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Terminais da VLI no Tocantins completam 10 anos com crescimento recorde de 320% na movimentação de cargas
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Os terminais integradores de Palmeirante (TIPA) e Porto Nacional (TIPN), operados pela VLI, completam 10 anos de operação com crescimento expressivo, movimentando um total histórico de 59 milhões de toneladas em uma década e consolidando-se como pilares logísticos no Tocantins.
Crescimento expressivo na movimentação de cargas
Em uma década, os terminais da VLI passaram de 1,9 milhão de toneladas movimentadas em 2016 para 8 milhões em 2025, um aumento de 320%. O volume acumulado reforça TIPN e TIPA como referências na logística do agronegócio regional.
Fabrício Rezende, diretor de Operações da VLI, destaca que “os terminais atuam como vetor de desenvolvimento, aumentando volumes transportados, gerando empregos qualificados e impulsionando a economia do estado”.
Investimentos e estrutura voltada ao agronegócio
Os terminais receberam mais de R$ 260 milhões em investimentos na construção, projetados para a movimentação de grãos como soja e milho, farelos e fertilizantes. Além de permitir o transbordo do caminhão para o modal ferroviário, oferecem capacidade de armazenagem para produtores locais.
TIPA e TIPN fazem parte do Corredor Norte da VLI, conectado à Ferrovia Norte-Sul e à Estrada de Ferro Carajás, ligando a produção regional ao Terminal Portuário de São Luís, no Porto do Itaqui, para exportação internacional de commodities.
Impacto logístico e crescimento do Corredor Norte
Entre 2016 e 2025, os volumes ferroviários do Corredor Norte saltaram de 5,4 bilhões para 14,9 bilhões de TKU (Tonelada-Quilômetro Útil). Esse aumento reflete tanto a ampliação da produção local quanto a eficiência do sistema logístico integrado da VLI.
Transformação econômica e industrial do Tocantins
O Complexo TIPA, com investimentos de R$ 400 milhões da VLI e da COPI, viabilizou o fluxo de fertilizantes de São Luís para Palmeirante, atraindo novas empresas, como a Mosaic, com uma planta de fertilizantes de R$ 400 milhões, e a Ultracargo, com R$ 160 milhões em distribuição de combustíveis.
Essa cadeia integrada garante abastecimento seguro, transporte eficiente e consolida TIPN e TIPA como hubs logísticos estratégicos para o agronegócio.
Produção sustentável com o LabCerrado
A VLI participa de projetos de sustentabilidade, como o LabCerrado, em parceria com a Embrapa Cerrados. O projeto promove agricultura regenerativa, recuperação de áreas degradadas, mitigação de riscos climáticos e aumento da produtividade.
No Tocantins, mesmo durante o período de El Niño 2023/2024, os experimentos resultaram em 110 mil toneladas acima da média regional na safra 2024/2025.
Formação profissional e educação ambiental
A capacitação da mão de obra é priorizada com parcerias com o Senai, oferecendo cursos técnicos como Eletricista Industrial em Luzimangues (TIPN) e Colinas (TIPA).
O programa Atitude Ambiental promove educação ambiental nas comunidades, incentivando coleta seletiva, uso racional de recursos e conscientização sobre mudanças climáticas. A VLI também apoia catadores locais, enviando resíduos recicláveis dos terminais para associações que geram renda e protegem o meio ambiente.
Estrutura dos terminais integradores
- TIPN – Porto Nacional: Capacidade estática de 60 mil toneladas, descarga de até 20 caminhões por hora e pera ferroviária para embarque de 80 vagões em 4 horas e meia.
- TIPA – Palmeirante: Capacidade estática de 98 mil toneladas, com armazém, silo, três balanças ferroviárias, quatro tombadores e pera ferroviária para embarques seguros e eficientes.
Os 10 anos dos terminais da VLI no Tocantins mostram não apenas a expansão logística, mas também o impacto econômico, ambiental e social, consolidando o estado como um polo estratégico do agronegócio brasileiro.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Mercado do boi gordo sinaliza estabilidade com escalas de abate mais confortáveis
O mercado físico do boi gordo apresentou sinais de acomodação ao longo da semana, refletindo mudanças sutis na demanda e maior conforto nas escalas de abate por parte dos frigoríficos.
De acordo com análise da Safras & Mercado, as indústrias passaram a operar com menor urgência na aquisição de animais, enquanto algumas unidades optaram por se ausentar temporariamente das compras, avaliando estratégias para o curtíssimo prazo.
Escalas de abate mais longas reduzem pressão de compra
Segundo o analista Fernando Iglesias, o alongamento das escalas de abate tem contribuído para um ambiente mais equilibrado entre oferta e demanda.
Além disso, a evolução da cota chinesa segue como fator determinante para o comportamento do mercado ao longo de 2026. A possível saturação dessa demanda pode pressionar os preços, especialmente a partir de maio e ao longo do terceiro trimestre.
China amplia rigor sanitário nas importações
No campo regulatório, a China tem reforçado as exigências sanitárias para importação de carne bovina brasileira. Recentemente, houve a suspensão das compras de um frigorífico nacional após a identificação de traços de acetato de medroxiprogesterona, substância veterinária proibida no país asiático.
O movimento reforça a necessidade de atenção aos padrões internacionais, especialmente em um mercado que exerce forte influência sobre as exportações brasileiras.
Preços do boi gordo por praça pecuária
Na modalidade a prazo, os preços da arroba do boi gordo apresentaram leve variação entre as principais praças produtoras até 16 de abril:
- São Paulo (Capital): R$ 370,00/@ – estável
- Goiás (Goiânia): R$ 360,00/@ – alta de 1,41%
- Minas Gerais (Uberaba): R$ 355,00/@ – alta de 1,43%
- Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 360,00/@ – estável
- Mato Grosso (Cuiabá): R$ 365,00/@ – alta de 1,39%
- Rondônia (Vilhena): R$ 335,00/@ – alta de 1,52%
Atacado registra leve alta nos preços da carne
No mercado atacadista, os preços da carne bovina apresentaram leve valorização, impulsionados pela boa reposição entre atacado e varejo durante a primeira quinzena do mês.
O quarto do dianteiro foi negociado a R$ 23,00 por quilo, alta de 2,22% em relação à semana anterior. Já os cortes do traseiro foram cotados a R$ 28,00 por quilo, avanço de 1,82%.
Apesar disso, o potencial de alta é limitado pela menor competitividade da carne bovina frente a proteínas mais acessíveis, como a carne de frango. O cenário de renda mais restrita das famílias também influencia o padrão de consumo.
Exportações de carne bovina seguem em alta
As exportações brasileiras de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada seguem aquecidas em abril.
Até o momento (considerando sete dias úteis), o país registrou:
- Receita total de US$ 591,244 milhões
- Média diária de US$ 84,463 milhões
- Volume exportado de 97,264 mil toneladas
- Média diária de 13,895 mil toneladas
- Preço médio de US$ 6.078,70 por tonelada
Na comparação com abril de 2025, houve crescimento expressivo nos indicadores:
- Alta de 39% no valor médio diário exportado
- Aumento de 15,1% no volume médio diário
- Valorização de 20,8% no preço médio
Perspectivas para o mercado do boi
O mercado do boi gordo deve seguir atento à dinâmica das exportações, especialmente à demanda chinesa, além do comportamento do consumo interno.
A combinação entre escalas de abate mais confortáveis, demanda externa e competitividade das proteínas será determinante para a formação dos preços no curto e médio prazo.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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