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Soja mantém oscilações moderadas em Chicago e recua levemente nesta terça-feira

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Os contratos futuros da soja registram leves recuos na Bolsa de Chicago nesta terça-feira (25). Por volta das 8h55 (horário de Brasília), as cotações apresentavam quedas entre 3,75 e 4,75 pontos nos principais vencimentos, com o contrato para maio sendo negociado a US$ 10,02 por bushel e o de agosto a US$ 10,10 por bushel. O mercado segue operando de forma técnica, sem uma direção clara, devido à ausência de novidades relevantes.

Os investidores permanecem ajustando suas posições antes da divulgação dos novos dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), prevista para 31 de março. O relatório trará, entre outras informações, as projeções de intenção de plantio para a safra 202/ – sendo este o primeiro levantamento oficial da nova temporada.

“O mercado sofre pressão técnica e fundamental, com traders, fundos e especuladores adotando uma postura cautelosa e aguardando novidades para definir uma direção. Na ausência de fatores impulsionadores, as cotações tendem a recuar, e a principal preocupação dos agentes altistas é evitar que os preços futuros da soja caiam abaixo da marca psicológica de US$ 10,00 por bushel”, aponta relatório da Cerealpar.

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A consultoria também destaca que a pressão sazonal da chegada da nova safra sul-americana segue no radar, assim como as incertezas geopolíticas, com ênfase na guerra comercial entre os Estados Unidos e seus principais parceiros.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas no line-up e mantêm forte ritmo de embarques nos portos do Brasil

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O line-up de navios nos portos brasileiros aponta que o país deve exportar 1,606 milhão de toneladas de açúcar na semana encerrada em 17 de junho, mantendo o Brasil como um dos principais fornecedores globais da commodity.

O volume, apesar de expressivo, representa redução em relação à semana anterior, quando estavam programadas 1,860 milhão de toneladas para embarque. O levantamento considera embarcações já atracadas, em fila de espera ou com previsão de chegada até 13 de julho.

Porto de Santos concentra maior parte dos embarques

O Porto de Santos (SP) segue como principal hub exportador de açúcar do país, concentrando 1.325.530 toneladas programadas no período.

Na sequência aparecem o Porto de Paranaguá (PR), com 278.000 toneladas, Recife (PE), com 20.300 toneladas, e Maceió (AL), com 8.774 toneladas.

Predomínio do açúcar VHP nas exportações

A composição da carga mostra predominância do açúcar VHP, que responde pela maior parte dos embarques, com 1.461.304 toneladas.

Também estão previstos embarques de Crystal B150 (100 mil toneladas), TBC (32.300 toneladas), açúcar refinado A-45 (7 mil toneladas) e VHP ensacado, equivalente a 6.000 toneladas.

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas em junho

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam que o Brasil exportou 1.603.237 toneladas de açúcar em junho, com receita de US$ 574,98 milhões no acumulado do mês.

A média diária exportada ficou em 178,137 mil toneladas, enquanto a receita média diária atingiu US$ 63,887 milhões, considerando nove dias úteis no período.

Receita diária recua, mas volume cresce na comparação anual

Na comparação com junho de 2025, houve aumento no volume exportado, mas queda na receita e nos preços médios.

A receita diária recuou 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o valor médio era de US$ 72,166 milhões.

Já o volume diário embarcado cresceu 5,8%, acima das 168,399 mil toneladas registradas em junho de 2025.

Preço médio do açúcar recua no mercado externo

O preço médio do açúcar exportado em junho de 2026 ficou em US$ 358,6 por tonelada, representando queda de 16,3% frente aos US$ 428,5 por tonelada observados em junho de 2025.

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O recuo reflete um cenário internacional mais pressionado, apesar da manutenção de um forte fluxo físico de exportações brasileiras, sustentado pela competitividade do país no mercado global.

O desempenho do setor reforça o Brasil como protagonista no comércio mundial de açúcar, com volumes elevados de embarque, ainda que sob pressão de preços no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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