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YANMAR leva soluções inovadoras para produção de café e vinho na TurisAgro 2025 em Espírito Santo do Pinhal

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Presença da YANMAR na TurisAgro 2025

A YANMAR, multinacional japonesa fabricante de máquinas e soluções compactas para os setores agrícola e da construção civil, participa da TurisAgro 2025 — 3º Encontro de Turismo e Agronegócios da Região de Espírito Santo do Pinhal (SP). O evento será realizado nos dias 30 e 31 de julho, das 9h às 22h, reunindo produtores, empresários, autoridades e representantes da alta gastronomia.

Reconhecido como um dos principais encontros de turismo e agronegócio da região, o TurisAgro promove networking, capacitação técnica e geração de negócios, com foco em públicos B2B e B2C. A programação aborda desafios e oportunidades dos setores produtivos, reforçando o desenvolvimento sustentável da economia local.

Foco nas culturas do café e do vinho

Espírito Santo do Pinhal é destaque nacional pela produção de café de alta qualidade e vinhos premiados, além de ser um polo importante para o turismo rural. A YANMAR aproveita a ocasião para apresentar um portfólio de máquinas que contribuem diretamente para o aumento da produtividade nessas culturas.

Entre as soluções em destaque estão a miniescavadeira ViO20, tradicional no setor da construção civil, mas com forte aplicação no agronegócio, e o trator YM 347, que alia alta performance a baixo consumo de combustível.

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Impacto regional e compromisso com a inovação

Rafael Ribeiro, coordenador Comercial Agrícola da YANMAR South America, ressalta a importância estratégica da região: “Espírito Santo do Pinhal integra um dos maiores parques cafeeiros do Estado de São Paulo e produz cerca de 1,5 milhão de garrafas de vinho por ano.”

Dados locais reforçam esse protagonismo: sete em cada dez xícaras de café consumidas no mundo são processadas com máquinas e tecnologias desenvolvidas na região. Na vitivinicultura, são mais de 285 hectares cultivados, com 81 projetos ativos num raio de 100 km da cidade, além da comercialização anual de 1,14 milhão de mudas, movimentando cerca de 5 milhões de garrafas por ano na Região Sudeste.

Versatilidade das máquinas e apoio ao agronegócio paulista

“Nosso papel é oferecer máquinas versáteis, robustas e adaptadas à realidade dos produtores da região”, explica Ribeiro. Ele destaca ainda que a participação na TurisAgro reforça o diálogo com o setor produtivo e contribui para o crescimento sustentável do agronegócio no interior paulista.

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Com essa presença, a YANMAR reafirma seu compromisso em fomentar a inovação no campo e valorizar culturas que impulsionam o desenvolvimento econômico e turístico regional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cerrado Mineiro tem um dos melhores rendimentos dos últimos anos

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A colheita do café arábica chegou a 99% nas propriedades acompanhadas pela Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer), no Cerrado Mineiro. Além do avanço dos trabalhos, o beneficiamento apresenta rendimento médio de 455 litros de café colhido para a formação de uma saca de 60 quilos, um dos melhores resultados registrados nos últimos anos.

O levantamento considera a situação das lavouras até 11 de setembro. Aproximadamente 90% da produção já passou pelo beneficiamento, etapa em que são retiradas a casca, a palha e as impurezas para obtenção dos grãos que serão classificados e comercializados.

O resultado de 455 litros por saca indica uma relação favorável entre o volume retirado da lavoura e a quantidade de café beneficiado. Quanto menor o volume de frutos necessário para formar uma saca de 60 quilos, melhor tende a ser o aproveitamento industrial da produção.

Esse rendimento ajuda a compensar parte dos custos da colheita, da secagem e do beneficiamento. Para o produtor, significa obter mais sacas comerciais a partir do mesmo volume colhido, embora o resultado financeiro também dependa da qualidade da bebida, da classificação dos grãos e dos preços negociados.

O Cerrado Mineiro reúne cerca de 4,5 mil produtores em 55 municípios e possui aproximadamente 255 mil hectares cultivados. A região produz, em média, 6 milhões de sacas por ano, equivalentes a 12,7% da produção brasileira, e comercializa café com mais de 30 países.

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A cafeicultura regional também se diferencia pela Denominação de Origem Cerrado Mineiro, a primeira reconhecida para cafés no Brasil. O selo identifica produtos cultivados dentro da área delimitada e que atendem aos critérios de origem, rastreabilidade e qualidade.

A etapa final da colheita está concentrada principalmente no recolhimento dos frutos que caíram no chão. A Expocacer estima que esse café represente cerca de 30% do volume da safra. Aproximadamente 80% dessa parcela já foi recuperada.

O índice médio de catação, que representa a retirada de grãos defeituosos durante o beneficiamento, está próximo de 21%. O percentual foi influenciado justamente pela maior participação do café recolhido do chão, normalmente mais sujeito à umidade, fermentação e contato com impurezas.

As chuvas registradas entre os dias 5 e 9 de setembro impediram o encerramento completo da colheita. A umidade elevada do solo dificultou o tráfego das máquinas e interrompeu temporariamente o recolhimento em algumas propriedades. Como a maioria das áreas já concluiu o trabalho, o avanço do percentual restante ocorre de forma mais lenta.

As precipitações, por outro lado, estimularam a abertura das primeiras flores da próxima safra. A florada observada corresponde, em média, a 33% do potencial estimado para as lavouras acompanhadas pela cooperativa.

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Nas áreas que produziram menos nesta temporada, a abertura das flores foi mais intensa e uniforme. Nas lavouras que sustentaram cargas elevadas, a florada apresentou menor intensidade, comportamento relacionado ao esforço realizado pelas plantas durante a formação da safra atual.

A continuidade das chuvas poderá favorecer uma segunda florada de proporção semelhante. O restante do potencial deve se distribuir entre outubro e novembro, conforme a disponibilidade de umidade e as condições de temperatura.

A abertura das flores é uma sinalização positiva, mas ainda não garante o tamanho da próxima produção. Para que se transformem em frutos, as lavouras precisarão de umidade suficiente durante o pegamento, a formação dos chumbinhos e o início da granação.

Com a safra atual praticamente recolhida, rendimento de beneficiamento favorável e as primeiras flores abertas, o Cerrado Mineiro encerra um ciclo e inicia outro. O acompanhamento das chuvas e o manejo nutricional e fitossanitário das lavouras serão decisivos para transformar o potencial observado agora em produção na próxima colheita.

Fonte: Pensar Agro

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