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Topigs Norsvin apresenta estudo sobre padrões de consumo de suínos em granjas comerciais
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A Topigs Norsvin apresentou os resultados de um estudo sobre o comportamento alimentar de suínos comerciais durante a Leman Conference, realizada entre 20 e 23 de setembro de 2025, em Saint Paul, Minnesota (EUA). Considerado um dos principais encontros globais de ciência aplicada à suinocultura, o evento destacou avanços em gestão nutricional e bem-estar animal.
Dinâmica de consumo: dois picos diários de alimentação
O estudo foi conduzido em uma granja comercial brasileira equipada com comedouros automáticos capazes de registrar o consumo individual de ração. A análise mostrou que os suínos em fase de crescimento e terminação apresentam dois picos principais de consumo ao longo do dia, às 8h e às 17h, confirmando um padrão diurno.
Segundo Marcos Lopes, diretor Técnico da Topigs Norsvin, “o consumo aumenta conforme a idade dos animais, mas o número de visitas aos comedouros não cresce na mesma proporção. Além disso, a duração de cada visita diminui com o tempo, indicando que os suínos passam a ingerir mais ração em menos tempo, tornando as visitas mais eficientes”.
Variações no consumo como indicativo de saúde
A pesquisa também evidenciou que desvios nos padrões de consumo podem sinalizar problemas de saúde antes do aparecimento de sinais clínicos. Lopes explica que “observar essas variações permite intervenções rápidas, garantindo bem-estar e mantendo a produtividade”. Estudos anteriores do grupo global da Topigs Norsvin reforçam que alterações no consumo diário de ração são indicativos importantes de possíveis enfermidades nos animais.
Compromisso com pesquisa aplicada e inovação
A participação da Topigs Norsvin na Leman Conference demonstra o compromisso da empresa com a pesquisa aplicada e o desenvolvimento de soluções práticas para produtores em escala global, contribuindo para maior eficiência produtiva e saúde animal.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Mato Grosso bate recorde no esmagamento de soja em maio e exportações de derivados avançam 41,8%
O estado de Mato Grosso registrou um novo recorde no esmagamento de soja em maio de 2026, consolidando o avanço da agroindústria no principal polo produtor do país. Os dados são do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgados na segunda-feira (15).
O volume processado chegou a 1,28 milhão de toneladas, alta de 6,98% em relação a abril e crescimento de 3,22% na comparação com maio de 2025.
O desempenho reforça o fortalecimento da cadeia da soja no estado, especialmente em um cenário de maior demanda por derivados e expansão da indústria de biodiesel.
Demanda por óleo de soja e biodiesel sustenta recorde de processamento
Segundo o Imea, o avanço no esmagamento foi impulsionado pela maior utilização da capacidade instalada das indústrias, além do aumento da demanda externa por óleo de soja e do crescimento do setor de biodiesel.
Esses fatores contribuíram para manter o ritmo elevado de processamento da oleaginosa, consolidando maio como o mês de maior volume já registrado no estado.
Exportações de derivados de soja sobem 41,8%
O aumento na produção também refletiu diretamente nas exportações. Mato Grosso exportou 21,69 mil toneladas de derivados de soja em maio, volume 41,80% superior ao registrado em abril.
O desempenho foi puxado principalmente pelo óleo de soja, que segue com forte demanda no mercado internacional e no setor energético, especialmente na produção de biodiesel.
Rentabilidade da indústria sofre pressão com custos e preços
Apesar do cenário positivo em volume e exportações, o setor industrial enfrentou pressão sobre as margens de esmagamento ao longo do mês.
De acordo com o Imea, a valorização de 1,18% da soja em grão, somada à queda nos preços dos coprodutos, reduziu a rentabilidade das indústrias processadoras.
Como resultado, a margem bruta de esmagamento recuou 7,82% na comparação mensal, encerrando maio com média de R$ 639,84 por tonelada processada.
Setor segue forte, mas com atenção à rentabilidade
O recorde no processamento reforça a importância de Mato Grosso na agroindústria da soja, enquanto o crescimento das exportações de derivados evidencia a competitividade do estado no mercado internacional.
Por outro lado, a queda na margem industrial indica um cenário de maior pressão de custos, que deve seguir no radar do setor nos próximos meses.
Fonte: Portal do Agronegócio


