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Tecnologia brasileira reduz em 50% os custos com troca de óleo em máquinas agrícolas

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Uma nova tecnologia desenvolvida pela Ultra Clean Brasil promete revolucionar o setor agrícola ao proporcionar 50% de economia na troca de óleo das máquinas. Trata-se do UC System, um sistema de limpeza a seco que remove 100% da sujeira das mangueiras hidráulicas em menos de um segundo.

Projétil tecnológico substitui métodos convencionais

Diferente das soluções tradicionais, que utilizam espumas comuns, o UC System adota um projétil tecnológico exclusivo que realiza a limpeza de forma extremamente rápida e eficiente, sem a necessidade de líquidos ou longos processos.

Redução de danos e aumento da eficiência

Segundo Bruno Ract, diretor de marketing da Ultra Clean Brasil, a tecnologia atua na remoção de sujidades e partículas contaminantes que ficam presas nas mangueiras hidráulicas. Essas impurezas são responsáveis por diversos problemas no sistema hidráulico das máquinas, como:

  • Quebra de componentes
  • Paradas não programadas
  • Queda de até 20% na eficiência operacional
  • Troca prematura do óleo

Com o sistema limpo, é possível dobrar a vida útil do óleo hidráulico, gerando economia direta para o produtor rural.

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Exclusividade na limpeza profunda

O diferencial da tecnologia está na fórmula exclusiva do projétil, que combina densidade e porosidade ideais para alcançar até mesmo a sujeira impregnada nas paredes internas das mangueiras.

“Graças ao tempo de desenvolvimento e aprimoramento da tecnologia, o UC System é hoje a única solução no mercado capaz de remover de forma completa a contaminação nas mangueiras hidráulicas de máquinas agrícolas”, destaca Ract.

Com essa inovação, a Ultra Clean Brasil contribui para aumentar a eficiência e reduzir custos de manutenção na rotina do campo, oferecendo uma solução prática e de alto desempenho para os desafios da agricultura moderna.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Senado aprova uso do Fundo Social do Pré-Sal para renegociar dívidas do agro

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O Senado aprovou na quarta-feira (11.06) o projeto de lei que autoriza o uso de recursos do Fundo Social do Pré-Sal para financiar a renegociação de dívidas de produtores rurais afetados por eventos climáticos extremos. A proposta, que também prevê a utilização de recursos dos fundos constitucionais do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), segue para sanção presidencial.

O texto aprovado estabelece condições especiais para produtores que registraram perdas em pelo menos duas safras e prevê taxas de juros entre 3,5% e 7,5% ao ano. Diferentemente da versão aprovada pela Câmara dos Deputados, que previa a destinação de R$ 30 bilhões a R$ 100 bilhões para a operação, o parecer do relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), transferiu ao Poder Executivo a definição do volume de recursos que poderá ser utilizado.

A proposta foi defendida por parlamentares ligados ao agronegócio como uma alternativa para enfrentar o aumento do endividamento no campo, agravado pelas perdas provocadas por secas e enchentes em diferentes regiões do País. O projeto beneficia produtores atingidos por eventos climáticos reconhecidos oficialmente.

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O governo federal, no entanto, manteve restrições ao texto durante a tramitação. O Ministério da Fazenda defendia mudanças nos critérios de enquadramento dos produtores e propôs juros mais elevados para a renegociação. Parte das sugestões foi rejeitada pelo relator.

Criado em 2010, o Fundo Social do Pré-Sal tem como objetivo financiar políticas públicas permanentes com recursos da exploração de petróleo. Atualmente, metade das receitas é destinada à educação e a parcela restante atende áreas como saúde, habitação, ciência e tecnologia, cultura e meio ambiente.

Críticos da proposta argumentam que a medida pode reduzir recursos disponíveis para outros programas financiados pelo fundo. Estimativas indicam que o Fundo Social do Pré-Sal destinou cerca de R$ 35 bilhões ao programa Minha Casa, Minha Vida entre 2025 e 2026, contribuindo para a ampliação da meta de contratação de moradias.

A aprovação ocorre em meio à pressão do setor agropecuário por medidas de socorro financeiro. O aumento do endividamento dos produtores levou entidades do setor e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) a defenderem a criação de mecanismos permanentes para enfrentar os impactos das mudanças climáticas sobre a produção.

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Fonte: Pensar Agro

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