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Tecnologia em plantadeiras eleva eficiência e garante qualidade da safra

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Plantio eficiente depende da qualidade da semeadura

A qualidade da semeadura é um dos fatores mais determinantes para o sucesso de uma safra. Erros como profundidade irregular, falhas na distribuição ou excesso de sementes podem comprometer o desenvolvimento da cultura e impactar diretamente a produtividade.

Para evitar esses problemas, as novas tecnologias embarcadas em plantadeiras permitem o acompanhamento preciso do desempenho da operação, com ajustes em tempo real, garantindo um plantio mais uniforme, eficiente e produtivo.

Plantadeiras inteligentes se tornam aliadas do produtor

Segundo João Dombroski, coordenador de marketing de produto da Massey Ferguson, as plantadeiras deixaram de ser apenas implementos agrícolas e passaram a ser fontes estratégicas de dados para o agricultor.

“Hoje, a plantadeira vai muito além da distribuição de sementes. Ela mostra com precisão o que acontece no solo e como isso influencia o resultado da safra”, explica Dombroski.

Um dos principais avanços é o monitoramento da taxa de sementes e da profundidade de deposição, que garante melhor aproveitamento dos insumos e germinação mais uniforme. Através de um monitor instalado na cabine do trator, o operador identifica falhas em linhas de plantio ou diferenças de profundidade, podendo ajustar de imediato para evitar perdas.

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Automação e conectividade otimizam desempenho no campo

A tecnologia também está presente em sistemas como o piloto automático, que assegura paralelismo perfeito entre as linhas de plantio, e no gerenciamento de frota, que monitora o desempenho das máquinas e envia informações a uma central remota.

Esses dados ajudam a prevenir paradas inesperadas, além de gerar relatórios detalhados para o planejamento da próxima safra.

“As informações coletadas contribuem para decisões mais assertivas, reduzindo custos e otimizando o uso do maquinário”, complementa o especialista.

Boas práticas aumentam uniformidade e reduzem desperdícios

Dombroski destaca que a combinação entre tecnologia e boas práticas operacionais é o caminho para alcançar plantios mais eficientes e produtivos. Ele lista algumas recomendações importantes:

  • Verificar a calibração dos dosadores e a regulagem da profundidade antes do início da operação;
  • Monitorar os indicadores no sistema de semeadura durante o plantio, para corrigir desvios;
  • Manter sensores e componentes eletrônicos limpos e revisados.
Precisão e sustentabilidade no centro do manejo agrícola

Para o especialista, a tecnologia embarcada nas plantadeiras permite que o produtor planeje e execute o plantio com mais segurança e precisão, garantindo melhor aproveitamento do solo, otimização dos insumos e lavouras mais uniformes.

“Com a plantadeira correta, é possível unir produtividade, economia e sustentabilidade, reforçando o papel da tecnologia como aliada do campo”, conclui Dombroski.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita do algodão avança no Brasil, mas controle do bicudo ainda domina atenção dos produtores

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A colheita do algodão começa a ganhar ritmo nas principais regiões produtoras do Brasil, mas o foco dos agricultores ainda está concentrado no controle de pragas, especialmente do bicudo-do-algodoeiro, uma das maiores ameaças à produtividade e à qualidade da fibra.

De acordo com o mais recente levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), até a última sexta-feira (12), a colheita alcançava 1,7% da área cultivada no país. O percentual representa avanço em relação aos 0,9% registrados na semana anterior, embora permaneça abaixo dos 2,8% observados no mesmo período da safra passada.

Apesar do atraso em relação a 2025, o desempenho atual segue acima da média dos últimos cinco anos, estimada em 1,4%, indicando evolução gradual dos trabalhos no campo.

Bahia lidera colheita do algodão no país

Entre os estados produtores, a Bahia apresenta o maior percentual de áreas colhidas, com 7% dos trabalhos concluídos. Na sequência aparecem Mato Grosso do Sul, com 3%, Goiás, com 2%, Minas Gerais, com 1%, e Mato Grosso, maior produtor nacional da fibra, com 0,2% da área colhida.

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Enquanto a colheita avança lentamente, a maior parte das lavouras brasileiras segue em fases finais do ciclo produtivo. Segundo a Conab, cerca de 80,5% das áreas encontram-se em maturação, enquanto 17,6% ainda estão na etapa de formação de maçãs e enchimento dos capulhos.

Controle do bicudo continua sendo prioridade

Nas principais regiões produtoras, o manejo fitossanitário permanece como uma das principais preocupações dos agricultores. Em Mato Grosso, onde a colheita começou recentemente, os esforços seguem concentrados no monitoramento e controle do bicudo-do-algodoeiro.

A praga é considerada uma das mais prejudiciais à cultura, podendo comprometer significativamente a produtividade e elevar os custos de produção caso não seja controlada de forma eficiente.

Especialistas destacam que o sucesso da safra dependerá não apenas do desempenho da colheita, mas também da manutenção da sanidade das lavouras até o encerramento do ciclo.

Clima favorece qualidade da fibra na Bahia

Na Bahia, segundo maior produtor de algodão do país, a colheita apresenta atraso em relação ao cronograma habitual devido ao prolongamento do ciclo da cultura. O fenômeno está associado às temperaturas noturnas mais baixas registradas durante o desenvolvimento das plantas.

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Embora tenha retardado o avanço dos trabalhos, esse cenário climático tende a favorecer a qualidade da fibra, fator considerado positivo para a comercialização e para a competitividade do algodão brasileiro no mercado internacional.

Perspectivas para a safra

Com a maturação avançando em grande parte das áreas cultivadas, a expectativa é de aceleração da colheita nas próximas semanas, especialmente em Mato Grosso e na Bahia, estados responsáveis por parcela significativa da produção nacional.

O setor acompanha atentamente as condições climáticas e a evolução do controle fitossanitário, fatores que serão determinantes para consolidar o potencial produtivo da safra e garantir a qualidade da fibra destinada aos mercados interno e externo.

O Brasil segue entre os maiores exportadores mundiais de algodão, e o desempenho desta safra será estratégico para manter a competitividade da cadeia produtiva e ampliar a participação do país no comércio global da pluma.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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