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Suinfair 2026 consolida ambiente de negócios e atrai empresas estratégicas da suinocultura
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A Suinfair 2026 avança em sua organização e já conta com a confirmação de importantes empresas do setor, reforçando o evento como um dos principais ambientes de negócios da suinocultura independente em Minas Gerais.
Com os estandes em fase avançada de comercialização, a feira se posiciona como um espaço estratégico para conexões qualificadas, geração de valor dentro da porteira e decisões que impactam diretamente os resultados do produtor.
Empresas confirmadas reforçam relevância do evento
Diversas empresas já confirmaram participação na Suinfair 2026, reconhecendo o evento como uma oportunidade de proximidade com o produtor, fortalecimento de marca, troca de conhecimento e geração de negócios.
Kairon Franz, gerente de produtos e marketing da Zoetis, destaca o papel estratégico da feira:
“A presença da Zoetis na Suinfair 2026 reforça seu papel como parceira estratégica do setor, contribuindo para a evolução contínua da suinocultura.”
Marcelo Cardoso, consultor técnico-comercial da Agroceres PIC, ressalta a importância regional:
“O Vale do Piranga foi uma das primeiras regiões do Brasil a abraçar a genética suína moderna, e a Agroceres PIC esteve presente desde o início dessa transformação. Estar na Suinfair 2026 é reafirmar esse legado de pioneirismo.”
Adairton Lima, gerente regional da Vaccinar, reforça a estratégia de crescimento:
“A presença da Vaccinar na Suinfair 2026 fortalece nossa proximidade com o cliente e liderança em resultados no campo.”
Nathalia Veras, coordenadora técnica comercial da Sauvet, também destaca o papel da feira:
“A Suinfair é um espaço para fortalecer relações com o produtor, compartilhar conhecimento e impulsionar o desenvolvimento da suinocultura.”
Daniela Carneiro, da área de relacionamento, enfatiza a geração de oportunidades:
“A feira permite ampliar a presença no mercado, gerar novos negócios e apresentar soluções como a maternidade inteligente.”
Vale do Piranga se consolida como referência na suinocultura
A presença dessas empresas reforça o momento positivo da suinocultura no Vale do Piranga, reconhecido como o maior polo de suinocultura independente do Brasil.
Nesse contexto, a Suinfair se posiciona como um ponto de encontro entre produção, tecnologia, mercado e relacionamento, conectando diferentes elos da cadeia produtiva.
Feira impulsiona negócios e inovação no setor
A Suinfair 2026 consolida-se como um ambiente onde conexões se fortalecem e oportunidades se transformam em resultados concretos para o produtor.
Ao reunir empresas, especialistas e produtores, o evento amplia o acesso a tecnologias, soluções e estratégias que contribuem diretamente para a evolução da suinocultura brasileira.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Tarifa de 25% dos EUA ameaça exportações brasileiras e exige reação imediata das empresas
A possível aplicação de uma tarifa adicional de 25% pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros acendeu um alerta entre exportadores e autoridades brasileiras. A medida, proposta pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), ainda está em fase de consulta pública e audiência, mas já exige atenção das empresas que mantêm negócios com o mercado norte-americano.
Embora a lista preliminar contemple exceções relevantes, como café, carne bovina, energia, metais, terras raras e componentes aeronáuticos, especialistas alertam que os impactos podem ultrapassar a questão tarifária e atingir diretamente a competitividade das empresas brasileiras.
Investigação envolve temas além das tarifas
Segundo Fernando Canutto, sócio do Godke Advogados e especialista em Direito Internacional Empresarial, o processo conduzido pelos Estados Unidos possui alcance mais amplo do que uma simples discussão sobre tarifas de importação.
A investigação inclui temas estratégicos como comércio digital, meios de pagamento, propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol, políticas anticorrupção e questões relacionadas ao desmatamento.
Na avaliação do especialista, o avanço da investigação pode criar um ambiente de maior insegurança regulatória para empresas brasileiras que atuam no comércio internacional, exigindo monitoramento constante e planejamento antecipado.
Brasil tem três caminhos para responder à medida
No campo institucional, o governo brasileiro dispõe de diferentes mecanismos para contestar ou negociar a proposta norte-americana.
A primeira frente é diplomática, conduzida por órgãos como o Itamaraty, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e a Câmara de Comércio Exterior (Camex), que podem atuar diretamente junto ao USTR para tentar modificar ou reduzir os efeitos da medida.
Como a proposta ainda está em fase de consulta pública, existe espaço para negociações e eventuais ajustes antes de uma decisão definitiva.
A segunda alternativa envolve o sistema multilateral de comércio, por meio da Organização Mundial do Comércio (OMC). O Brasil já manifestou, em episódios anteriores, posicionamento contrário à adoção de medidas unilaterais fora das regras multilaterais estabelecidas pela entidade.
A terceira possibilidade está prevista na Lei de Reciprocidade Econômica (Lei nº 15.122/2025), que criou instrumentos para que o Brasil possa responder a ações comerciais consideradas prejudiciais à competitividade nacional.
No entanto, especialistas alertam que qualquer reação deve ser cuidadosamente calibrada para evitar prejuízos às cadeias produtivas brasileiras, importadores e consumidores.
Empresas precisam revisar contratos e operações
Mesmo sem uma definição sobre a implementação das tarifas, especialistas recomendam que empresas exportadoras iniciem imediatamente uma análise detalhada de sua exposição ao mercado norte-americano.
O primeiro passo é identificar quais produtos poderão ser atingidos pela sobretaxa e avaliar os impactos sobre contratos em andamento e negociações futuras.
Em muitos casos, uma tarifa adicional de 25% pode comprometer a viabilidade econômica de operações já contratadas, especialmente em setores que trabalham com margens reduzidas.
Além disso, torna-se fundamental revisar cláusulas contratuais, estratégias de precificação, alternativas logísticas e possibilidades de diversificação de mercados.
Setores mais vulneráveis podem sentir maior impacto
Os segmentos mais expostos aos efeitos da medida tendem a ser aqueles que exportam produtos não contemplados pelas exceções anunciadas pelos Estados Unidos.
Empresas que atuam em mercados altamente competitivos, com baixa margem de lucro e pouca capacidade de repassar custos aos compradores americanos, podem enfrentar maiores dificuldades caso a tarifa seja efetivamente implementada.
Por outro lado, setores ligados ao café, carne bovina, energia, mineração estratégica e indústria aeronáutica devem sofrer impacto direto mais limitado devido à exclusão preliminar desses produtos da lista tarifária.
Lista de exceções revela interesses estratégicos dos EUA
Para Ricardo Inglez de Souza, sócio do IW Melcheds Advogados e especialista em Comércio Internacional, a composição da lista de exceções evidencia uma lógica geopolítica e econômica por trás da proposta norte-americana.
Segundo ele, os produtos isentos são justamente aqueles em que os Estados Unidos dependem fortemente do fornecimento brasileiro ou enfrentam dificuldades para substituí-los rapidamente por outros mercados.
Entre os itens preservados estão carne bovina, café, frutas tropicais, petróleo, fertilizantes, aeronaves e componentes aeronáuticos.
Na avaliação do especialista, a medida busca proteger cadeias estratégicas de abastecimento norte-americanas ao mesmo tempo em que aumenta a pressão sobre outros segmentos exportadores brasileiros.
Cenário exige planejamento e gestão de riscos
Enquanto o processo segue em análise nos Estados Unidos, empresas brasileiras com operações internacionais devem reforçar suas estratégias de gestão de risco e acompanhar de perto a evolução das negociações.
Além dos possíveis impactos financeiros, a discussão evidencia o crescente peso das questões geopolíticas, regulatórias e ambientais nas relações comerciais globais.
Para exportadores, a antecipação de cenários, a revisão de contratos e a diversificação de mercados podem ser decisivas para reduzir riscos e preservar a competitividade diante de um ambiente internacional cada vez mais complexo e imprevisível.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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