278.000 toneladas, Recife (PE), com 20.300 toneladas, e Maceió (AL), com 8.774 toneladas.
Predomínio do açúcar VHP nas exportações
A composição da carga mostra predominância do açúcar VHP, que responde pela maior parte dos embarques, com 1.461.304 toneladas.
Também estão previstos embarques de Crystal B150 (100 mil toneladas), TBC (32.300 toneladas), açúcar refinado A-45 (7 mil toneladas) e VHP ensacado, equivalente a 6.000 toneladas.
Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas em junho
Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam que o Brasil exportou 1.603.237 toneladas de açúcar em junho, com receita de US$ 574,98 milhões no acumulado do mês.
A média diária exportada ficou em 178,137 mil toneladas, enquanto a receita média diária atingiu US$ 63,887 milhões, considerando nove dias úteis no período.
Receita diária recua, mas volume cresce na comparação anual
Na comparação com junho de 2025, houve aumento no volume exportado, mas queda na receita e nos preços médios.
A receita diária recuou 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o valor médio era de US$ 72,166 milhões.
Já o volume diário embarcado cresceu 5,8%, acima das 168,399 mil toneladas registradas em junho de 2025.
Preço médio do açúcar recua no mercado externo
O preço médio do açúcar exportado em junho de 2026 ficou em US$ 358,6 por tonelada, representando queda de 16,3% frente aos US$ 428,5 por tonelada observados em junho de 2025.
O recuo reflete um cenário internacional mais pressionado, apesar da manutenção de um forte fluxo físico de exportações brasileiras, sustentado pela competitividade do país no mercado global.
O desempenho do setor reforça o Brasil como protagonista no comércio mundial de açúcar, com volumes elevados de embarque, ainda que sob pressão de preços no mercado internacional.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio

