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Tecnologia brasileira revoluciona agricultura ao aumentar produtividade com menor impacto ambiental

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A nova fronteira da nutrifisiologia vegetal

A agricultura do futuro já está sendo desenhada pela nutrifisiologia vegetal, um campo que vai além da simples oferta de nutrientes. Essa ciência atua diretamente nos processos de absorção, translocação e metabolização, ativando respostas fisiológicas das plantas para potencializar seu desenvolvimento. A tecnologia inédita C-DOT Drive, com DNA brasileiro, chega para impulsionar ainda mais essa evolução, por meio de nanopartículas que promovem ligações eletrostáticas com os nutrientes, ampliando sua eficiência de absorção.

Nutrição funcional para mais produtividade e sustentabilidade

A solução tem foco na nutrição funcional e fisiologicamente ativa, sendo avaliada pelo índice Nutrient Use Efficiency (NUE) — que mede a relação entre a quantidade de nutrientes aplicada e o aumento da produtividade. Com isso, a tecnologia permite o uso mais racional dos fertilizantes, garantindo a mesma produtividade da cultura com menor impacto ambiental, promovendo uma agricultura mais sustentável.

Desenvolvimento e inovação nacional

Desenvolvida e patenteada pela Agrilife Solutions, a C-DOT Drive surgiu após rigorosos estudos laboratoriais e testes de campo. A tecnologia estimula a metabolização dos nutrientes e sinaliza processos fisiológicos essenciais, garantindo nutrição eficiente com excelente custo-benefício.

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Segundo Everton Molina Campos, engenheiro agrônomo e gerente de marketing da Agrilife Solutions, “as nanopartículas de carbono formam compostos que facilitam a absorção dos nutrientes pelas plantas, trazendo mais estrutura, vigor e produtividade à lavoura”.

Resultados comprovados em culturas reais

Testes realizados em plantações de tomate mostraram ganhos produtivos expressivos, com aumento de até 8 toneladas por hectare em comparação à área controle. Em relação a fertilizantes tradicionais à base de sais, o incremento foi de 1,9 tonelada por hectare — uma melhora superior a 800% na eficiência de absorção nutricional, conforme o índice NUE.

Benefícios ambientais e agrícolas

Além do aumento da produtividade, a tecnologia contribui para a redução de perdas por lixiviação, diminuição das emissões de gases de efeito estufa como o N₂O, e menor risco de contaminação de solos e aquíferos. Esses efeitos reforçam o compromisso com uma agricultura regenerativa, inteligente e ambientalmente responsável — princípios essenciais do conceito Agro 6.0, que agora ganha uma solução prática no mercado.

Produtos disponíveis com tecnologia C-DOT Drive

Os produtores interessados já podem acessar essa inovação por meio dos produtos AgBasis e AgFortis, recentemente lançados pela Agrilife Solutions. Eles fazem parte da nova linha de nutrifisiologia vegetal de alta performance e são indicados para aplicação foliar (AgBasis) e fertirrigação (AgFortis) em culturas de frutas, verduras e legumes.

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Ambos os produtos atuam principalmente como carreadores de nutrientes, entregando os elementos diretamente às células, aumentando a disponibilidade e reduzindo perdas. Também funcionam como ativadores de transporte, estimulando canais de absorção e a atividade das enzimas H⁺-ATPases, potencializando o aproveitamento do solo e da solução nutritiva.

Mais produtividade com menos insumos

Everton Molina Campos destaca que “com essa linha de quarta geração em nutrifisiologia vegetal, o produtor poderá alcançar níveis inéditos de produtividade, reduzindo o uso de insumos e aumentando a resiliência das lavouras, em sintonia com as demandas da agricultura moderna”.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño volta ao radar do mercado de café e pode influenciar oferta global nas próximas safras

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A confirmação de um novo episódio do fenômeno El Niño para o segundo semestre de 2026 reacendeu a atenção do mercado internacional de café. Embora a produção brasileira da safra 2026/27 não deva sofrer impactos relevantes, especialistas avaliam que as alterações climáticas poderão afetar importantes regiões produtoras ao redor do mundo e influenciar as perspectivas de oferta nos próximos ciclos.

De acordo com análise da Hedgepoint Global Markets, os efeitos do El Niño sobre a cafeicultura dependem da intensidade e da duração do fenômeno, além do momento em que ocorre dentro do calendário agrícola de cada país. Por isso, os impactos tendem a variar entre as diferentes origens produtoras.

Safra brasileira 2026/27 segue com perspectiva positiva

No Brasil, maior produtor e exportador mundial de café, a expectativa é de que a safra 2026/27 não registre perdas significativas em decorrência do fenômeno climático.

Segundo a Hedgepoint, o estágio atual das lavouras reduz os riscos imediatos para a produção nacional. Ainda assim, um outono e inverno com maior volume de chuvas podem provocar atrasos na colheita e aumentar a volatilidade do mercado ao longo dos próximos meses.

Mesmo sem expectativa de impactos relevantes sobre a produtividade da safra atual, o comportamento do clima continuará sendo acompanhado de perto pelos agentes do setor, especialmente diante da possibilidade de fortalecimento do El Niño durante o segundo semestre.

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Florada da safra 2027/28 entra no foco do mercado

Se a produção da temporada atual inspira maior tranquilidade, a mesma situação não se aplica ao próximo ciclo produtivo.

A Hedgepoint alerta que alterações no regime de chuvas e nas temperaturas durante o período de florada poderão influenciar o potencial produtivo da safra brasileira de 2027/28.

A fase de floração é considerada uma das mais importantes para a definição da produtividade dos cafezais. Qualquer irregularidade climática nesse período pode comprometer a formação dos frutos e alterar as estimativas futuras de produção.

América Central e Sudeste Asiático concentram maiores riscos

Enquanto o Brasil tende a enfrentar impactos limitados no curto prazo, outras importantes regiões produtoras apresentam maior vulnerabilidade aos efeitos do El Niño.

Segundo a análise da Hedgepoint Global Markets, países da América Central e do Sudeste Asiático podem sofrer alterações climáticas capazes de prejudicar tanto a safra 2026/27 quanto a temporada 2027/28.

Essas regiões desempenham papel estratégico no abastecimento global de café, especialmente na produção de grãos arábica e robusta, o que faz com que qualquer redução na oferta seja acompanhada com atenção pelos mercados internacionais.

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Clima seguirá como principal variável para os preços

Com a possibilidade de um episódio mais intenso de El Niño entre o fim de 2026 e o início de 2027, operadores, exportadores e produtores deverão manter atenção redobrada à evolução das condições climáticas nas principais origens produtoras.

Embora o cenário atual não indique prejuízos relevantes para a produção brasileira desta temporada, o mercado continua precificando riscos relacionados às próximas safras, uma vez que o equilíbrio entre oferta e demanda mundial depende diretamente das condições meteorológicas.

Segundo Laleska Moda, analista de inteligência de mercado da Hedgepoint Global Markets, o comportamento do fenômeno varia conforme a região e o período do ano em que atua.

A especialista explica que, no Brasil, a safra 2026/27 deve ser preservada, mas o andamento da colheita e, principalmente, a florada da safra 2027/28 exigirão acompanhamento constante. Já em países da América Central e do Sudeste Asiático, os efeitos do El Niño poderão ser mais intensos, afetando a produção nas duas próximas temporadas.

Diante desse cenário, o clima permanece como um dos principais fatores de formação das expectativas para o mercado global de café, influenciando decisões de comercialização, investimentos e projeções para a oferta mundial nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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