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Vazio sanitário da soja no RS começa em julho e segue até setembro de 2026
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O vazio sanitário da soja no Rio Grande do Sul foi definido para o período de 3 de julho a 30 de setembro de 2026. Já o calendário de semeadura do grão terá início em 1º de outubro de 2026 e segue até 28 de janeiro de 2027. As datas foram estabelecidas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e publicadas na Portaria nº 1.579/2026, na sexta-feira (10/4).
Vazio sanitário da soja no RS mantém datas de safras anteriores
Segundo o Mapa, os períodos definidos para o vazio sanitário e para o calendário de semeadura permanecem inalterados em relação às últimas safras. A medida segue como um dos principais instrumentos de manejo fitossanitário no estado.
De acordo com o diretor do Departamento de Defesa Vegetal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Ricardo Felicetti, a estratégia integra ações de defesa agropecuária e o setor produtivo no enfrentamento da doença.
Controle da ferrugem asiática da soja é prioridade no Estado
O Rio Grande do Sul mantém o programa “Monitora Ferrugem”, voltado ao acompanhamento de esporos da ferrugem asiática da soja nas regiões produtoras. O sistema identifica a presença do fungo associada às condições meteorológicas e gera mapas de risco para a ocorrência da doença.
Essas informações auxiliam técnicos e produtores na tomada de decisão e na adoção de medidas de manejo mais eficientes no campo.
Ferrugem asiática é uma das principais ameaças à soja
A ferrugem asiática da soja é considerada uma das doenças mais severas da cultura, podendo causar perdas que variam entre 10% e 90% da produção, dependendo da região e das condições de cultivo.
A doença é causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi e representa um dos principais desafios fitossanitários da sojicultura.
Vazio sanitário busca reduzir inóculo da doença no campo
O vazio sanitário tem como principal objetivo reduzir ao máximo a presença de inóculo da ferrugem asiática no ambiente. Durante esse período, que deve ter no mínimo 90 dias consecutivos, não é permitido cultivar nem manter plantas de soja vivas em qualquer estágio de desenvolvimento nas áreas monitoradas.
A medida é considerada fundamental para o controle da doença e para a redução de prejuízos na safra seguinte.
Calendário de semeadura ajuda a reduzir resistência a fungicidas
Após o período de vazio sanitário, entra em vigor o calendário de semeadura, que organiza o plantio da soja no Estado. A medida tem como objetivo também sistematizar o uso de fungicidas, reduzindo o risco de desenvolvimento de resistência da ferrugem asiática aos produtos químicos.
A iniciativa integra o Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja (PNCFS) e faz parte das estratégias de manejo integrado da cultura.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Produção de trigo no Brasil deve cair em 2026 e sustenta preços no mercado interno
Projeção de safra menor já impacta o mercado de trigo
A expectativa de uma redução na produção de trigo no Brasil em 2026 já começa a influenciar o mercado doméstico. De acordo com dados do Cepea, a perspectiva de menor oferta nacional tem contribuído para manter os preços internos do cereal firmes, diante de um cenário de disponibilidade mais restrita.
Produção pode atingir o menor volume desde 2020
As estimativas mais recentes indicam que a safra brasileira de trigo pode alcançar 6,6 milhões de toneladas em 2026. Caso o número se confirme, será o menor volume registrado desde 2020.
Na comparação com a safra anterior, a queda projetada é de 16%, o que representa uma redução superior a 1,2 milhão de toneladas na produção nacional.
Redução da área plantada reforça cenário de retração
A diminuição da produção está diretamente ligada à redução da área cultivada. Para 2026, o plantio de trigo no Brasil deve ocupar cerca de 2,22 milhões de hectares, uma queda de 9,2% em relação a 2025.
Embora haja aumento na área estimada em Minas Gerais, a retração prevista para o Rio Grande do Sul — principal estado produtor — exerce maior peso sobre o resultado nacional.
Queda na produtividade agrava impacto na oferta
Além da menor área plantada, a produtividade também deve recuar. A estimativa aponta rendimento médio de 2.979 quilos por hectare, o que representa uma queda de 7,5% frente ao ciclo anterior.
A combinação entre redução de área e menor desempenho no campo reforça a expectativa de uma safra mais enxuta, com impacto direto na oferta do cereal no país.
Rentabilidade e riscos influenciam decisão dos produtores
O cenário de menor produção reflete desafios enfrentados pelos produtores nas últimas temporadas. Entre os principais fatores estão a rentabilidade mais apertada, as incertezas climáticas e os riscos relacionados à comercialização do trigo.
Esses elementos têm contribuído para uma postura mais cautelosa por parte dos agricultores no momento de definir o plantio.
Preços abaixo do mínimo reduzem estímulo ao cultivo
Outro ponto relevante é o comportamento dos preços. Segundo o Cepea, desde o segundo semestre de 2025, as negociações de trigo no Sul do Brasil vêm ocorrendo abaixo dos valores mínimos estabelecidos pela Política Nacional de Preços Mínimos.
Esse cenário reduz o incentivo ao plantio e ajuda a explicar a retração na área cultivada. Ao mesmo tempo, a expectativa de menor produção passa a atuar como fator de sustentação das cotações internas.
Menor oferta tende a manter mercado firme
Com a perspectiva de uma safra reduzida em 2026, o mercado brasileiro de trigo deve seguir com preços sustentados no curto prazo. A menor disponibilidade do produto no país reforça o equilíbrio entre oferta e demanda, mantendo o cereal valorizado no mercado interno.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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