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Vacinação estratégica protege rebanhos equinos contra influenza e garante a sustentabilidade do setor
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Influenza equina: ameaça rápida e de alto impacto
Altamente contagiosa, a influenza equina é uma séria infecção respiratória que se dissemina com facilidade em plantéis não imunizados, comprometendo a saúde dos cavalos e a viabilidade econômica do segmento equestre.
Vacinação: a principal barreira sanitária
Para a zootecnista Paula Kawakami, coordenadora de produtos para grandes animais da Syntec, imunizar é a medida mais eficaz para prevenir e controlar a doença. A vacinação reduz a circulação do vírus, protege contra formas graves e evita prejuízos à cadeia produtiva.
O que determina a eficácia da imunização
- Protocolo correto → cumprir o calendário recomendado pelo médico‑veterinário.
- Atualização das cepas → garantir que a vacina contenha variantes virais recentes.
- Saúde do animal → manter nutrição, manejo e bem‑estar adequados para melhor resposta imune.
Reforços periódicos são indispensáveis, sobretudo em cavalos que viajam com frequência ou participam de competições.
Vacina como peça-chave do manejo sanitário
Programas de imunização devem ocupar prioridade máxima entre criadores, proprietários e profissionais do setor. Além de proteger cada indivíduo, a vacinação coletiva sustenta a saúde do plantel e a rentabilidade da atividade.
GET‑Vacina Syntec: proteção comprovada
Para reforçar a segurança do plantel, a Syntec disponibiliza a GET‑Vacina Syntec, formulada com vírus inativados da Influenza Equina (A‑equi‑1 e A‑equi‑2) e toxoide tetânico. Testes de soroneutralização em espécie‑alvo comprovam inocuidade, imunogenicidade e antigenicidade para potros, éguas gestantes e cavalos adultos.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Brasil formaliza adesão a programa de pesquisa para agricultura sustentável da OCDE
O governo brasileiro formalizou, nesta sexta-feira (24), a adesão ao Programa de Pesquisa Cooperativa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para Agricultura e Sistemas Alimentares Sustentáveis, conhecido pela sigla em inglês CRP.
A carta de adesão foi entregue durante reunião na sede da organização, em Paris, com a participação do secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária, Luís Rua, e do representante do Brasil junto às Organizações Internacionais Econômicas em Paris, embaixador Sarquis J. B. Sarquis. Pela OCDE, participaram o secretário-geral adjunto, Yasushi Masaki, e a diretora de Comércio e Agricultura, Marion Jansen.
O ingresso no CRP reforça a contribuição brasileira em pesquisa agropecuária, especialmente em agricultura tropical. O Brasil conta com uma rede de instituições de pesquisa, universidades e centros de excelência, com destaque para a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), cuja atuação tem sido parte central dos ganhos de produtividade e sustentabilidade da agricultura nacional. A participação no programa permitirá ao Brasil ampliar sua presença nas discussões da OCDE sobre agricultura, segurança alimentar, sustentabilidade e inovação.
A adesão também deve reduzir custos de cooperação internacional, ao permitir acesso a uma estrutura já consolidada de intercâmbio científico, bolsas de pesquisa, conferências, workshops e simpósios apoiados pelo programa.
A iniciativa é resultado da atuação conjunta do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
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