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UVA/CEPEA: Exportações caem no acumulado de 2022, mas seguem acima da média
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Cepea, 17/8/2022 – As exportações brasileiras de uvas de mesa caíram significativamente nos primeiros sete meses de 2022 frente ao mesmo período do ano passado. Conforme dados da Secex, entre janeiro e julho deste ano, o Brasil exportou 12,4 mil toneladas da fruta, redução de 45% em comparação com o volume embarcado em 2021. Em receita, foram arrecadados US$ 26,2 milhões, recuo de 49% na mesma comparação. Segundo pesquisadores do Hortifruti/Cepea, o menor desempenho dos embarques nesse período já era esperado, considerando os impactos significativos do clima mais chuvoso na produção do Vale do São Francisco (PE/BA) – tanto em volume quanto em qualidade. Apesar da diminuição significativa frente ao ano passado, as exportações da fruta seguem bastante acima da média para o período: frente à média entre 2010 e 2019, o volume embarcado cresceu 374% em 2022, e a receita, 327%. No mês de julho/22, especificamente, o desempenho das exportações foi 85% menor que o de junho/22, em termos de volume. Segundo pesquisadores do Hortifruti/Cepea, esse cenário é justificado pela baixa disponibilidade de uvas brancas sem semente em praticamente todas as empresas embaladoras – a maioria delas está com estoques bastante reduzidos há algumas semanas. Neste mês de agosto, os envios podem continuar lentos, já que a oferta das variedades brancas sem semente continua baixa – a previsão é de aumento apenas a partir de setembro, quando ocorre a abertura da janela de exportação do segundo semestre. Fonte: Cepea/Hortifruti – www.hfbrasil.org.br
Fonte: CEPEA
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Abertura de mercados para produtos brasileiros no Kuwait, Nicarágua, Síria e Bangladesh
As autoridades sanitárias e fitossanitárias do Kuwait, Nicarágua, Síria e Bangladesh comunicaram a abertura de mercados para novos produtos brasileiros.
Para o Kuwait, está autorizada a exportação de mamão fresco.
Para a Nicarágua, foi autorizada a exportação de sementes de berinjela.
A Síria, por sua vez, autorizou a exportação de milho em grãos.
Para Bangladesh, por fim, está autorizada a exportação de grãos secos de destilaria (DDG).
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