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Aberto novo ciclo de adesão ao Gestão Presente na Educação Infantil
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O Ministério da Educação (MEC) abriu, nesta segunda-feira, 1º de junho, um novo ciclo de adesão ao módulo Gestão Presente na Educação Infantil (GPEI), da plataforma MEC Gestão Presente. Os municípios de todo o Brasil podem aderir gratuitamente e de forma voluntária até o dia 30 de junho, por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec).
Para aderir, o município deve ter realizado previamente a adesão ao MEC Gestão Presente. Os entes que ainda não concluíram essa etapa podem aderir ao programa a qualquer momento por meio do Simec.
O GPEI é uma iniciativa dentro do MEC Gestão Presente – Plataforma de Dados da Educação Básica, criada com o objetivo de apoiar a gestão na demanda por vagas na educação infantil em todo o Brasil.
O novo ciclo de adesão busca apoiar as redes públicas municipais na gestão da educação infantil, tornando o processo das demandas de vaga de creche mais eficiente, transparente e justa, especialmente para crianças em situação de maior vulnerabilidade social.
O sistema nasceu para enfrentar um dos maiores desafios da educação infantil no Brasil: a falta de critérios claros de priorização, a ausência de transparência na divulgação das listas e a fragilidade dos mecanismos de controle social. Hoje, muitos municípios ainda utilizam processos manuais e descentralizados, com formulários físicos ou planilhas, o que gera inconsistências, duplicidades e compromete a equidade no acesso.
O GPEI utiliza tecnologia de georreferenciamento, critérios legais de priorização e algoritmos de otimização para recomendar a distribuição mais equitativa das vagas disponíveis em creches.
Entre as principais funcionalidades da plataforma estão o mapeamento da demanda por vagas em creches, de acordo com a realidade local; automatização da distribuição das vagas com base em critérios objetivos; monitoramento, em tempo real, da ocupação das unidades e da evolução das listas de espera; e suporte técnico aos operadores municipais.
Gestão Presente na Educação Infantil – O GPEI é um sistema gratuito, desenvolvido pelo MEC, para apoiar a gestão na demanda por vagas na educação infantil em todo o Brasil. O módulo foi criado para enfrentar desafios históricos da educação infantil no país, como: ausência de critérios claros de priorização; falta de transparência nas listas de espera; e fragilidade nos mecanismos de controle social.
Com a plataforma, os gestores municipais podem: organizar o calendário de inscrições; distribuir vagas conforme critérios legais; acompanhar indicadores em tempo real; e garantir maior transparência nas decisões.
Para os gestores escolares, o sistema oferece ferramentas simples para registrar vagas disponíveis, acompanhar inscrições e confirmar matrículas. Já para as famílias, o módulo permite: cadastrar a criança ao longo de todo o ano; escolher escolas de preferência e ter prioridade caso a criança tenha irmão(a) na mesma unidade; acompanhar a posição na fila de espera; receber notificações oficiais quando houver disponibilidade de vaga.
Sobre o MEC Gestão Presente – A plataforma MEC Gestão Presente é uma iniciativa do governo federal que busca modernizar a gestão educacional nas redes públicas de ensino. A proposta é apoiar secretarias de educação e escolas de todo o país por meio do uso estratégico da tecnologia, permitindo acesso a informações mais precisas e auxiliando no planejamento e na execução de políticas educacionais baseadas em evidências.
A plataforma também promove a adoção de instrumentos de governo digital em todos os níveis da gestão educacional: federal, estadual, distrital e municipal.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)
Fonte: Ministério da Educação
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Viaje por São Miguel das Missões (RS), um encontro com a história do Brasil
Entre igrejas de pedra, esculturas sacras e vestígios de construções que atravessaram séculos, São Miguel das Missões (RS) preserva um dos mais importantes sítios arqueológicos do Brasil. Reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial desde 1983, o local guarda as ruínas do antigo povoado de São Miguel Arcanjo, criado por missionários jesuítas e indígenas guaranis durante o período colonial.
Instalado entre os séculos 17 e 18, no território que hoje corresponde ao Brasil e à Argentina, o sítio integra um conjunto de antigas missões. Essas comunidades foram criadas pelos jesuítas para catequizar os povos guaranis, mas também funcionavam como centros de moradia, agricultura, educação, música, arte e produção artesanal.
Com o fim das missões, parte das construções foi abandonada e as ruínas preservadas hoje ajudam a contar essa história.
Reconhecimento
A Unesco reconheceu São Miguel das Missões por preservar o mais importante conjunto preservado das Missões Jesuítico-Guaranis no Brasil. As ruínas da Igreja de São Miguel Arcanjo, da praça central e de outras estruturas do antigo povoado ajudam a compreender como viviam indígenas guaranis e missionários jesuítas entre os séculos 17 e 18.
O sítio brasileiro integra um Patrimônio Mundial compartilhado com quatro antigas missões na Argentina, formando um dos mais importantes conjuntos históricos da América do Sul.
O que fazer
Entre os principais atrativos estão:
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Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo: principal atração da cidade, reúne as ruínas da antiga igreja, da torre e de construções que faziam parte do povoado missioneiro.
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Museu das Missões: apresenta imagens sacras, esculturas e objetos produzidos nas antigas missões, além de ajudar o visitante a entender a organização desses povoados.
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Espetáculo Som e Luz: realizado à noite, usa iluminação e narração para contar a história das Missões Jesuítico-Guaranis.
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Praça das Missões: em frente às ruínas, oferece uma das principais vistas do conjunto histórico.
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Artesanato missioneiro: produzido por artesãos da região, reúne peças inspiradas na cultura guarani e na história das missões.
Quem estiver de carro pode aproveitar a viagem para conhecer outros destinos da Rota das Missões, como Santo Ângelo, São João Batista e o Santuário do Caaró, que ajudam a compreender a história da presença jesuítica no Sul do Brasil.
Quando visitar
São Miguel das Missões pode ser visitada durante todo o ano. Entre outubro e maio, as temperaturas são mais altas e favorecem os passeios ao ar livre.
Entre os principais eventos estão:
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Espetáculo Som e Luz: realizado regularmente junto às ruínas.
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Réveillon nas Missões: com apresentações culturais.
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Semana Nacional dos Museus: com programação especial no Museu das Missões.
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Semana Farroupilha: celebrada em setembro, com atividades culturais em toda a região.
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Celebrações religiosas e eventos ligados à cultura missioneira: ao longo de todo o ano.
Como chegar
São Miguel das Missões está localizada na Região das Missões, no noroeste do Rio Grande do Sul. O acesso mais rápido é pelo Aeroporto Regional Sepé Tiaraju, em Santo Ângelo, a cerca de 50 quilômetros do município. A partir dali o trajeto pode ser feito de carro, ônibus ou traslado.
Também é possível chegar pelo Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. Nesse caso, a viagem até São Miguel das Missões é feita por rodovia, em um percurso de aproximadamente 480 quilômetros.
Para quem viaja de carro, o principal acesso é pela BR-285, que liga a cidade a municípios da Região das Missões e a outras rodovias do estado.
Patrimônio Mundial
A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de valor universal excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.
O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.
Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo


