AGRONEGOCIOS
Sistema Faesc/Senar e Safras & Mercado realizam primeiro webinar de 2026 com foco em carnes e leite
AGRONEGOCIOS
Parceria consolida quarto ano de debates estratégicos sobre o agronegócio
O Sistema Faesc/Senar — formado pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural — mantém pelo quarto ano consecutivo sua parceria com a Safras & Mercado, consultoria referência em análises e inteligência do agronegócio brasileiro.
A iniciativa tem como objetivo oferecer conhecimento técnico e estratégico aos produtores rurais e profissionais do setor, por meio de webinars bimestrais que discutem as transformações do mercado, tendências macroeconômicas e oportunidades nas principais cadeias produtivas do estado.
Primeiro webinar de 2026 discute o mercado global de carnes e leite
A primeira edição de 2026 está marcada para o dia 23 de fevereiro, às 19h, e trará o tema “Cenário de oferta e demanda global e perspectivas de mercado de carnes e leite”.
O encontro será conduzido por Fernando Iglesias, analista sênior da Safras & Mercado, que apresentará uma análise detalhada sobre o equilíbrio entre produção e consumo mundial, os impactos de fatores econômicos internacionais e as tendências para o setor agropecuário brasileiro ao longo do ano.
Segundo os organizadores, o debate pretende ajudar produtores, cooperativas e indústrias a se prepararem para os desafios do mercado, com informações que auxiliam nas estratégias de comercialização, investimento e planejamento de safra.
Temas de 2026 incluem milho, soja, fertilizantes e arroz
O calendário de 2026 prevê uma série de encontros abordando os principais mercados agrícolas de Santa Catarina e do Brasil. Entre os temas programados estão:
- Cenário do milho e da soja, com análise da safra e das exportações;
- Mercado de fertilizantes, abordando custos de produção e logística;
- Tendências do mercado do arroz, com foco na competitividade e na rentabilidade da cultura.
Os webinars contam sempre com especialistas da Safras & Mercado, que acompanham diariamente os indicadores econômicos e agrícolas nacionais e internacionais.
Iniciativa fortalece a tomada de decisão no campo
De acordo com José Zeferino Pedrozo, presidente do Sistema Faesc/Senar, a parceria tem gerado resultados expressivos desde sua criação, em 2023. Ele destaca que o projeto contribui para profissionalizar o planejamento e a gestão dos produtores rurais, oferecendo dados atualizados e análises confiáveis.
“Recebemos retornos muito positivos dos participantes, que destacam como o acesso a informações de mercado tem sido fundamental para o planejamento, a comercialização e os investimentos no campo”, afirma Pedrozo.
Inscrições gratuitas e abertas ao público
As inscrições para o webinar são gratuitas e podem ser realizadas diretamente no site oficial da Faesc. Interessados também podem buscar informações adicionais nos Sindicatos Rurais de cada região.
O evento é voltado a produtores rurais, técnicos, estudantes e profissionais do agronegócio, que buscam atualização constante sobre os movimentos do mercado e estratégias para fortalecer a competitividade do setor.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGOCIOS
Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil
A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.
De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.
Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado
Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.
Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.
Indústria compra apenas para reposição imediata
Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.
Exportações perdem competitividade com queda do dólar
No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.
Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.
Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques
Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.
Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.
Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado
O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.
Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.
Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025
No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.
Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
-
AGRONEGOCIOS3 anos atrás
Agrônomo mineiro recebe a Comenda do Mérito Agronômico, a mais alta distinção da categoria
-
MATO GROSSO3 anos atrás
A Palavra Aberta
-
MATO GROSSO3 anos atrás
Mar… ia
-
MATO GROSSO3 anos atrás
A solidão humana
-
Gourmet2 anos atrás
Molho Bolonhesa
-
Gourmet2 anos atrás
Brigadeiro
-
Gourmet2 anos atrás
Picolé detox
-
Gourmet2 anos atrás
Molho rosé

