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Tecnologias que apoiam a tomada de decisão do produtor rural

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Atualmente, o trabalho dos produtores rurais tem sido aprimorado graças às novas tecnologias existentes para o setor, em que ele pode saber em tempo real qual é o momento certo do ano para o plantio e colheita da sua produção. Além disso, o acesso a informações está muito mais preciso, garantindo aumento da produtividade e redução dos custos.

Com isso, a tomada de decisões fica muito mais fácil e ágil, permitindo a qualificação de todo o processo produtivo. Portanto, neste guia, você vai conhecer algumas destas tecnologias que contribuem com o trabalho dos produtores rurais, e que podem ser adotadas em sua propriedade.

O que pode ajudar a sua propriedade

Uma tecnologia já existente no mercado e que ajuda muito na tomada de decisão dos produtores rurais é a chamada agricultura de precisão. Através dela, é possível acompanhar uma série de dados em tempo real para a aplicação de insumos como água ou fertilizantes, na exata quantidade e local indicados. Isso garante que não ocorram desperdícios e nem que uma área de plantio seja menos favorecida.

Outro exemplo positivo é o software VMS, que faz o gerenciamento de vídeos com inteligência artificial, e ajuda a melhorar a percepção de determinados ambientes de maneira segura. Através da IA, esse sistema permite alertar os operadores sobre situações de segurança que necessitam de imediata atenção, sendo um importante aliado para o monitoramento de grandes propriedades. Além disso, esse sistema permite melhorar a capacidade de selecionar os locais mais importantes para serem analisados.

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A tecnologia de blockchain também é importante para os produtores rurais. Ela permite a possibilidade de rastrear toda a cadeia de produção, garantindo mais transparência durante o processo. A consequência positiva é que este investimento é capaz de agregar valor ao produto final.

Há também a possibilidade do uso de drones para o monitoramento das lavouras. Já existem equipamentos capazes de identificar pragas ou doenças, sendo responsáveis por mapear áreas. Também é possível realizar a aplicação de defensivos de maneira localizada, garantindo assim mais eficiência no desenvolvimento da cultura produzida.

No quesito sustentabilidade, um investimento que melhora a tomada de decisões dos produtores rurais é o uso da biotecnologia, que permite o desenvolvimento de agentes biológicos que não degradam o solo ou a cultura produzida, e que também são capazes de gerar sementes mais resistentes. Com isso, é possível garantir uma plantação que vai germinar no tempo certo, sem que anomalias climáticas prejudiquem todo o processo até a colheita. Outra tecnologia possível é a de irrigação inteligente, que é ajustada com base em sensores e na previsão do tempo. Isso garante a otimização do uso da água, e evita o desperdício.

Por que é importante aliar tecnologia na produção

São muitos os benefícios para os produtores rurais que investem em tecnologias. Entre os quais, a garantia de aumento da produtividade e do rendimento, através do monitoramento detalhado das lavouras, já que haverá uma série de dados em tempo real que o agricultor terá acesso, facilitando muito para cada passo a ser tomado.

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Há também a garantia de melhoria na qualidade dos alimentos produzidos por propriedades que contam com a tecnologia. Caso um produtor rural monitore continuamente todas as etapas da produção, os itens da sua lavoura poderão chegar até a sua destinação final em boas condições de conservação, permitindo que mais pedidos possam ser feitos em épocas de plantio futuras.

Melhorias para a área produzida

A tecnologia para a produção rural também é importante para otimizar o uso de recursos naturais de forma responsável, assim como o uso de produtos químicos. Isso garante que não haja a degradação do solo da sua propriedade.

Além disso, com o uso das tecnologias em propriedades, é possível que os produtores rurais consigam reduzir custos em ações que poderiam gerar intensa mão de obra, como nos processos de plantio e de colheita. Isso permite que haja mais eficiência e segurança para os trabalhadores rurais.

Fonte: Periódico El Emprendedor

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha

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Mercado Externo

O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.

Mercado Interno

A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.

As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.

No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.

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Preços

Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.

Indicadores
  • Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
  • Área colhida: 90%
  • Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
  • Milho silagem:
    • Área: 345.299 hectares
    • Colheita: 87%
    • Produtividade média: 37.840 kg/ha
  • Soja (RS):
    • Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
    • Colheita: 68%
    • Produtividade média: 2.871 kg/ha
  • Feijão 1ª safra:
    • Área: 23.029 hectares
    • Produtividade média: 1.781 kg/ha
  • Feijão 2ª safra:
    • Área: 11.690 hectares
    • Produtividade média: 1.401 kg/ha
  • Arroz irrigado:
    • Área: 891.908 hectares
    • Colheita: 88%
    • Produtividade média: 8.744 kg/ha
Análise

A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.

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O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.

No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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